Diálogo virtual

Roberto Requião on twitter:
O filho da puta não reclama de juros a 341% ao ano mas twitta feito uma besta contra a cpmf.

João Campos:
Isso não é nada senador. Dezenove foram chacinados em Osaco - SP e a grande mídia só fala no assassinato do Lula Inflável.


Rir é o melhor remédio

Essa aconteceu num motel

O cara vai para um motel com a amante. Chegando lá vê o carro do sogro e revoltado (com a traição do sogro) risca o carro todo e ainda rouba o dvd. No outro dia, vai a casa do sogro zoar dele. Encontra-o bravo, fumando numa quenga, pergunta:

- Que aconteceu, por que está tão bravo?
- E não é para tá? Ontem emprestei meu carro pra tua mulher ir para igreja. Um desgraçado roubou o som e achando pouco, riscou o carro todo. Feladaputa!



#Lulainflável

Zoar é o melhor remédio
Viúva de Lula Inflávio se diz consternada por homenagens:
-Tiraram meu oxigênio. Mas continuo de pé!


Exclusivo: Foi um crime passional! Veja entrevistou amante de Lula Inflável que revela bastidores do atentado.

O boneco de Lula morreu, sou eu [Aécio Neves] que assumo?

até o presente momento Zé da Justiça não se manifestou sobre a morte repentina de Lula Inflávio!
@JornalOGlobo
Boneco inflável de Lula passará por prerícia na 2ª feira



Boa noite




Que esta noite você tenha a convicção, na alma e no coração que a vida de espera de braços abertos, para que consiga obter sucesso em tuas realizações mais desejadas.

Gilmar Mendes e Arnaldo Jabor x Luis Nassif e Marin Luther King

king



- ou Nassif enfrenta Gilmar. Ou torcar Jabor por Luther King -, por Fernando Brito
A atitude do jornalista Luís Nassif de processar o Ministro Gilmar Mendes pelas afirmações de que as atividades do blogs são uma gazua para obter dinheiro do Governo  mereceu aplausos bem mais talentosos que os meus no artigo de Paulo Nogueira, no Diário do Centro do Mundo (Por que Nassif faz bem em processar um ministro do Supremo).
Por isso, prefiro chamar a atenção para duas coisas que vão além do sentimento de honra e de  dignidade do jornalista e se projetam para a esfera pública.
Se houver (e a esperança é a última que morre)- juiz com coragem cívica de aceitar aquilo que seria obvio – a sanção a alguém que, sem provas ou razões usa a toga para acusar alguém de ser “profissional da chantagem, da locupletação financiado por dinheiro público, meu, seu e nosso!”- o país terá avançado um passo imenso na direção de pôr fim à impunidade dos poderosos e dos autoritários.
Poderoso é adjetivo que a condição de julgador final de tudo, até da legitimidade do voto popular, dispensa justificativas no caso de Mendes.
Autoritário é característica que nada melhor que a frase do seu ex-par Joaquim Barbosa define: “Vossa excelência está na mídia, destruindo a credibilidade do Judiciário brasileiro…Vossa excelência quando se dirige a mim não está falando com os seus capangas do Mato Grosso”.
O que menos importa é que Gilmar acabasse por ser a inspiração de Barbosa. Vale o fato de que até alguém com poder semelhante tenha sido tratado  assim por ele, para avaliar o que faz Mendes com quem não tem tribuna igual para questioná-lo.
Gilmar Mendes é a negação da discrição e do decoro  indispensáveis a quem tem tão altas funções judiciais, como acabou por ser seu ex adverso nesta cena.
A segunda advertência é a de que não se pode transformar a vida nacional num “vale tudo” sem, ao mesmo tempo, transformar o país numa ditadura do Judiciário – cuja natureza sociológica é necessariamente conservadora e elitista, porque juiz não apenas tem sua mente formada na manutenção do status-quo como, pela condição de abastança num país de miseráveis, vive num mundo onde o vício da desigualdade é visto como virtude do mérito.
Que o diga o aferramento, cheio de justificativas insanas  como a do comprar ternos em Miami, que demonstra a acumular privilégios que a ninguém é dado, mesmo com o argumento de que “passou num concurso” ou “trabalha muito”. A função pública não é um título de nobreza, que nos obrigue a, diante dela avassalarmo-nos como na Idade Média, não importa se ao “sangue azul” tenha se substituído o concurso público.
Fica, do gesto de Nassif, o exemplo de que poderia ter se socorrido a Ministra Carmen Lúcia, em lugar de apregoar, como Arnaldo Jabor, que os homens de bem deveriam ter a ousadia dos canalhas, como se este fosse um conselho e não uma amarga constatação de Nélson Rodrigues.
Fica outra frase, muito mais edificante, para todos, a de Martin Luther King:
“O que me preocupa não é nem o grito dos corruptos, dos violentos, dos desonestos, dos sem caráter, dos sem ética… O que me preocupa é o silêncio dos bons”.
Nos tempos da ditadura militar, havia um chiste para responder-se a um “o que você acha?”. Era: “eu não acho nada, porque o último que achou ainda não acharam.
De silêncio em silêncio, chega-se ao dia em que nada mais se pode falar.
no Tijolaço




Carta aberta ao juiz Moro

Sinto que, se não escrever hoje, certamente, não terei mais condições de fazê-lo, pois esse sempre quis ser um texto para homenageá-lo. E digo isso porque, a cada dia, menos argumentos encontro na minha consciência para sustentar a imagem de super-herói que, excepcionalmente,  criei de Vossa Excelência.

Excepcionalmente porque, como adulto, nunca acreditei em super-heróis, muito menos salvadores da pátria, pois, afinal de contas, vivemos em um país onde o maior índice de assaltantes por metro quadrado do mundo encontra-se justamente no nosso Congresso Nacional; que tem um Judiciário maculado por figuras como o Juiz Federal Flávio Roberto de Souza (que se apossou dos bens de Eike Batista), o ex-Juiz Federal João Carlos da Rocha Mattos (já condenado por vendas milionárias de sentenças e, agora flagrado em conta na Suíça com saldo de 60 milhões de reais), e quando a nação assiste atônita ao 1º aniversário de um debochado pedido de vistas a imprescindível processo com votação já praticamente decidida no STF, só para citar os casos que estão na mídia esta semana; um país onde o Executivo está historicamente atrelado a gangues partidárias ávidas por ministérios e seus recursos que serão desviados em licitações com cartas marcadas; um país dominado por uma mídia elitista, tendenciosa, sonegadora e desonesta, acostumada a ditar a agenda dos Executivo, Judiciário e Legislativo e que, com elogios de primeira página, cerimônias para entrega de troféus e chamadas bajuladoras nos telejornais, valida o "alvará" que perpetua privilégios não mais em voga nos países civilizados.

Há um ano, quase ninguém conhecia o Juiz Sérgio Moro; hoje, praticamente, o mundo inteiro já ouviu esse nome sempre atrelado a atitudes próprias de um paladino da moralidade ou do herói que enfrenta destemidamente os poderosos; sempre cercado de jovens Procuradores da República e arrojados Delegados da Polícia Federal. Passou, então, Vossa Excelência a comandar a "nova cena" da moralidade que a maioria dos brasileiros tanto aguardava. Sem dúvida alguma, desenhava-se, nas feições de gladiador romano das raríssimas fotos encontradas no Google, a imagem do nosso "super-herói". 

Hoje as fotos já são inúmeras, daqui a um ano, milhares. Mas, a figura do super-herói transitava apenas no nosso imaginário. Não deveria nunca ter sido levada a sério por Vossa Excelência. E eu acreditei tanto…

E como era bom, adulto, voltar a acreditar em super-heróis. Eu que sempre votei no PT para presidente do Brasil, vi finalmente em Vossa Excelência o homem com poder para peitar velhas raposas da nossa política, com coragem bastante para enfrentar tantas poderosas "forças ocultas"; o Juiz determinado a varrer pra cadeia a sujeira entulhada nos gabinetes mais prestigiados; o comandante de uma equipe aguerrida que produzia a cada dia uma nova blitz espetacular, em reluzentes e velozes carros pretos com brasões dourados, arrastando para trás das grades uma cambada de granfinos desonestos. Repetia eu no Facebook: "Não ficará pedra sobre pedra" A mídia que leio alertava todos os dias sobre o possível equívoco de uma politização nas investigações e, não há como negar, esse fantasma, infelizmente, começou a tomar corpo a cada novo dia.

Embora a briosa obstinação de Vossa Excelência    já se arrastasse por anos, a mídia abutre apoderou-se dela, em questão de dias, e transformou-a em sua própria esperança, salvadora de todos os seus próprios males, deixando consigo apenas o brilho reluzente próprio dos super-heróis salvadores da pátria O comando agora, de fato, passara para a mídia sonegadora e desonesta, acostumada a enterrar e ressuscitar reputações. O que era só fantasma virou bicho, atende pelo nome de  "politização" e, irremediavelmente, deixará marcas nas investigações.

Não vou questionar aspectos técnicos porque não me cabe, mas, explique Excelência:

1. Por que a citação do nome de Aécio Neves, pelo bandido Youssef, ainda antes do primeiro turno das eleições do ano passado não vazou para a imprensa, e o de Dilma vazou? Acredito que o vazamento não teve a participação de Vossa Excelência, mas por que não tratou de reparar o prejuízo à candidatura de Dilma Rousseff?

2. Por que o escândalo de Furnas, onde Aécio Neves foi citado pelo mesmo Youssef desde o ano passado, não pôde ser investigado por seus comandados; e o rombo no Sindicato dos Bancários que foi presidido por Vaccari Neto há 10 anos pôde?

3. Por que só a família Vaccari foi conduzida, coercitivamente, de forma humilhante, à presença de Vossa Excelência apenas para depor, sem que houvesse algum indicativo de que se recusaria a fazê-lo, caso fosse oficialmente convocada?

4. Por que só são libertados os que descambam, "espontaneamente", para a delação premiada, de dedo em riste na direção "certa"?

5. Será mesmo que após todos esses anos vasculhando os porões por onde transitam, preferencialmente, a burguesia representada pelos que estão nas listas do HSBC, os sonegadores que detêm o poder sobre os meios de comunicação, e os que se elegem através das práticas criminosas comuns a todas as campanhas políticas desde sempre, Vossa Excelência chegou à conclusão de que é mesmo o PT o responsável por tudo isso que está aí?… Que tudo começou com o PT?…

Que o PT inventou o "mensalão" antes do PSDB bem como a prática de suborno em 95% das licitações públicas em TODOS os Órgãos de TODAS as esferas públicas? Permita-me registrar que se engana Vossa Excelência se acredita que a militância petista, os trabalhadores mais humildes do Brasil, a maior parte da classe artística e os pensadores mais sensíveis não querem ver, definitivamente, este País passado a limpo de verdade. Que se engana também Vossa Excelência se acredita que os que foram às ruas no dia 15 de março e 12 de abril são os que querem uma limpeza geral, uma reforma política de verdade e os culpados não petistas atrás das grades.

Cheguei a publicar, no Facebook algumas vezes, que acreditava na seriedade de Vossa Excelência e no seu empenho pessoal para não permitir que tudo se transformasse num nauseante Circo dos Horrores, onde os "monstros" já estão todos dedurados e marcados, aguardando a melhor hora de serem chamados ao picadeiro para deleite da elite empoleirada em áreas nobres e armada de panelas Tramontina, e júbilo da mídia, à beira da falência, que tem diariamente ao seu dispor manchetes as mais variadas, mas todas elas carimbadas com o "talvez"… O "talvez" que destrói irremediavelmente biografias, vidas, famílias.

Ouço gritos de horror… Por isso tinha que escrever hoje, coincidentemente, quando voltei a não acreditar em super-heróis.

Rodolfo J. C. Vasconcellos, Funcionário Público Federal SIAPE – 1671147

José Simão: Aécio não ganhou nas urnas, mas ganhou em Furnas

Os prostitutos de pesquisa fazem-nas imediatamente, quando o impichiman entra em baixa.
Aécio manipula esses prostitutos com controle remoto!
Na Bahia, o Ibope tem menos prestígio do que pau de galinheiro!
Dizem que muita gente se suicidou, após os resultados das eleições na Bahia, por causa das falsificações do IBOPE.
O PSDDEM-B, por isso, não acham mais nem onde se encostar, no estado: o grupo virou pária errante, principalmente por causa do IBOPE!

by João Augusto