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Ambicioso?

Eu só quero ganhar sozinho a mega da virada, isso é ser ambicioso?...
Acho que não.


Go: o jogo chinês


Venho aqui partilhar com vocês que estou completamente encantada com Go, um jogo chinês que só me dispus a praticar há pouco tempo.
Pra quem curte xadrez, jogos de raciocínio e matemática este é o melhor de todos os jogos!! Não tem pra nenhum outro!
Apesar de pouco divulgado no Brasil, existe há mais de 4.000 anos e deu origem ao xadrez. Também é conhecido como Weiqi ou Baduk.
O jogo de Go (pronuncia-se i-gô) é um jogo aparentemente simples e sem graça. Porém sua simplicidade é aparente. É conhecido entre seus apreciadores como a "arte da harmonia"... Um jogo entre dois adversários de grande habilidade, terminará com as pedras numa disposição absolutamente harmônica.
O jogo de Go é jogado em um tabuleiro (goban) geralmente feito de madeira com 19 linhas intercaladas com outras 19 linhas. Este é considerado o tabuleiro padrão e utilizado em jogos profissionais. Há um tabuleiro com formato 9x9 ( para iniciantes) e outro intermediário de 13x13.
As pedras utilizadas no jogo são geralmente pequenas peças chamadas de go-ishi feitas de vidro, conchas, pedras ou plástico, sendo 181 para as pretas e 180 para as brancas. Estas pedras devem ter o tamanho exato para serem colocadas na posição correta que é sempre na interseção das linhas no tabuleiro. São acondicionadas em potes de onde são retiradas pelo jogador quando necessário.
O número de jogadas possíveis é tão grande, que é calculado em três vezes maior que o número de átomos existentes na Via Láctea, o que inviabilizou, até hoje, um programa realmente eficiente para jogar-se Go no computador.
Bom, há muito que falar sobre o Go e seria cansativo, portanto quero apenas deixar aqui minha dica pra apreciadores de matemática e xadrez pra que se deem ao prazer de jogar Go, pois garanto que é delicioso. É também viciante e a gente pode chegar a ficar dias jogando sem se cansar e tentando sempre estratégias diferentes pra "cercar" o adversário.
No Brasil você poderá encontrar bons jogos somente online, porque dificilmente há jogadores pra se apreciar pessoalmente a adrenalina do Go. Nem mesmo no YouTube tem muita coisa, uma pena.
Na Wikipédia que deixo logo abaixo, nas "ligações" externas há links pra jogos e dicas de como jogar Go.
Vale a pena mesmo aprender a jogar Go! 
Abelha

Jogando combinados

Em 12 de Junho de 2009 escrevi o post Palitinhos falando sobre Lula ter pego a mão dos seus adversários - eleição -. O meu amigo Laguardia comentou que Dilma não passaria sequer para o 2º turno rssss.

Hoje o que vemos é que para oposição a coisa tá como a cantiga da perua de pió a pió. Não bastasse Lula para surrar esta oposiçãozinha caldo de bila, ele ainda joga combinado com a presidente.

É tuxrma dos 5%, Lula e o "poste" não matam. Mas, que maltratam...maltratam.

Hipocrisia aritmética

por Rangel Cavalcante no Diário do Nordeste
Todo esse imenso tsunami de corrupção e sujeira com que o caso Carlinhos Cachoeira inunda o Brasil teria sido evitado se não fosse a teimosia de todos os governantes brasileiros - a cumplicidade de alguns - desde o marechal Dutra até hoje. Nada disso existiria se o ingênuo marechal não tivesse posto na ilegalidade o jogo-do-bicho, numa das mais gaiatas e nocivas decisões governamentais dos últimos tempos. Tornar o bicheiro contraventor fez surgir no País uma das maiores fontes de corrupção de todos os tempos. Não é preciso detalhar os efeitos disso. 

O jogo ilegal passou a ser a grande fonte de renda de governantes, políticos de todos os matizes, administradores e, principalmente, de policiais. Temos, hoje, um dos maiores índices de corrupção policial do planeta. Mas, vejamos a hipocrisia de tudo isso. Uma hipocrisia aritmética. O bicho foi proibido por ser jogo de azar. O mais gaiato é que jogo deixa de ser de azar se for autorizado pelo governo, como ocorre com as muitas loterias exploradas pela Caixa. Ora, todos os jogos do governo são mais de azar do que o do bicho. A prova disso está nos dados fornecidos pela própria Caixa Econômica. Quem faz uma fezinha no jogo-do-bicho tem uma chance em 10 mil de acertar na milhar. Parece muito, mas não é. Pois quem faz uma aposta na Mega-Sena tem apenas uma chance em mais 50 milhões (exatas 50.063.860) de acertar os seis números. Cinco mil vezes menos do que na loteria zoológica. Na Timemania, a chance é de uma em mais de 26 milhões. Na quina, o apostador tem uma oportunidade entre mais de 24 milhões. A coisa se repete na Lotomania que paga a um entre 11 milhões. O menos azarado de todos os jogos oficiais é a Loto-Fácil, pagando a um entre 3 milhões de apostadores, 300 vezes mais azarado do que o bicho. Ora, a hipocrisia do Estado nesse caso é aritmética. 

A corrupção na política e nas polícias existe simplesmente porque o jogo-do-bicho é proibido. E tem que pagar caro para existir. Hoje, o aparato político e policial corrompido é tão poderoso que impede a legalização desse jogo. Legalizar é fechar a torneira dos bilhões que sustentam a proteção à clandestinidade. Livre, o bicheiro não precisa pagar para não ser preso. Por que a própria Caixa não explora o "bicho", o menos azarento de todos os jogos de azar do País? Seria dar emprego digno a milhares de pessoas, arrecadar bilhões em impostos e cortar pela raiz um dos mais importantes focos de corrupção do Brasil.

Quem tem medo de Cachoeira?

O empresário de jogatina [bingo, caça-niqueis, jogo do bicho], ameaça colegas de jogos, padres, juízes e políticos e policiais. Provas estariam escondidas numa chácara em Anápolis.
por Claudio Dantas Sequeira na IstoÉ

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DEVASTADOR
Pivô do escândalo que levou à queda de Waldomiro Diniz da Casa Civil em 2004,
Carlinhos Cachoeira diz ter em seu poder novos grampos
Nas últimas semanas, a revelação das conexões do bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, com políticos, empresários e policiais estremeceu a capital federal. O arsenal de informações contidas no inquérito da Operação Monte Carlo foi tão devastador que conseguiu silenciar uma das principais vozes da oposição, o senador Demóstenes Torres (DEM/GO). O parlamentar, porém, pode não ser o único a cair em desgraça sob a acusação de manter ligações perigosas com o contraventor. Para tentar entender por que Cachoeira atemoriza tanta gente, mesmo isolado numa pequena cela do presídio federal de Mossoró, Rio Grande do Norte, ISTOÉ ouviu pessoas ligadas a ele. Os relatos dão conta de um esquema milionário que abasteceu o caixa 2 de diferentes partidos. Os pagamentos eram acertados pelo próprio Cachoeira com os arrecadadores de campanha. E o que mais provoca temor em seus interlocutores e comparsas: a maioria dessas negociatas foi devidamente registrada pelo empresário da jogatina. 

Em pouco mais de uma década, o bicheiro acumulou um vasto e explosivo acervo de áudio e vídeo capaz de comprometer muita gente graúda. Na operação de busca e apreensão na casa de Cachoeira no início do mês, a PF encontrou dentro de um cofre cinco CDs avulsos. 
No entanto, outra parte do material – ainda mais explosivo – estava escondida em outro lugar, uma chácara em Anápolis (GO). O local sempre serviu como espécie de quartel-general para reuniões do clã Cachoeira, além de esconderijo perfeito para seu acervo de gravações. Conforme apurou ISTOÉ, nos vídeos que ainda estão em poder de Cachoeira não constam apenas reuniões políticas ou pagamentos de propina. Lá há registros de festinhas patrocinadas por ele com a presença de empresários e políticos. Uma artilharia capaz de constranger o mais desinibido dos parlamentares.
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FIM DE LINHA
Flagrado em conversas nada republicanas com o contraventor, o senador Demóstenes
Torres deixou a liderança do DEM no Senado. Constrangido, avalia renunciar ao mandato
O modus operandi de Cachoeira não é novidade. Em 2004, uma dessas gravações deflagrou o escândalo que levou à queda de Waldomiro Diniz, ex-assessor do então ministro da Casa Civil, José Dirceu. Depois do escândalo, ele foi para a Argentina, de onde passou a operar. No Brasil, quem gerenciava o jogo para o bicheiro, num esquema que movimentou R$ 170 milhões em seis anos, era seu braço direito Lenine Araújo de Souza. Cachoeira também contratou arapongas bastante conhecidos em Brasília, como Jairo Martins, o sargento Dadá e o ex-delegado Onésimo de Souza. Consta do inquérito da PF que pelo menos 43 agentes públicos serviam a Cachoeira.“Quem detém informação tem o poder”, dizia o bicheiro. Antes de ser preso, ele recebia mensalmente gravações e um relatório dos monitoramentos dos alvos e dava novas diretrizes de ação, inclusive a elaboração de perfis de autoridades de interesse. Boa parte disso está guardada em seu QG, a chácara em Anápolis. Este mês, dois novos vídeos circularam na imprensa. Neles, o bicheiro conversa com o deputado federal Rubens Otoni (PT- GO) sobre pagamentos para a campanha do petista. Até agora, Otoni não se explicou. A divulgação da conversa com Otoni, porém, foi uma pequena amostra do poder do bicheiro. Apenas um dos vários recados que ele enviou a Brasília desde que foi preso em fevereiro. Pessoas próximas a Cachoeira dizem que ele ainda tem muita munição. As mensagens foram captadas pela cúpula petista, que acionou o ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos. Ele reuniu-se com a mulher de Cachoeira, Andressa, no último dia 21, e pediu que convencesse o marido a se controlar, com a promessa de que conseguiria retirá-lo da cadeia em breve. Andressa voou para Mossoró e deu o recado de Thomaz Bastos ao bicheiro. Desde então, ele silenciou à espera do habeas corpus. 

Ao mesmo tempo, porém, Carlinhos Cachoeira mandou espalhar que possui gravações contra políticos de um amplo espectro partidário. É o caso, por exemplo, dos integrantes da chamada bancada do jogo que defendia a regularização dos bingos no País. Além do deputado goiano Jovair Arantes (PTB), arrolado no inquérito da Operação Monte Carlo, mantinham contatos frequentes com Cachoeira os deputados Cândido Vaccarezza (PT-SP), Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), Lincoln Portela (PR-MG), Sandro Mabel (PR-GO), João Campos (PSDB-GO) e Darcísio Perondi (PMDB-RS). Todos têm mantido silêncio absoluto sobre a prisão de Cachoeira.

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ALVOS 
Segundo a PF, Cachoeira teria alimentado campanhas do governador
de Goiás, Marconi Perillo (acima), e do deputado petista Rubens Otoni (abaixo)
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A lei do silêncio foi seguida também pelo senador Demóstenes, que, além de presentes, teria recebido pelo menos R$ 1 milhão do esquema do bicheiro. Para investigar essas e outras, Demóstenes teve seu sigilo bancário quebrado pelo STF na quinta-feira 29. Outro que em breve terá de se explicar é o governador de Goiás, o tucano Marconi Perillo. Segundo o inquérito da PF, Cachoeira indicava pessoas para cargos de confiança no governo Perillo. A PF suspeita ainda que o dinheiro repassado por Cachoeira às campanhas de vários políticos viria não só da contravenção, mas de contratos entregues a empreiteiras para quem o bicheiro serviu de intermediário.

Cascata & Cachoeira a dupla revelação de 2012

Sucessos conhecidos por poucos da dupla goiana Cascata & Cachoeira: *Canção " Las Vegas ", 2008 não teve a repercussão merecida pelos meios piguianos de comunicação. Porém, com o estrondoso e inegável sucesso da * Canção " Monte Claro " eles não tiveram mais como esconder o talento ímpar da dupla goiana em ganhar dinheiro com a exploração de caça-níqueis e  bingos. 

A opinião pública [ não a publicada ] também exige que o Procurador Geral da República - Roberto Brindeiro Gurgel -, explique a lentidão para reconhecer o trabalho da dupla, se desde 2008 já tinha conhecimento das obras dos artistas.

Esta próxima semana é esperada a chegada da dupla ao topo das paradas políticas.

Vamos aguardar. 

Bichado, Carlinhos Cachoeira negocia delação premiada

O bicheiro preso no dia 29 de Fevereiro negocia com o Ministério Público um acordo de delação premiada. 

Nas investigações feitas pela PF - Polícia Federal - foram reveladas a relação do contraventor com políticos de vários partidos. 

Os mais importantes e conhecidos destes políticos são o Governador Marconi Perillo [PSDB] e o senador Demóstenes Torres [DEM]. 

Jovair Arantes [PTB e Carlos Alberto Léreia [PSDB] também conversavam muito com bicheiro.

O deputado federal por Goiás Rubens Otoni [PT] aparece em dois vídeos conversando com Carlinhos Cachoeira sobre doação de campanha [caixa 2].

Torço para que o acordo seja selado e o bicheiro revele os nomes de todos que fazem parte da sua extensa quadrilha. 

Quem for honesto se aguente. Quem é desonesto que se arrebente.

A batalha pela a alma de Miami

[...] a polêmica sobre um cassino de 3 bilhões de dólares

Trechos do artigo de Andrés Oppenheimer no Miami Herald e La Nacion

1. Finalmente, vários meses após a euforia inicial sobre o anúncio dos planos de uma empresa da Malásia de construir uma mega cassino de 3 bilhões de dólares em Miami, estamos vendo o início de um debate sobre se isso mudaria a cidade para melhor ou para pior. A batalha pela alma de Miami já começou. Deveria Miami tornar-se outra Las Vegas, dedicada a atrair jogadores ricos da América Latina e da Europa? Ou deveria continuar construindo baseada no seu status de sede de escritórios latino americanos de empresas multinacionais e de centro bancário, serviços de saúde, artístico e educacional?

2. Para colocar de outra forma, você quer que Miami seja conhecida por ter um dos maiores mega cassinos do mundo? Ou você preferiria que ela fosse conhecida como um centro de comércio mundial que já tem 1000 empresas multinacionais, um reluzente Parque de Pesquisas de Ciências da Vida e Tecnologia da Universidade de Miami e a feira anual Art Basel, uma das mais importantes exposições de belas artes do mundo?

3. O Grupo Genting, da Malásia, anunciou em maio que havia comprado por 236 milhões de dólares o prédio do jornal The Miami Herald, localizado em frente à baía, como parte do plano de construir um gigantesco centro turístico. O complexo teria quatro hotéis ultramodernos com um total de 5.000 quartos, duas torres de apartamentos com 1.000 unidades, mais de 50 restaurantes e 60 lojas de luxo. De acordo com a Genting, se receber a licença para jogos, o projeto vai criar 15 mil empregos diretos e indiretos na construção e outros 30 mil empregos permanentes. Os prefeitos de Miami e do condado Miami-Dade, apoiaram a ideia do projeto.

4. Minha opinião: tudo vai depender de como os legisladores da Flórida irão regular os mega cassinos. Se for permitido aos cassinos construir gigantescas torres iluminadas com luzes piscando, rodeados por letreiros luminosos de "Mulheres, Mulheres, Mulheres!" e lojas de penhor, isso matará Miami como centro internacional de negócios. Por outro lado, se os legisladores exigem que os mega cassinos tenham uma aparência discreta, como o atual local de máquinas de jogos e poker de Gulfstream de Hallandale Beach - onde não se veem enormes letreiros luminosos na rua - e se adotarem leis rigorosas para impedir que Miami se converta em uma Meca de prostitutas, bêbados, ladrões e vigaristas, o projeto do Grupo Genting poderia ser uma boa adição para a cidade.

5. Mas, por agora, eu não sou neutro sobre o assunto. Levando em consideração que os legisladores estatais provavelmente serão vulneráveis as grandes promessas de dinheiro em tempos de crise, temo que não serão muito rigorosos na regulamentação dos mega cassinos. A menos que o Legislativo me convença do contrário, acredito que os mega cassinos prejudicarão Miami.

Chega de hipocrisia

Legalização já, do aborto e dos jogos de azar...
Os de sorte [loterias] estão todos legalizados e explorados a contento.

Depois de defender a descriminalização do aborto, o governador Sérgio Cabral ontem se disse a favor da legalização do jogo. 
 
Ele argumentou que o Brasil é o único país do Mercosul onde o jogo é proibido e lembrou que países da Europa, da América do Norte e até a China já liberaram a jogatina. 
 
"Chega de demagogia e hipocrisia. Para ter o jogo é só estabelecer regras rígidas e controle. Essa verba arrecadada poderia beneficiar muita gente e gerar empregos", disse Cabral, que criticou a Câmara por ter rejeitado, na terça, projeto que liberaria o bingo. 
 
"Como diria o grande Mário de Andrade, são as coisas do Brasil: a saúva, a jabuticaba... Francamente, temos problemas sérios, muito maiores, quando o jogo se torna ilegal", disse, lembrando que, na clandestinidade, o setor não paga impostos. 
 
"Então, deixo essa reflexão natalina para vocês e para 2011, com menos hipocrisia e mais vida como ela é", disse, durante evento realizado pela Loterj.

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Legalização sim

A quem interessar possa e também para os não interessados, minha opinião sobre a legalização de jogos e drogas é a seguinte:
Sou a favor de legalizar tudo, sem exceções!!! 
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