Frase do dia

A vida é uma piada ...de pernas abertas.
Joel Neto

Mensagem da Verdade


Em qualquer mensagem de otimismo, vamos encontrar quase sempre as mesmas palavras, dirigidas a milhões de seres humanos, diferentes.

É comum vermos a afirmação de que se deve viver o dia de hoje, sem nos preocuparmos com o amanhã...
Mas o que é o amanhã?...

Nada, além de um reflexo do hoje...a colheita do que semeamos hoje.

Não se pode viver em função do amanhã, mas pode-se muito bem moldá-lo em pensamentos bons, aconchegantes, ornamentados com esperanças e confiança... pode-se SIM esperar o amanhã, e acreditar nele...acreditar que ele será melhor que hoje. E ele será!

Outra constante afirmação, tida como verdade, é a de que nossa felicidade está dentro de cada um, que não depende do “outro”, mas essa afirmação é muito mais abrangente do que a sua própria proposição.
A felicidade depende sim, de cada um de nós, mas cada um de nós temos uma necessidade singular, para sermos felizes.
Há quem seja feliz, pelo canto de um pássaro, pelo vôo de uma borboleta, pela aterrissagem de uma gaivota na praia...
Há quem seja feliz, simplesmente ao orar, quando na súplica silenciosa, tudo o que pede, é para alguém, nunca para si próprio.
Há quem seja feliz, por andar, falar, sorrir...simplesmente por existir.
Mas há também, em maior número talvez, quem precise mais para ser feliz.

Quem queira perseguir um sonho grande, viver um grande amor, deleitar-se numa paixão...para só então, dizer:
Sou feliz!

Ninguém está errado, senão Deus nos teria feito em série, todos exatamente iguais. Nossos semblantes, tal qual as nossas almas, diferem entre si...o importante é ouvirmos sempre, nosso coração, intuição, qualquer que seja o nome que se dê, àquela voz quase imperceptível que nos soa ao ouvido muitas vezes, quando estamos parados:
-Vai... voe para longe... o mundo te pertence!

Se não negarmos nossa voz interior, fatalmente seremos felizes, porque ela é o pequeno e necessário empurrão
que Deus nos dá, para que cheguemos todos ao topo da montanha.

Lá está...imponente e bela...
 A VERDADE!

A verdade de cada um...consequentemente, a Felicidade de cada um.



Vem amigo...se precisar de mim, estarei sempre aqui, ao seu lado nessa escalada.
fisgado do Guia de Mulher

2011: o PIB e a volta do Estado-Nação

O PIB de 2011 mostra um recuo assustador do setor industrial na economia: de 2010 para 2011, a fatia da indústria no PIB recuou de 16,2% para 14,6%. As vendas do setor varejista cresceram mais de 7% no ano passado, mas produção industrial apenas 0,3%: a diferença foi atendida pelas importações, impulsionadas pelo Real forte, consequência do ingresso maciço de capital especulativo, atraído pelos juros siderais do país. 

O conjunto explica por que o investimento brasileiro despencou do equivalente a mais de 21% do PIB em 2010 para menos de 5% dele em 2011. Não há panacéia para reverter a espiral descendente da atividade industrial e, por tabela, do investimento. 

A solução, em primeiro lugar, contempla uma ousadia política: entender que o Estado-Nação, ou seja, a soberania sobre a moeda, portanto, o controle sobre o fluxo de capitais estrangeiros, tornou-se um imperativo histórico diante da desordem financeira e cambial gerada pelo colapso do neoliberalismo. 

À contragosto do mainstream neoliberal e financista, a agenda do Estado-Nação está de volta. Ainda que a mídia conservadora omita, é a pauta óbvia por trás da guerra cambial denunciada pela Presidenta Dilma Rousseff, que apontou o dilúvio monetário como uma nova forma de protecionismo dos Estados ricos; é o que está por trás da reforma no BC argentino (Leia reportagem nesta pág); é também o que explica, em boa parte, a opção eleitoral da sociedade russa por um Estado forte (com as devidas e justas ressalvas à precariedade da democracia russa, nascida para legitimar o saque contra o patrimônio público soviético). 

A volta do Estado-Nação --repita-se, a soberania no manejo da moeda, do câmbio e dos juros-- não representa um retorno ao nacional-desenvolvimentismo dos anos 50/60, que subestimou a questão social e ignorou o meio-ambiente na ordenação estratégica do crescimento. Tampouco significa uma alternativa global à montanha desordenada de ruínas produzida pela crise de 2008. Trata-se ,porém, da opção disponível à deriva mundial alimentada por uma lógica financista que até o colapso das subprimes arrogava-se virtuosa, eterna e universal. 

Hoje, avulta até aos olhos desavisados, aquilo que se pretendia universal era um feixe de interesses pantagruélicos, engendrados pela supremacia das finanças desreguladas, cuja regressividade eviscerou Nações, Estados, direitos sociais e a própria subjetividade. A percepção consciente ou intuitiva de que há incontornável necessidade de um poder capaz de barrar e reverter essa engrenagem, explica a urgência de se devolver o imperativo da soberania à caixa de ferramentas da política econômica brasileira.

por Saul Leblon

Agente do Bem


O Agente do Bem tem como objetivo isentar as famílias carentes do município do pagamento das contas de água e energia elétrica. De imediato o programa vai atender a um número aproximado de mil famílias, que serão cadastradas por meio dos 114 agentes capacitados, que farão visitas nas residências com o objetivo de identificarem as famílias em vulnerabilidade social e que atendam aos requisitos exigidos pelo programa:  renda mensal de até R$ 70 e famílias que moram em condições precárias, como é o caso das casas construídas à base de madeira e barro, as conhecidas taipas.
            Para se manter no programa as famílias terão que manter alguns requisitos básicos: manter a caderneta de vacinação das crianças em dias; ausência de focos de doenças endêmicas nos domicílios (larva do mosquito da dengue, por exemplo); combate a violência doméstica; manter os filhos na escola pública com freqüência mínima de 85% para alunos de 04 a 17 anos; manter um consumo de água de no máximo 10m³ mensal e de energia elétrica em até 65Kw. Além disso, as famílias com vulnerabilidade social devem matricular seus filhos nos programas sociais para serem assistidos pelos CRAS e CREAS.

O que temem os oficiais da reserva do Clube Militar?


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Subiu - de 98, na semana passada - para 647 o total de assinaturas do manifesto de militares da reserva com críticas à presidenta Dilma Rousseff e ao ministro Celso Amorim (Defesa). Questionaram uma presumida anuência da presidenta sobre as posições relativas ao período da ditadura militar e à importância da Comissão da Verdade explicitadas por duas ministras suas, Maria do Rosário (Direitos Humanos) e Eleonora Menicucci (Proteção à Mulher). E, ainda que a presidenta – chefe em comando das Forças Armadas - tenha determinado a retirada do manifesto dos militares da página do Clube Militar na internet e a punição dos autores do documento, eles não se intimidaram. Engrossaram suas fileiras.

Sabemos que os militares da reserva têm o direito de se manifestar. Ironicamente, esses militares invocam, hoje, as mesmas garantias individuais que a ditadura suprimiu. E, a propósito da ditadura, o país vai, sim, descobrir seu passado e os crimes cometidos naquele período. Esse é o papel tanto da Comissão da Verdade, quanto da Justiça. A cada dia, vêm à tona revelações de testemunhas e a localização de provas e documentos oficiais.

Foi bom que o episódio das críticas dos oficiais da reserva ocorresse. O nível desse grupo de reservistas foi tornado público com a insólita entrevista de seu líder, o general Luiz Eduardo Rocha Paiva. Entre suas pérolas (leia mais neste blog), o general declarou que a violenta repressão ocorrida na Argentina e Chile se deu pelo caráter “hispânico” desses povos.


Quem os está estimulando a falar?

“São países com a veia espanhola muito radical e muito açodada e são condições diferentes do país”, afirmou. Daí, raciocinou o militar, a razão da intensidade da repressão naquele país. A afirmação foi feita apesar de todos sabermos que o presidente Salvador Allende, à época, liderava um governo democrático e pacífico.

Mas o que temem esses militares e quem os está estimulando a se manifestar desta forma? Os torturadores e os que participaram dos crimes da ditadura, ou certa direita, saudosa dos tempos passados, quando golpes eram dados com o apoio dos Estados Unidos em toda América Latina?

O que eles querem deter? As investigações, ou a roda da história no Brasil e na América Latina? Nós e a sociedade democrática, todos partidos, não devemos nos intimidar com essas manifestações. Ao contrário.

Com a palavra, o Congresso Nacional


Devemos apoiar a presidenta Dilma Rousseff e a sua autoridade, como comandante supremo das Forças Armadas. Com a palavra os partidos e o Congresso Nacional, as entidades e os movimentos sociais, os empresários e os trabalhadores, seus sindicatos e centrais.

Marley & Eu

[...] "Cães não precisam de carros luxuosos, casas grandes ou de roupas chiques. Água e alimento já são o suficiente. Um cachorro não liga se você é rico ou pobre. Esperto ou não. Inteligente ou não. Entregue o seu coração e ele dará o dele. De quantas pessoas podemos dizer o mesmo? Quantas pessoas fazem você se sentir raro, puro e especial? Quantas pessoas nos fazem sentir extraordinários?"

Educação é pública, sem privatizações nem políticas geridas pelo mercado II



A diferença básica entre a Finlândia e o Brasil é que lá os impostos, que são altos, são bem aplicados em benefício do povo, educação, saúde, seguridade social etc.

No Brasil, onde os impostos também são altos, os mesmos não são aplicados em benefício do povo, mas sim no benefício pessoal de nossos governantes. São gastos com o pagamento de altos juros que só beneficiam os banqueiros, que por sua vez fazem polpudas doações para o partido no poder.

A corrupção institucionalizada e impune é outro sorvedor de dinheiro do povo.

O estado gigantesco com milhares e milhares de funcionários público que contribuem com parte de seu salário para financiar o partido no poder é outra fonte de gasto público que não beneficia a população.

Não há interesse do governo brasileiro em promover a justiça social. O lulo petismo tem um projeto de poder, e para se manter no poder distribui migalhas para o povo enquanto que engordam suas contas bancárias no exterior.



A carga tributária da Finlândia é de 43% do PIB, a nossa é de 38% do PIB.

Com esta carga tributária tão alta por que é que nós não podemos ter um melhor sistema de saúde, uma melhor qualidade de ensino, uma melhor assistência social?

A resposta é uma só. Nossos governantes não enxergam além do próprio umbigo e não têm nenhum interesse em beneficiar o povo.

Sejam estes governantes do PT, do PSDB ou de que partido for.