Rir é o melhor remédio

Um homem internado no hospital, quase morrendo, diz para a esposa:

👨 Amor, quando eu morrer case-se com o Isaías, promete?

👩 Meu nego você odeia o Isaías.

👨Por isso mesmo, quero que ele se foda!!!

😂 😂 😂 😂 😂 😂 😂

Doria trai Alckmin

No PSDB já não é mais segredo que João Doria declarou guerra ao governador Geraldo Alckmin; em conversas com tucanos paulistas, o prefeito tem bombardeado Alckmin; interlocutores têm saído horrorizados com a má propaganda; segundo Rosângela Bittar, chefe de redação do Valor em Brasília, Doria não perde oportunidade de dizer que vem aí uma bomba, uma delação irrespondível, que esse "negócio de cunhado" é difícil... Enquanto espalha perfídias, o prefeito se solta pelo Brasil, não fica em São Paulo, e vai abrindo picadas para sua candidatura presidencial.
do Brasil 24/7 -

Judiciário, o mais corrupto dos poderes

Gilmar Mendes é um legítimo e fiel representante desse bordel vip
Corja!
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Colunista do dia

Fernando Horta - a estética do fascismo
 Os regimes fascistas e nazistas foram os primeiros a entenderem a importância dos meios de comunicação de massa para a política. No final dos anos 20 e início dos anos 30, o rádio se constituía na grande novidade da tecnologia transformada em produto pelo capitalismo. O rádio, paulatinamente, diminuía de tamanho físico e se tornava um aparelho fundamental na vida das pessoas, em tempos de paz e, mais importante ainda, em tempos de guerra.

 O nazismo foi ainda mais além, reconhecendo, na segunda metade dos anos 30, a importância da comunicação, em todas as suas áreas. Hitler e Goebbels, por exemplo, conceberam a necessidade de uma comunicação efetiva, que transmitisse mais do que apenas o texto ou a narração. Contrataram a cineasta alemã Leni Riefenstahl porque, diziam eles, precisavam “aliar a arte à política”. Eis o ponto. Riefenstahl criou uma estética para representar o nazismo. Uma estética embebida em sentidos políticos e sociais que são replicados até os dias de hoje.
Walter Benjamim, estudando o fenômeno, afirmou que o cinema tinha sido “apropriado” pelo fascismo. A construção das massas como participantes pelo poder fascista se dá no sentido estético. Tão somente. É nos filmes, na retratação das festas nacionais, nos momentos políticos fabricados para consumo artístico que o fascismo se encontra com o povo. Este encontro tem sempre um sentido simbólico e estético que, nas palavras de Benjamim, captura “a aspiração por novas condições sociais” que as massas têm e a usa em benefício de uma “minoria de proprietários”.
O Führer tinha receio de que o nazismo fosse visto e compreendido como uma ideologia de ódio e guerra. A violência só poderia ser aceita, numa Europa que recém havia saído de uma guerra mundial (1914-1918), se ela tivesse um fim superior. Esta finalidade deveria ser entendida como imperativa, ética, boa e coletivamente significativa. O “povo” (volk em alemão) cumpriu este papel. Claro que o povo tinha que ser diminuído. Nem todos poderiam ser povo. As perseguições à todas as minorias éticas, aos homossexuais e aos dissidentes religiosos fizeram uma depuração do povo. A elitização da ideia de povo já estava constante na teoria da supremacia do ariano (alemão).
Trabalhar a comunicação sobre este “povo”, de forma mítica (criando uma história de superioridade) e estética (através da representação das lideranças como emergidas do “povo”), não era só uma questão lateral. O cerne da estética fascista é representar-se sempre como justo, e coletivamente bom. Várias são as estratégias para alcançar a “Força pela Alegria” (Kraft durch Freude), desde o aumento de festas e feriados nacionais, até a representação das lideranças sempre de forma sóbria, limpa e populares. O nazismo inventou o “João Trabalhador”. E o fez de forma consciente, eis que Hitler, no livro Mein Kampf, afirma que o objetivo central é brigar com os “vermelhos” pelo sentido dos termos “trabalhador”, “revolução” e “socialismo”.
As representações em imagens dos líderes fascistas obedeciam sempre ao mesmo padrão. Câmera posicionada abaixo do indivíduo, cores sóbrias e um jogo de luz e sombra que faziam a estética representar perfeitamente o discurso: um líder austero, superior e iluminado. A disputa de significados vinha sempre carregada contra os movimentos de esquerda. O fascismo é, antes de tudo, anti. Apresentava-se como uma solução viável ao capitalismo financeiro predatório (no contexto da crise de 29) através da exaltação da força do capitalismo nacional. Apresentava-se como uma alternativa à luta de classes, preconizada pelos socialistas e comunistas, através da noção de “todo”, de “pátria” e de “volk”. O povo é uno e indivisível. Para os fascistas, não há luta de classes, isto é uma invenção da esquerda para destruir a pátria.
A beleza do corpo, o belo como padrão estético das lideranças, foram explorados em todas as suas esferas, desde fotos até filmes. O filme de Riefenstahl sobre as Olimpíadas de 1938 (Olympia) tem como principal personagem o belo. O fascismo alimentava o estereótipo da perfeição não apenas esteticamente, mas como uma busca política. Hugo Boss foi o designer de todos os uniformes nazistas. A monstruosidade linda e bem vestida. Daquilo que é belo e uno surge ser também bom e correto. A estética fascista configurava a exata ideia da superioridade que o regime construía na cabeça de seus seguidores.
Não é difícil encontrar no Brasil atual a mesma estética. Líderes sóbrios, plano de foto inferior ao fotografado, cores neutras. O belo como predomínio do sentido, a austeridade da imagem que não guarda rasgos de cores, formas ou texturas. O jogo de luz e sombra a destacar a qualidade estética e transmuta-la em sentido social. A retórica acompanha a valsa com a estética. O líder anti luta de classes que vai unir o “povo” e fazê-lo trabalhar. Que cria, inova e faz renascer a ideia de país. Que “trabalha” e surge fisicamente em diversos papeis, aproximando-se esteticamente daquilo que não é.
Cria-se o anti.
Em qualquer banca, perto de você.***
É sempre bom lembrar que os paladinos da moral e ética, os arautos das ilegalidades do MP e Judiciário (contra seus inimigos), terminam por quebrar seus próprios espelhos, basta esta mesmas instituições (citadas acima), pisarem nos seus calos.


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Temer estuda alíquota de 35% no Leão

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"Alguma coisa subiu à cabeça da banda malvada da equipe de Henrique Meirelles. Diante do risco de revisão da meta fiscal de 2017, essa ala do Ministério da Fazenda manuseia propostas para elevar a arrecadação do Tesouro. Uma das ideias é criar nova alíquota de Imposto de Renda para os brasileiros abonados. Hoje, a tarifa mais alta cobrada das pessoas físicas é de 27,5%. A nova faixa iria a 35%. Aprovada neste ano, reforçaria os cofres de 2018. 
Michel Temer deveria pedir a Meirelles para segurar a ala carrasca da Fazenda. Se a proposta chegar ao Congresso, a popularidade do presidente da República, hoje na casa dos 5%, rente ao chão, desceria ao subsolo. Melhor evitar. Numa hora dessas, não convém cutucar a plateia com o pé para saber se ela ainda morde."  Josias de Souza
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Todo mundo sabe que no Brasil quem paga impostos são os pobres e a classe média. Os ricos proporcionalmente paga muito menos, isso sem falar na roubalheira desembestada que praticam via sonegação e evasão de divisas. Mas, basta falar em cobrar algo deles e vem seus porta-voz na mídia defende-los (vide o artigo acima). Bom não esquecer: Essa corja acabou com a CPMF, imposto que combatia a sonegação, e exatamente por isso foi extinto.
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Bom dia!

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Entre os erros mais comuns das pessoas está o de vê apontar os defeitos dos outros e não enxergar os próprios. 
Melhor que criticar é elogiar e se preciso, aconselhar. 
Pense nisso e seja feliz.
Bom dia!
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Gilmar: Janot é um desqualificado


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Gilmar Mendes, ministro do STF - Supremo Tribunal Federal -, afirmou que: "Rodrigo Janot é o Procurador-Geral da República mais desqualificado que passou pela história da Procuradoria, porque ele não tem condições, na verdade, não tem preparo jurídico nem emocional para dirigir algum órgão dessa importância." 

Assessores do Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot disseram em off a alguns jornalistas que sobre o que afirmou Gilmar Mendes, ele falou apenas o seguinte:
- Posso não ter preparo jurídico e emocional para dirigir algum órgão importante. Porém, mesmo assim ainda tenho mais que ele, e com uma diferença fundamental, Eu não sou corrupto!
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