O alvo era a presidente Dilma

da revista Época
por Andrei Meireles e Murilo Ramos

Como qualquer empresa, as organizações criminosas têm seus planos de sobrevivência e expansão. O grupo do empresário Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira, inovou em muita coisa, mas não nesse aspecto. Cachoeira tinha negócios escusos e planos de novos empreendimentos em Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso e Tocantins, onde contava com a ajuda de políticos e agentes públicos, de acordo com as investigações da Polícia Federal. Mas Cachoeira queria mais. Conversas telefônicas entre Cachoeira e o senador Demóstenes Torres (ex-DEM, agora sem partido), gravadas com autorização judicial e obtidas com exclusividade por ÉPOCA (ouça os áudios ao fim desta reportagem), mostram que os dois planejavam se aproximar de alguma forma do Palácio do Planalto. Numa das ligações captadas, Cachoeira orienta Demóstenes a aproveitar um convite para trocar o DEM pelo PMDB, com o propósito de se juntar à base de apoio do governo e se aproximar da presidente, Dilma Rousseff. “E fica bom demais se você for pro PMDB... Ela quer falar com você? A Dilma? A Dilma quer falar com você, não?”, pergunta Cachoeira. Demóstenes responde: “Por debaixo, mas se eu decidir ela fala. Ela quer sentar comigo se eu for mesmo. Não é pra enrolar”. Cachoeira se empolga: “Ah, então vai, uai, fala que vai, ela te chama lá”. Como se fosse um bom subordinado, Demóstenes acata a recomendação.
Quando esse diálogo ocorreu, no final de abril de 2011, Demóstenes estava em plena negociação com caciques do PMDB, como os senadores Renan Calheiros e José Sarney, para mudar de legenda. Um dos maiores opositores do governo – e carrasco de petistas acusados de corrupção – tencionava aderir ao governo do PT. Segundo dirigentes do PMDB, àquela altura a mudança de partido já tinha o aval do Palácio do Planalto. Tudo nos bastidores, porque em público Demóstenes continuava oposicionista. As gravações mostram agora que um dos objetivos da radical troca de lado era estar mais bem situado para ajudar o esquema de Cachoeira.
Cachoeira, preso pela Polícia Federal na Operação Monte Carlo, em 29 de fevereiro, está trancado no presídio federal de Mossoró, Rio Grande do Norte. No ano passado, quando ainda em liberdade, ele tinha outro projeto concreto, além da aproximação de Dilma. Sua intenção era conseguir apoio do PMDB para que Demóstenes chegasse um dia a ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Seria um ativo inestimável para suas atividades.O plano de Cachoeira de se aproximar do governo deu errado. Demóstenes, ao que tudo indica, ficou com receio de acabar alijado do Congresso. Ele estava convencido de que a cúpula do DEM pediria à Justiça a cassação de seu mandato por infidelidade partidária. A assessoria do Palácio do Planalto afirma que a presidente, Dilma Rousseff, não falou com Demóstenes desde que assumiu a Presidência.
De acordo com as gravações, o STF já era alvo de ações de Cachoeira. Na mesma conversa em que fala sobre Dilma, ele pede a Demóstenes para tentar influenciar uma decisão do ministro Luiz Fux, do STF. Estava na mesa de Fux um recurso do ex-governador do Tocantins Marcelo Miranda, impedido de assumir uma vaga para a qual fora eleito no Senado, por ter sido condenado por “abuso de poder político” na eleição de 2006. “Ele (Miranda) é um cara nosso”, afirma Cachoeira a Demóstenes. Miranda recorreu ao STF, e Demóstenes prometeu atender ao pedido de Cachoeira e ajudar. O ministro Fux afirma não ter sido procurado por Demóstenes. “O senador não falou comigo sobre isso”, disse Fux a ÉPOCA. “Se ele tivesse me procurado, eu o teria recebido, sem nenhum problema.” Em uma primeira decisão, Fux deu ganho de causa a Miranda. Dez dias depois, mudou sua decisão e cassou o registro da candidatura. “Depois que fui informado de que ele havia sido cassado na Justiça Eleitoral por abuso de poder político, e não pela Lei da Ficha Limpa, eu modifiquei a decisão”, afirmou Fux.
NEGÓCIOS O governador  de Goiás, Marconi Perillo (ao lado), o iate Casino Princesa  e a transcrição da conversa captada pela PF. Cachoeira tinha interesses na área de obras do governo Perillo.  Em Miami, comprou um cassino iate por uma pechincha (Foto: Monique Renne/CB/D.A Press e reprodução)
Outra gravação revela que, entre uma e outra decisão de Fux, houve tempo para a turma de Cachoeira comemorar a vitória parcial. A conversa ocorreu entre Cachoeira e Cláudio Abreu, diretor agora afastado da Delta Construções, apontado pela polícia como sócio de Cachoeira numa empresa. Num papo cheio de intimidades, um empolgado Abreu chama Cachoeira carinhosamente de “viado” e “desgramado”. Ele o avisa da decisão sobre Miranda. “Chefia, o Marcelo Miranda é senador”, diz Cláudio. “O bom é que eu sei que ele vai ser procurador seu e meu, né?” 
Na mesma conversa, Abreu e Cachoeira emendam outro assunto de estratégia político-empresarial no Tocantins. Abreu defende que a parceria com Miranda não represente uma ruptura com o adversário dele, o ex-senador Eduardo Siqueira Campos. Eduardo é secretário de Relações Institucionais no governo chefiado por seu pai, José Wilson Siqueira Campos, conhecido como Siqueirão. Cachoeira questiona se vale a pena continuar apostando em Eduardo Siqueira. “Eduardo também é bom, Carlinhos. Não pode falar mal dele não, cara”, diz Abreu. “Ele mandou dar o negócio pra nós lá: a inspeção veicular do Tocantins.”
Eduardo Siqueira Campos nega ter destinado um contrato para beneficiar empresa ligada a Cachoeira e Abreu. “Não há ainda definição sobre quem executará o serviço de inspeção ambiental em Tocantins”, afirma. Miranda nega ter pedido ajuda a Cachoeira, a Cláudio Abreu ou a Demóstenes para ter sucesso no STF. “Estou surpreso de ver meu nome citado por essas pessoas”, diz ele. “Cachoeira, por exemplo, eu mal conheço, só o cumprimentei uma vez.”
O Palácio do Planalto tem procurado se manter distante do assunto Cachoeira. Assessores da presidente Dilma avaliam que as denúncias podem paralisar o Congresso, com investigações sobre envolvimentos de parlamentares. Até agora, além de Demóstenes, cinco deputados aparecem nas investigações. O Planalto sabe que o governo de Goiás e o do DF serão os mais afetados pelo que ainda pode vir à tona. Governado pelo petista Agnelo Queiroz, o DF é uma preocupação do PT.
Em outra conversa captada pela polícia, Cachoeira e Abreu discutem a possibilidade de a Delta Construções obter um contrato na agência do governo de Brasília responsável pelo transporte público, a DF Trans. Cachoeira queria que a Delta fosse agraciada com um contrato de R$ 60 milhões para atuar no sistema automatizado de cobrança de passagem nos ônibus. Segundo ele, seria possível aumentar o valor do contrato em 30%. Cachoeira pede a Abreu que fale em nome da Delta porque “aí pesa mais”. A Delta afirmou que desconhece qualquer assunto relativo ao DF Trans e afirma não ter contratos com a estatal.
OUSADIA Cachoeira, Demóstenes e a transcrição do diálogo. Cachoeira queria que Demóstenes mudasse para o PMDB para se aproximar do Planalto e falar com a presidente, Dilma Rousseff. Não deu certo (Foto: Celso Junior/AE  e Sergio Lima/Folhapress)
Cachoeira também foi recebido por Jayme Rincón, presidente da Agência Goiana de Transportes e Obras (Agetop), uma espécie de secretaria responsável pelas obras em Goiás. Rincón foi um dos principais arrecadadores de dinheiro para a campanha eleitoral do governador Marconi Perillo (PSDB) em 2010. Ele é citado no inquérito da PF como alguém que conversou sobre a venda de uma casa com o ex-vereador tucano Wladmir Garcez. Segundo a Polícia Federal, Garcez é um dos principais assessores de Cachoeira.De acordo com Rincón, Cachoeira foi à Agetop acompanhado de Garcez e de um empresário do Tocantins. Segundo a PF, Garcez servia de intermediário nas conversas entre Cachoeira e Perillo e ajudou o governador a vender uma casa num condomínio nobre de Goiânia. Cachoeira morava nessa casa quando foi preso pela PF. Rincón disse a ÉPOCA que conhece Garcez, mas que jamais tratou sobre negociação de qualquer casa com ele.
Diante das crescentes denúncias envolvendo personagens da política de Goiás, Cachoeira começou a provocar baixas no governo goiano. Na terça-feira, Eliane Pinheiro, chefe de gabinete do governador Perillo, pediu para ser exonerada. Dias antes, ÉPOCA revelou que Eliane fora flagrada pela polícia em conversas com Cachoeira. Ela soube por Cachoeira que a PF iria à casa do prefeito de Águas Lindas, Geraldo Messias (PP), e o avisou. Diante do alerta, Messias fugiu.
O senador Demóstenes Torres tem preferido o silêncio. Seu advogado, Antônio Carlos Almeida Castro, o Kakay, disse que pedirá ao STF a anulação das provas em mãos da PF, especialmente as escutas telefônicas. Segundo Kakay, o STF deveria ter sido comunicado da investigação imediatamente após a descoberta do envolvimento de Demóstenes. Como senador, ele só pode ser investigado com autorização do Supremo. O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, afirma que os procedimentos da polícia e as escutas são legais.
Demóstenes foi levado, pela cúpula do DEM, a deixar o partido, na terça-feira. Por muitos anos, ele foi uma importante fonte de credibilidade e votos para a legenda. Agora, Demóstenes tenta retardar seu processo no Conselho de Ética do Senado. Conversou com o presidente da Casa, José Sarney, e com o líder do PMDB, Renan Calheiros. A presidência do conselho está vaga, e ninguém quer a posição. Os três conselheiros do PMDB – Renan Calheiros, Edison Lobão Filho e Romero Jucá – já foram protagonistas de escândalos. “Me deixa fora dessa!”, diz Lobão Filho. “Me botaram lá no conselho contra a minha vontade.”
A partir da investigação da PF é possível inferir que Cachoeira tinha uma estratégia ambiciosa. A crise financeira de 2008 abriu oportunidades nos Estados Unidos – e Cachoeira não as desperdiçou. Amigos afirmam que Cachoeira comprou um cassino instalado num iate de luxo, de 200 pés, o Casino Princesa. De acordo com a PF, Cachoeira e o empresário Mauro Sebben negociavam a compra de outro barco cassino, o Big Easy. No auge da crise, ofereceram uma ninharia. Os antigos donos haviam investido cerca de US$ 40 milhões no barco, mas não conseguiram pagar as contas. Numa conversa gravada pela PF em novembro de 2008, Sebben diz que o “velho”, sócio dele e de Cachoeira nos EUA, propôs que fizessem uma oferta de US$ 2 milhões. “É excelente. Mas não podemos pagar mais do que dois”, afirma Cachoeira. Na mesma época, numa conversa, Cachoeira e Sebben avaliam a compra de um contrato da empresa Multimedia Games com a loteria de Nova York. Sebben calcula que o faturamento anual seria de US$ 10 milhões. Os planos de Cachoeira não tinham limites – financeiros, geográficos ou políticos.
Escuta de 27 de abril de 2011
Carlinhos Cachoeira e Demóstenes Torres 

Carlinhos Cachoeira pede a Demóstenes para ajudar o ex-governador de Tocantins Marcelo Miranda (PMDB) no Supremo Tribunal Federal, para que ele pudesse tomar posse como senador (nas eleições de 2010, Miranda foi o segundo mais votado do Estado, mas não pôde tomar posse por causa da Lei da Ficha Limpa).
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Demóstenes consulta Cachoeira sobre uma possível mudança de partido. O senador diz que pensava em deixar o DEM.
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Cachoeira estimula o senador a trocar o DEM pelo PMDB para se aproximar da presidente Dilma Rousseff.
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Escuta de 4 de maio de 2011
Carlinhos Cachoeira e Cláudio Abreu, ex-diretor da Delta Construções 

Cachoeira e Cláudio Abreu falam sobre o ex-governador de Tocantins Marcelo Miranda (PMDB-TO) – segundo mais votado para o Senado em 2010 – e a respeito do secretário de Relações Institucionais de Tocantins e ex-senador, Eduardo Siqueira Campos (PSDB-TO).
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Escuta de 18 de novembro de 2008
Carlinhos Cachoeira e Mauro Sebben, empresário 

Os dois conversam sobre negócios relacionados a uma loteria em Nova York.
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Cachoeira e Mauro Sebben falam da eleição de Maguito Vilela (PMDB-GO) para a prefeitura de Aparecida de Goiânia (GO) e a influência de Maguito no Banco do Brasil.
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Mauro Sebben fala a Cachoeira sobre a oferta de um barco de US$ 40 milhões. A ideia é comprá-lo para ser usado como cassino no Brasil.

21 comentários:

  1. Como se pode ver das gravações, Demostenes Torres tinha planos de trocar de partido. Pretendia se transferir para o PMDB integrando assim a Organização Criminosa que governa o Brasil.

    Sua transferência para a base aliada contava com a simpatia de Dilma Rousseff que via com bons olhos a conquista de Demostenes Torres para o seu campo.

    Dadá, o araponga de Cachoeira, já havia participado do mensalão, o maior esquema de corrupção jamais visto nos 500 anos de história do Brasil, e participado da equipe da campanha eleitoral de Dilma Rousseff que pretendia montar um dossiê falso sobre José Serra.

    Tal e qual uma bactéria infecciosa, que se desenvolve e prolifera em ambientes sujos e contaminados, a corrupção também se prolifera em ambientes podres.

    Há nove anos a corrupção vem se institucionalizando no Brasil e se tornando cada dia mais impune.

    Este câncer se proliferou a partir do Palácio do Planalto infectando todos os poderes da união, inclusive a oposição.

    A reportagem da Epoca deixa bem claro que Cachoeira não agia somente junto a Demostenes. O governo federal está atolado até o pescoço neste mar de lamas.

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  2. É loucura ou semvergonhice? Ler uma coisa e comenta outra, Vai se tratar doido dos pãos.

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    1. Blatcher

      Mais uma vez você faz papel de idiota. Lacaio pau mandado do PT. Ou você não leu o artigo do princípio ao fim nem ouviu os audios, ou não entendeu nada e precisou pedir arrego aos seus donos do PT.

      A reportagem diz no primeiro parágrafo: "Numa das ligações captadas, Cachoeira orienta Demóstenes a aproveitar um convite para trocar o DEM pelo PMDB, com o propósito de se juntar à base de apoio do governo e se aproximar da presidente, Dilma Rousseff. “E fica bom demais se você for pro PMDB... Ela quer falar com você? A Dilma? A Dilma quer falar com você, não?”, pergunta Cachoeira. Demóstenes responde: “Por debaixo, mas se eu decidir ela fala. Ela quer sentar comigo se eu for mesmo".

      Não adianta ouvir os audios do post. São todos a mesma coisa. Sobre um navio parado em Tampa esperando a legalização do jogo no Brasil.

      Blatcher, use os sue neurônios. Vou repetir de novo, sua cabeça não é só para separar as orelhas e usar boné do PT.

      Use um pouco de auto crítica antes de vomitar besteiras no blog. Use argumentos e não insultos.

      Mas acho que você não tem capacidade para isto. É muito limitado. Tem cérebro de papagaio e só sabe repetir, e mal, as baboseiras que seus chefes do PT lhe ensinam.

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  3. Seria esse tal Laguardia o próprio Tio Rei? Ou estaria o Ze Bolinha postando comentários aqui com esse nick?
    Hummmmm... fico com a primeira hipótese.

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    1. Realmente para um lacaio do lulo petismo é difícil compreender que uma pessoa possa ver além do próprio umbigone se preocupar com a justiça social e o bem estar geral do povo. Um lulo petista lacaio dos socialistas de Platão não sabem o que é democracia e muito menos cidadania

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    2. Lacaios do lulo petismo não conseguem pensar nem ter auto critica, muito menos achar que outros possam ter pensamentos diferentes do grande líder Lula.

      Lacaios do lulo petismo caminham alegremente para o matadouro adorando o seu algoz.

      Lacaios do lulo petismo só usam a cabeças para separar as orelhas e usar boné do PT.

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    3. Porque esse tal laguardia num mostra a cara?
      É cara de pau!

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  4. Resposta para esse lacaio piguento intitulado laguardia: 77% de aprovação. Tá bom ou quer mais?

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    1. Adolfo Hitler tinha 80% de aprovação. Aprovação popular não torna uma pessoa honesta nem ética. Aprovação popular não é prova de honestidade.

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  5. Pra calar tua boca suja de vez, ou melhor, os dedos, lacaio, toma pra si este texto:
    Olha só quem lidera o ranking da corrupção comprovada no Brasil...


    Balanço do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral baseado em dados do Tribunal Superior Eleitoral sobre os partidos com maior número de parlamentares cassados por corrupção desde 2000. Portanto, você babaca papagaio da direita e do PiG, pense duas vezes antes de vir aqui dizer que a esquerda é corrupta...

    Gostou, papudo?

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    1. Babaca, você esta falando em corrupção ELEITORAL. Eu falo em corrupção geral. Fernando Pimentel roubou na prefeitura deBHZ. Não é corrupção eleitoral. O mensalão não foi corrupção eleitoral. Obras super faturadas não é corrupção eleitoral.

      Tomou papudo?

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  6. ! lugar: DEM
    2 lugar: PMDB
    3 lugar: PSDB
    9 lugar: PT

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    1. O ministro Carlos
      Luppi não perdeu o cargo por crime eleitoral
      Os crimes no ministério do turismo não foram crimes eleitorais
      Os crimes no ministério dos esportes não eram crimes eleitorais
      Os crimes de Fernando Palocci não eram eleitorais

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  7. PiG: diga-me com quem tu andas, que direi quem tu és...
    Textinho da época que o PiG e seus capachos lambiam as botas do senador Demóstenes "Cachoeira" Torres. E você acreditou que ele era um vestal da moral e dos bons costumes contra o "governo corrupto dos esquerdistas comedores de criancinhas", né? Senta, otário!

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    1. Nunca acreditei nisto nem confio em nenhum político. José Dirceu, Trves de Waldomiro Diniz já negociava com Cachoira. Os lacaios do lulo petismo continuam sem argumentos. Só sabem repetir as baboseiras do PT como papagaios mal amestrados.

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  8. Esse Lacraia deve ter tomado banho de cachoeira também. Quem defende bandido é bandido também.

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    1. É isto que vivo falando com o Briguilino. Ao defender os bandidos do PT ele é confundido com bandido também.

      Lacaios do PT só usam a cabeça para separar as orelhas e usar boné do PT.

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  9. Li seu blog pela primeira vez Briguilino. Parabens pelo Blog.
    Quanto a discussão acima é inócua, pois onde há paixão e ódio não há isenção e bom senso.
    As palavras do Laguardia são bastante semelhantes a do Artur Colérico Virgílio, a do Senador Álvaro Dias e do Agripino. Uma mistura de ódio, paradguima, preconceito e vontade desenfreada de voltar ao poder.
    Esperemos os resultados e quem será mais forte, a lei e a ordem ou a ordenação que o PIG já começou (evidenciado nos telejornais de ontem).

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    1. Edison

      Não há vontade de voltar ao poder de quem nunca esteve no poder. Você não conseguiu alcançar o alvo a que me proponho, provavelmente devido a preconceitos.

      A valorização do conceito de ética e de honestidade nunca esteve no poder no Brasil portanto não pode haver uma volta ao poder.

      O que queremos é o fim da corrupção e da falta de ética. O resultado que temos tido até agora nas últimas décadas é a banalização da corrupção, é a aceitação de que a corrupção é normal e que devemos fechar os olhos para a mesma.

      O que queremos é tolerância ZERO para com a corrupção. O que queremos é que nossos líderes e representantes, sejam de que partido forem, valorizem o comportamento ético e honesto e que sejam exemplos de ética e honestidade.

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  10. E esse fanático dos demotucanos Laguardia falando besteira aqui... O cara quer pegar a merda do seu partido (DEM e PSDB) e colocar a culpa no PT ainda... Haja falta de neurônios...

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    1. O anônimo, como todo lacaio lulo petista, não tem argumentos. Parte para insultos, como é comum entre os nazi-lulo petistas. Não tem autocrítica, só sabem repetir, como papagaios mal amestrados, o que seus chefes petralhas mandam.

      Sugiro que o anônimo use de argumentos para rebater as críticas.

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