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Mostrando postagens de Outubro 28, 2014

A Presidenta Dilma Rousseff defendeu, para o seu segundo mandato, uma regulamentação econômica dos meios de comunicação no Brasil

O tema, que já havia sido discutido durante a campanha pela reeleição, volta a tona após a última edição da revista Veja sobre as denuncias de corrupção na Petrobras em meio ao processo eleitoral."Como qualquer setor, a mídia tem que ter regulações econômicas. Vou discutir bastante antes de fazê-la. Direito de resposta é democrático e deve ser regulamentado", afirmou ao SBT Brasil nesta terça-feira (28).Abaixo, outras frases de Dilma:
A prioridade com os EUA é vasta. Abarca questões econômicas, acordos bilaterais, tributações, e parceria em inovação.Marcamos de nos encontrar no G-20, na Austrália. Vamos tomar todas as medidas para continuar nossas relações estratégicas.Na pauta, questões econômicas, bitributação, acordos comerciais, questões contraditórias resolvidas, como o caso do algodão.Caso Petrobras:
A direção da Petrobras foi técnica. Passei a não deixar indicação política dentro da Petrobras. Vai continuar assim.Sobre CPI da Petrobras: "Tudo que for investigaç…

Economia - Bovespa

A Bolsa de Valores, onde o dinheiro se aventura sob inescrupulosas manipulações, é paradoxalmente o valhacouto dos espertos e o inferno dos bobalhões.

O grande mote dos especuladores é jogar com os acontecimentos políticos como monitores dos humores do mercado. Assim, encobrem suas peripécias típicas de um moderno faroeste urbano.

Com a reeleição de Dilma, tentaram pegar os bobalhões forçando a queda premeditada das ações da Petrobrás e de alguns bancos. Estes foram na pilha e jogaram seus papéis na fogueira, valendo menos 10%.

Nesta terça-feira, sob o pretexto de que o mercado reagiu bem à entrevista da presidenta reeleita a duas redes de tvs, os espertos puxaram para cima e ganharam uma baba na revenda em cima dos bobalhões.

Com a ajuda de uma mídia dividida entre a incompetência deprimente e a má fé ousada os especuladores tentam fazer crer que é no pregão da Bovespa que pulsa o coração financeiro do país. Se ela despirocar, o Brasil afunda.

Neste momento, 11h31m do dia 28, registr…

As eleições e a organização sistemática do ódio

Orville Faubus, governador do Arkansas de 1955 a 1967, estava muito mal nas pesquisas eleitorais para sua reeleição, pois seu governo desagradou a todos. Só um milagre o salvaria.

Foi quando a Suprema Corte americana decidiu que as escolas públicas de todo o país deveriam aceitar nas mesmas salas tanto alunos negros como brancos. Nisso, Faubus viu uma possibilidade. Primeiro, ele ligou para Washington perguntando se mandariam forças federais para conter a violência que eclodiria nas escolas no próximo período letivo, o que deixou o governo federal em alerta. A verdade é que não havia indícios de violência, era tudo invenção. Mas Fabus providenciaria o circo sangrento.

A seguir, o governador pediu ao comissário de polícia e amigo pessoal Jimmy Karam que organizasse secretamente uma quadrilha de brutamontes. Quando as aulas começaram, a quadrilha agrediu um grupo de estudantes negros que pertenciam a um time de basquete, e esses revidaram com igual violência. Porém, a versão da polícia …