Desenho a lápis


Dane Marques Andrade - colaboradora sob coerção


Via Face

A moda agora é

Somos todos Moros!

Já foram todos "japonês da federal"
Cunhas
Joaquim Barbosa
Aécio Neves

Amanhã serão Bolsonaros

Eita gente pra gostar de coisa ruim.

by Dane Marques Andrade

Briguilina do dia

Aécio da Cunha Neves tem dois problemas:
Furnas
E
Urnas.

Se bem que por enquanto ele está muito tranquilo, para os vesgos Moro e Janot e pau que dá em petista não dá em colega tucano.

Também leia: Veja - manipulação e canalhice

Tucano quer impedir que Lula seja ministro

O avô Mário Covas deve estar se revirando no túmulo.
Não demoro o neto apresenta projeto proibindo:

  • Mulher, pobres e pretos de votar
É apenas questão de tempo e esse moleque está lambendo as botas do Bolsonaro. Confira reportagem do SP 247, abaixo:


- O deputado federal Bruno Covas (PSDB-SP) anunciou hoje terça-feira 15, em sua página no Facebook, que pretende apresentar um projeto de lei para impedir que pessoas sem diploma de ensino superior assumam o comando de ministérios. "Vou pedir para votar para acabar com essa piada de mau gosto que a presidente quer fazer com o Brasil!! Chega!! Impeachment já", postou o tucano.
A proposta chega após a praticamente confirmada ida do ex-presidente Lula a Brasília, onde deverá assumir o ministério da Secretaria de Governo no lugar de Ricardo Berzoini, conforme noticiou a Reuters, com base em uma fonte no Planalto. Em um vídeo publicado em sua página, Bruno Covas anuncia a apresentação do projeto, a fim de "impedir que essa aberração aconteça".


Veja - manipulação e canalhice?...

Você vê ali.
Basta abrir o panfleto oposicionista em qualquer página.
Confira mais uma tucanice dessa decadente publicação:

Aloizio Mercadante - Nota de esclarecimento

1)   Em relação à matéria veiculada pela revista Veja, em 15/03/2016, o Ministro Aloizio Mercadante esclarece que:
a)   Tomou uma iniciativa de caráter eminentemente pessoal e política de solidariedade, especialmente em relação à família do senador Delcídio, que foi alvo de uma ampla exposição na internet, após a sua prisão;
b)   Jamais tentou impedir a delação do senador Delcídio do Amaral;
c)   Deixou claro que não se envolveria na defesa dele no processo judicial;
d)   Defendeu que qualquer procedimento de defesa se desse com legalidade, transparência e consistência;
e)   Jamais intercedeu junto a qualquer autoridade do Poder Judiciário, Ministério Público ou Senado Federal pelo senador Delcidio do Amaral;
f)    A menção às autoridades foi no contexto, a partir de sua experiência como ex-senador, da defesa construir uma tese que ensejasse uma nova manifestação do Senado;
2)   O ministro Aloizio Mercadante repudia com veemência a tentativa do senador Delcidio do Amaral e de seu assessor, Eduardo Marzagão, de transformar um gesto de solidariedade, em momento de grande dificuldade pessoal, em elemento jurídico em busca de um benefício judicial, razão pela qual adotará todas as medidas judiciais cabíveis em face de ambos.
3)   por fim, o ministro já se colocou imediatamente à disposição da PGR, do STF e do Congresso Nacional para prestar todos os esclarecimentos necessários.
4)   A fim de ser restabelecida a verdade ressaltamos alguns trechos transcritos do áudio e outros omitidos na transcrição da reportagem da revista Veja:
a)   Não houve qualquer tentativa de impedir a delação do senador: “tem que construir uma saída para ele sair de lá. Uma saída viável. Se ele tá ameaçando a delação... mesmo que ele queira fazer. Eu não vou entrar nisso. A decisão é dele. É um direito dele, ele faz o que achar que deve.”(Trecho omitido)
b)   Mas é o seguinte, eu não tenho nada a ver... o Delcídio... zero... não tô nem aí se vai delatar, não vai delatar, não tô nem aí...” (Trecho publicado)
c)   Defesa do processo dentro da legalidade: “só dar pra fazer coisa na legalidade, com transparência, com consistência, porque senão não vai prosperar... (Trecho omitido)
d)  Não houve interferência na defesa do senador: “Eu não vou me meter na defesa dele. Não sou advogado, não tenho o que fazer, não sei do que se trata, não conheço o que foi feito.” (Trecho publicado)

Luis Nassif - o xadres do estado policial no dia, D+

Vamos ao nosso balanço pós-crise
A rigor, manifestações servem apenas para o exercício da catarse e para expor o verdadeiro tamanho de alguns personagens públicos, jornalistas, políticos.
O efeito de fato é sobre a perspectiva futura do eleitorado. Nesse sentido, as manifestações são eficientes por demonstrar capacidade de mobilização contra o governo e as esquerdas em geral.
Mas é apenas um fator.
O que se discute hoje em Brasília é mais amplo do que a votação em 2018: é disputa de poder real, atual, do momento e as expectativas de poder a partir de 2018.
Vamos a um pequeno rescaldo dos fatos do momento.

Fato 1 – O D+ do impeachment.

Não há consenso sobre o dia seguinte de um eventual impeachment.
Há um enorme conjunto de interrogações no ar, o que dificulta o pacto pró-impeachment.
A maior parte das alternativas degola Dilma e leva junto o vice-presidente Michel Temer. Se Lula conseguir apresentar uma alternativa minimamente viável, ainda pode segurar o PMDB.
Chama a atenção o fato de, na delação do senador Delcídio do Amaral, nenhum procurador ou delegado ter manifestado a mais remota curiosidade sobre o papel de Gregório Preciado – ligado ao senador José Serra – nas relações com empreiteiros. Como se recorda, Preciado foi expressamente mencionado por Bernardo Cerveró – o filho de Nestor – na conversa grampeada com Delcídio, que serviu de base para a prisão do senador.

Fato 2 – Lava Jato e o estado policial.