O IBOPE É UMA EXCRESCÊNCIA

Impossível é um termo muito forte para definir qualquer grau de dificuldade.
Todavia, não há outra definição que exprima o meu sentimento de contrariedade e exacerbada repulsa ao me deparar com matéria no G1 nesta segunda, dando conta da nova pesquisa CNI/IBOPE.

Tal pesquisa, de maneira afrontosa, mentirosa e com evidentes características de manipulação aponta o Zé Serrágio em disparado crescimento nas intenções de voto. E o pior: com baixo índice de rejeição sem nada que justifique tecnicmente a situação.

(Deve ter sido pela sua possível ligação com o Mensalão dos Demos de Brasília e porque o Azeredo virou réu e se transformou, de fato e de direito, no Pai dos mensaleiros do País ou porque a viga do Robanel só destruiu cinco veículos e a enchente – sua nova aliada para destruir o Estado – matou apenas cinco pessoas em SP.)

E ainda tem o cinismo de dizer que nesse quesito (rejeição) a Ministra Dilma Rousseff ocupa o primeiro lugar.

Se fosse verdade o que o IBOPE diz – já que a encomenda dessa pseuda pesquisa pela CNI não passa de um embuste e tem a mão da própria Globo e do Zé Pedágio – 41% dos entrevistados não votariam de jeito nenhum na Ministra-Chefe da Casa Civil.

É necessário um grau elevadíssimo de descaratez para afirmar que um sujeito como Serra sobe numa pesquisa nacional e que sua rejeição só faz cair.

Qualquer débio mental sabe que a verdade está na inversão dos dados.

Logo, o IBOBE/Globo/CNI/Direitona mente e manipula os números e a população.

Esse verborrágico senhor que aparece em primeiro lugar nas pesquisas do IBOPE é o mesmo que acabou com a Educação e trucidou as Polícias em São Paulo, que enche os cofres da Abril comprando-lhe tudo sem licitação e há quinze anos constroi o Robanel, a maior obra em andamento no País em matéria de desvio de recursos públicos e que vai acabar com o próprio Estado a depender do rigor das chuvas que bastam cair com ímpeto um pouco maior para dá origem a uma enchente com aspecto e efeito de tragédia.

Se vivêssemos em um país sério onde Parlamento e Judiciário fossem comprometidos com os valores éticos e morais e se fizessem respeitar, algo já teria sido feito para enquandrar essa vil organização de pesquisa.

O que ela faz com os números não tem uma definição que a qualifique.

Pode-se imaginar o que esse daninho instituto não fará até a eleição presidencial e se chegará o dia em que dará a Ministra Dilma como primeira colocada nas intenções de voto.

Tenho o pressentimento de que isso jamais ocorrerá.

Dilma Rousseff será eleita presidente ainda em primeiro turno sem que o IBOPE e a Globo a reconheçam como tal.

Até a boca de urna deles apontarão a vitória de Zé Pedágio...

Issso se ao menos ele for candidato.

O IBOPE é igual ao PIG. Não merece ser levado a sério.
O IBOPE é uma excrescência.

O erro da oposição

O erro da oposição não é falta de fôlego para chegada. 

O erro é do duelista desafiante que escolhe lutar com as armas que não domina bem.


Por que a oposição não defende mais suas teses de tamanho de estado, choque de gestão, privatização? Porque seus principais governadores não lograram bons resultados para defenderem junto à população (tarifas caras como pedágios, aumento de impostos, via substituição tributária em plena crise, políticas estaduais de fomento e de geração de empregos tímidas, etc.


Acreditaram que dominavam melhor o discurso udenista da ética. Mas aí já foi aposta de alto risco. À medida que as cartas foram sendo colocadas na mesa, os episódios do Rio Grande do Sul, da Paraíba, o recuo diante da reação do PMDB de Sarney, outros escândalos menos famosos localizados, e finalmente o do DF, mostraram que as cartas que tinham na mão eram bem piores do que as do governo.


A CPI da Petrobras foi um erro craso. É uma das empresas mais transparentes e fiscalizadas do mundo, inclusive por comissões do próprio Congresso. Não havia razão objetiva para uma CPI. A oposição contava com factóides que seriam repercutidos na imprensa. Na era da internet, um simples blog corporativo da empresa se encarregou de desfazer os factóides, respondendo ponto a ponto as acusações com total transparência.

Duarte

HOJE ME BATEU UMA SAUDADE

Já são três meses sem a tua presença.
Há noventa dias ficamos órfãos do teu sorriso.
Você se foi mas deixou esta saudade que insiste em doer aqui dentro da gente.
E hoje ela bateu forte, me apertou o peito e axacerbou a minha tristeza. Mas eu não reclamo por isso.

Parece que a lacuna deixada com a tua ausência não se fecha nunca.
Que aquele dia nem ao menos existiu – já que o que deveria ser um sonho é uma realidade da qual não se pode fugir – mas ao mesmo tempo parece que ele ainda não acabou.
Que a luz da tua estrela continua a irradiar luz em nossas vidas,
E continua mesmo!!!
Porque para mim – e para todos que te conheceram e te amaram – tu continuas a viver.
Tu vives na nossa memória. E a nossa alma vivifica a tua de maneira permanente.
Porque “a memória acende a luz que a morte apaga”.
Por isso a tua luz permanecerá acesa para nos auxiliar a vermos no crepúsculo o Caminho da Verdade que nos leva à Vida em plenitude.
Não quero lhe causar incômodo nem que sofras se sofremos esta saudade.
Ela é um sentimento natural causado pela perda de quem se ama.
Se bem que eu acho que nós não te perdemos.
Nós a penas percebemos que partistes precoce e inesperadamente, sem aviso algum.
Mas sabemos onde estás.
Se caso puderes pedir algo àquele que te levou com Ele, pedes força e luz para aquela que te gerou no seu ventre.
Para que ela viva longamente a fim de que outras pessoas que dela tanto necessitam continuem também a viver.
Mas não peça para aliviar em nós a saudade de ti, pois ela é o combustível que alimenta a lembrança.
Por que queremos manter acesa entre nós a tua luz para que seja imorredora na nossa a tua memória, Leonardo Mota Araújo.

Esteja em paz

O exercicio do Outro

Quando estão tomando seu café no único bar de Saint-Savin, seu amigo lhe pergunta se conhece o filósofo Bozorgmehr. Pilar acena negativamente com a cabeça.

- É um velho místico iraniano, e costumava dizer:

"Eu já estive diante de muitos inimigos, mas nenhum deles foi mais difícil de derrotar, que o inimigo que carrego dentro de mim".

"Já lutei com muitos rivais, mas os piores foram aqueles que se diziam meus amigos".

"Já comi muitas coisas deliciosas, e já me apaixonei muito, mas a melhor coisa que me aconteceu foi ter uma saúde boa".

"Já fui atacado e ferido muitas vezes, mas os ferimentos mais dolorosos vieram da boca de pessoas que considerava nobres".

Faz uma pausa.

-Você conhece o exercício do Outro? Ele faz parte de uma história escrita há cem anos, cujo autor...

- Esqueça o autor, e me conte a história - pede, enquanto andam pela única praça de Saint-Savin.

- Um sujeito está em um bar com o seu grupo, quando entra um velho amigo, que vivia tentando acertar na vida, sem resultado.

"Vou ter que dar uns trocados para ele", pensa.

Acontece que, naquela noite, o tal amigo está rico, e veio expressamente para pagar todas as dívidas que havia contraído no decorrer dos anos.

Além de reembolsar os empréstimos que lhe foram feitos, ele mandar servir uma rodada de bebida para todos. Quando lhe indagam a razão de tanto êxito, responde que até dias atrás estava vivendo o Outro.

- O que é o Outro? - perguntam.

- O Outro é aquele que me ensinaram a ser, mas que não sou eu. O Outro acredita que a obrigação do homem é passar a vida inteira pensando em como ter segurança para não morrer de fome quando ficar velho. Tanto faz planos, que só descobre que está vivo quando seus dias estão quase terminando.

- E você, quem é?

- Eu sou o que qualquer um de nós é, se assim desejar: uma pessoa que se deslumbra diante do mistério da vida. Só que o Outro, com medo de decepcionar-se, não me deixava agir.

- Mas existe sofrimento - dizem as pessoas no bar.

- Ninguém escapa do sofrimento. Por isso, é melhor perder alguns combates na luta por seus sonhos, que ser derrotado sem sequer saber por que você está lutando.

"Quando descobri isto, acordei decidido a ser o que realmente sempre desejei. O Outro ficou ali, no meu quarto, me olhando. No começo, não aceitou sua condição, e vivia insistindo para voltar a possuir minha alma. Mas eu não o deixei mais entrar - embora tenha procurado me assustar algumas vezes, me alertando para os riscos de não pensar no futuro. A partir do momento em que expulsei o Outro da minha vida, a energia Divina operou seus milagres".

Vamos ajudar o Tavinho quebrar o Grupo Folha

Apoio a posição do internauta João Batista, que escreveu o seguinte:


Azenha e Conceição: estou defendendo uma campanha da blogosfera contra empresas que financiam através de publicidade o grupo folha. Postei a mensagem abaixo no site do PHA:

"PHA e amigos: a campanha tem que ser mais ampla. Explico melhor: em uma economia capitalista o que vale é o dinheiro, certo? Certo!


Eu sou correntista do Banco Itaú há uns treze anos. Classe média, já financiei carro por lá, fiz crédito pessoal, pago seguros em conta corrente, enfim, faço minha movimentação financeira no Itaú.


Escrevi hoje (sábado) um e-mail ao fale conosco do portal do Itaú dizendo que eles tem todo o direito de investir em publicidade onde quiserem, mas que eu também tenho o direito de não financiar (ainda que indireta e parcialmente, através do lucro que minha movimentação financeira proporciona ao Banco) empresas que fazem o que o Grupo Folha faz.


Logo, expús com educação que eu vou fechar minha conta no Itaú e outra no Unibanco - que faz parte do Grupo Itaú, onde recebo salário de um dos meus empregos (classe média se mata de trabalhar).



Logo, estou propondo a todos aqueles que tenham relações comerciais com os patrocinadores do Grupo Folha, que enviem mensagens aos mesmos demonstrando seu descontentamento com o patrocínio e avisando que não terão mais relacionamentos com empresas que gastam verbas publicitárias em jornalismo de esgoto.

Vamos ajudar o Tavinho a cumprir seu destino mais rápido: o de quebrar o Grupo que seu pai deixou de herança."


É uma questão de Saúde Pública

Oposição não quer apurar


Tucademopiganalhas, Quem te viu, quem te vê, quem te conhece não pode desconhecer que sempre age assim... Para os amigos tudo. Para os inimigos a lei! 


Ex-governador do Distrito Federal, o senador Cristovam Buarque (PDT-DF) vê uma mudança nos rumos das discussões políticas no Congresso. Segundo ele, a oposição, que tanto pregava a apuração de toda e qualquer denúncia contra o governo Lula, agora não quer levar para o Congresso as investigações que envolvem o governador José Roberto Arruda (DEMO).


Cristovam está atrás de assinaturas para a instalação da CPI do Mensalão do Arruda, que pretende investigar um esquema de pagamento de mesada a parlamentares distritais e aliados do governador do Distrito Federal. Conseguiu apoio de apenas sete senadores até agora, muito pouco em relação às 27 assinaturas mínimas necessárias.


O pedetista afirma que o DEMO, o PSDB e o PMDB, partidos envolvidos nas denúncias, dificultam a criação de uma comissão parlamentar de inquérito para aprofundar as investigações da Operação Caixa de Pandora, da Polícia Federal. As acusações ameaçam o cargo do governador do DF e de seu vice, Paulo Otávio (DEM).
O líder do DEM, José Agripino (RN), diz que não há motivo para a abertura de uma nova CPI no Congresso. “Os pedidos de impeachment, o processo de expulsão do partido, já estão implícitos nisso tudo. Tudo isso já é objeto de investigação. Não precisamos fazer o que já está sendo feito”, disse Agripino ao Congresso em Foco.

O senador potiguar nega que seu partido esteja em mobilização para impedir a instalação da CPI. “Pra quê? Para impedir uma coisa que já está em curso?”, questionou o senador potiguar, para quem o Senado só deve “fazer investigação daquilo que nos compete”. Ao ser perguntado se apoiava ou rejeitava a criação da CPI, Agripino foi enfático. “Sou a favor da expulsão do Arruda.”



Os vídeos divulgados até agora também respingam na cúpula peemedebista. O presidente da Câmara, Michel Temer (SP), o líder do partido na Casa, Henrique Eduardo Alves (RN), e os deputados Eduardo Cunha (RJ) e Tadeu Filippelli (DF) são citados no inquérito como beneficiários do esquema de mesada a aliados. De acordo com o dialogo, R$ 800 mil mensais eram pagos a esses deputados em troca do apoio ao governador do DF. Os parlamentares negam veementemente qualquer relação com o caso.

O desafio das drogas - Fernando Henrique Cardoso


Um dos temas mais difíceis do mundo contemporâneo é o que fazer com o uso de drogas. Existem algumas comprovações bem estabelecidas sobre a questão. Se é verdade que sempre houve consumo de diferentes tipos de drogas em culturas muito diversas – embora não em todas –, não menos verdade é que ele no geral se deu em âmbito restrito e socialmente regulamentado, principalmente em cerimônias rituais. Não é este o caso contemporâneo: o uso de drogas se disseminou em vários níveis da sociedade, com motivações hedonísticas; no mais das vezes, sem aprovação social, embora, dependendo da droga, haja certa leniência quanto aos usuários.

Sabe-se também que todas as drogas são nocivas à saúde, mesmo as lícitas, como o álcool e o tabaco. E que algumas são mais nocivas do que outras, como a heroína e o crack. A discussão sobre se o consumo de drogas mais fracas induz ao de outras mais fortes é questão médica sobre a qual não há consenso. Para fins de política pública, o importante a reter é que as drogas produzem consequências negativas tanto para o usuário quanto para a sociedade e que reduzir ao máximo o seu consumo deve ser o principal objetivo.

A discussão, portanto, é sobre diferentes estratégias para atingir o mesmo objetivo. Até agora, a estratégia dominante tem sido a chamada “guerra às drogas”. Foi sob a sua égide, sustentada fundamentalmente pelos Estados Unidos, que as Nações Unidas firmaram convênios para generalizar a criminalização do uso e a repressão da produção e do tráfico de drogas.

Decorridos 10 anos, a agência da ONU dedicada às drogas se reuniu este ano em Viena para avaliar os resultados obtidos pela política de “guerra às drogas”. Simultaneamente, na Europa e na América Latina, comissões de personalidades independentes fizeram o mesmo, apoiando-se em análises preparadas por especialistas. Eu copresidi com os ex-presidentes da Colômbia e do México, respectivamente César Gaviria e Ernesto Zedillo, a Comissão Latino-Americana. Nossa conclusão foi simples e direta: estamos perdendo a guerra contra as drogas e, a continuarmos com a mesma estratégia, conseguiremos apenas deslocar campos de cultivos e sedes de cartéis de umas a outras regiões, sem redução da violência e da corrupção que a indústria da droga produz. Logo, em lugar de teimar irrefletidamente na mesma estratégia, que não tem conseguido reduzir a lucratividade e consequentemente o poderio da indústria da droga, por que não mudar a abordagem? Por que não concentrar nossos esforços na redução do consumo e na diminuição dos danos causados pelo flagelo pessoal e social das drogas? Isso sem descuidar da repressão, mas dando-lhe foco: combater o crime organizado e a corrupção, ao invés de botar nas cadeias muitos milhares de usuários de drogas.

Em todo o mundo, se observa um afastamento do modelo puramente coercitivo, inclusive em alguns Estados americanos. Em Portugal, onde, desde 2001, vigora um modelo calcado na prevenção, na assistência e na reabilitação, diziam os críticos que o consumo de drogas explodiria. Não foi o que se verificou. Ao contrário, houve redução, em especial entre jovens de 15 a 19 anos. Seria simplista, porém, propor que imitássemos aqui as experiências de outros países, sem maiores considerações.

No Brasil, não há produção de drogas em grande escala, exceto maconha. O que existe é o controle territorial por traficantes abastecidos principalmente do Exterior. Dada a miserabilidade e a falta de emprego nas cidades, formam-se amplas redes de traficantes, distribuidores e consumidores que recrutam seus aderentes com facilidade. O país tornou-se um grande mercado consumidor, alimentado principalmente pelas classes de renda média e alta, e não apenas rota de passagem do tráfico. Enquanto houver demanda e lucratividade em alta, será difícil deter a atração que o tráfico exerce para uma massa de jovens, muitos quase crianças, das camadas pobres da população.

A situação é apavorante. O medo impera nas favelas do Rio. Os chefões do tráfico impõem regras próprias e “sentenciam”, mesmo à morte, quem as desrespeita. A polícia, com as exceções, ou se “ajeita” com o tráfico, ou, quando entra, é para matar. A “bala perdida” pode ter saído da pistola de um bandido ou de um policial. Para a mãe da vítima, muitas vezes inocente, dá no mesmo. E quanto à Justiça, não chega a tomar conhecimento do assassinato. Quando o usuário é preso, seja ou não um distribuidor, passa um bom tempo na cadeia, pois a alegação policial será sempre a de que portava mais droga do que o permitido para consumo individual. Resultado, o usuário será condenado como “avião” e, tanto quanto este, ao sair, estigmatizado e sem oferta de emprego, voltará à rede das drogas.

É diante dessa situação que se impõem mudanças. Primeiro: o reconhecimento de que, se há droga no morro e nos mocós das cidades, o comércio rentável da droga é obtido no asfalto. É o consumo das classes médias e altas que fornece o dinheiro para o crime e a corrupção. Somos todos responsáveis. Segundo, por que não “abrir o jogo”, como fizemos com a aids e o tabaco, não só por intermédio de campanhas públicas pela TV, mas na conversa cotidiana nas famílias, no trabalho e nas escolas? Por que não utilizar as experiências dos que, na cadeia ou fora dela, podem testemunhar as ilusões da euforia das drogas? Não há receitas ou respostas fáceis. Pode-se descriminalizar o consumo, deixando o usuário livre da prisão. As experiências mais bem-sucedidas têm sido as que vêm em nome da paz e não da guerra: é a polícia pacificadora do Rio de Janeiro, não a matadora, que leva esperança às vítimas das redes de droga. Há projetos no governo e no Congresso para evitar a extorsão do usuário e para distinguir gradações de pena entre os bandidos e suas vítimas, mesmo quando “aviões”, desde que sejam réus primários. Vamos discuti-los e alertar o país.



Comentário:
Como sempre o tucano fica em cima do muro.
Minha opinião é que seja legalizado o comércio de drogas - todas -. Assim como é o de bebida e cigarro.  

  1. Se isto fosse feito diminuiria demais a corrupção policial.
  2. Acabaria de vez com a hipocrisia que impera neste assunto.
  3. A sociedade teria muito mais responsabilidade para combater este mal, o uso de drogas - todas sem exceção -.
  4. E o combate começaria com mais vigor por parte da familia e tendo como parceiro a educação familiar e formal. 
Participe do debate, dê a sua opinião.