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Era uma vez um clã honesto


Era uma vez um sábio ancião que vivia num país que praticava a democracia de fachada, formal. Ele era sabido e nenhuma questão que lhe fosse apresentada ficava sem resposta. Ele sabia de tudo. Nesse país tinha um rapaz que não acreditava que o velho tivesse resposta para tudo. O rapaz não se conformava com o fato do velho decifrar todo enigma, fosse sobre o que fosse. Durante muito tempo o rapaz ficou pensando, arquitetando uma maneira de pregar uma peça no sábio.

"Tem que haver uma forma de embaraçar ele. Ninguém sabe de tudo", matutava...

Um dia, de estalo veio a cabeça do jovem uma maneira de "pegar" o velho. Nem o mais sábio dos sábios teria como resolver o problema. 

"Colocarei em minha mão, fechada, um pequeno pássaro vivo e perguntarei ao sábio se o pássaro está vivo ou morto. Se ele responder que está morto, eu abrirei as mãos e o libertarei. Se ele responder que está vivo, eu o apertarei e o matarei. O sábio não terá saída. Assim fez.

Diante do sábio ele procedeu como acima exposto, perguntando se o pássaro estava vivo ou morto.

O sábio olhou bem nos olhos do rapaz e respondeu: "Meu bom homem, a vida desse pásssaro está em suas mãos ".

Muitas vezes, por diversas formas, a vida de outro ser está em nossas mãos. Cabe a nós a responsabilidade de escolher entre matá-lo ou salvá-lo. 

Pitaco do Briguilino: A lição do texto acima cai como uma luva para o caso Queiroz/STF/Bolsonaro. Se o supremo com tudo proibir as investigações sobre o clã, eles ainda continuarão posando de honestos. Se as investigaçoes continuarem, serão desmascarados e todos ficarão sabendo que não passam de um bando de ladrões. 
Simples assim!
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