Carmen Lucia, nós queremos é mamar

A nota da presidente do STF sobre o Congresso aprovar inclusão de juízes e procuradores entre as autoridades que podem responder por abusos é um tapa na cara do Povo.

Traduzindo e resumindo o que a globeleza disse:

Nós do judiciário e ministério público queremos mesmo é mamar, e a plebe que exploda.

Leia, abaixo, a nota da maga patológica

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministra Cármen Lúcia, reafirma o seu integral respeito ao princípio da separação de poderes. Mas não pode deixar de lamentar que, em oportunidade de avanço legislativo para a defesa da ética pública, inclua-se, em proposta legislativa de iniciativa popular, texto que pode contrariar a independência do Poder Judiciário.

Hoje, os juízes respondem pelos seus atos, na forma do estatuto constitucional da magistratura.

A democracia depende de poderes fortes e independentes. O Judiciário é, por imposição constitucional, guarda da Constituição e garantidor da democracia. O Judiciário brasileiro vem cumprindo o seu papel. Já se cassaram magistrados em tempos mais tristes. Pode-se tentar calar o juiz, mas nunca se conseguiu, nem se conseguirá, calar a Justiça.