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Tasso perde altitude e periga não se eleger

O crescimento da candidatura Dilma  está produzindo o  que só aqueles que confiam no raciocínio e no instinto do povo brasileiro podiam imaginar. E, com a aproximação das eleições, as pesquisas  -  tirando, claro, o Datafolha, que não é pesquisa, é propaganda – vão mostrando situações em que poucos analistas políticos acreditavam.

Tasso “Jatinho” Jereissati, por exemplo era, há dois meses, “barbada” na eleição do Senado, com 60% das intenções de voto. Vem caindo, caindo – como o Tijolaco.com  registrou aqui e aqui – e agora parece que entrou mesmo em pane. Uma pesquisa Vox Populi divulgada ontem à noite  igualou-o aos candidatos dilmistas – Eunicio Oliveira, do PMDB, e José Pimentel, do PT -. Os números: Tasso, 46%, Eunício, 44%, e Pimentel, 43%, com margem de erro de 3,5%.  Há quatro  dias, segundo o Datafolha, ele tinha três pontos sobre Eunício e oito sobre Pimentel.
Vai ser apertado, mas acho que vamos ter dois novos  senadores do Ceará  apoiando o Governo Dilma.

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Dilma surpreende aliados com visita surpresa ao Ceará

Dilma Rousseff, passou algumas horas desta terça-feira (21) em Fortaleza, onde gravou na Praia de Iracema seu programa eleitoral voltado para propostas ao Nordeste. Ela não concedeu entrevistas, mas comentou que gostou de comer uma patinha de caranguejo.
Dilma chegou e deixou o Ceará pelo terminal de passageiros do antigo aeroporto Pinto Martins, por meio do hangar da TAF. Ela foi conduzida ao aeroporto pelo candidato à reeleição ao Governo do Estado, Cid Gomes (PSB), pelo deputado federal Ciro Gomes, além dos candidatos da coligação ao Senado, Eunício Oliveira e José Pimentel e da prefeita Luizianne lins (PT). Ela veio de Belo Horizonte (MG) e seguiu daqui para Salvador (BA).
DETALHE 1 – Dilma ainda usa botinha ortopédica, consequência de uma queda em acidente doméstico.
DETALHE 2 – Dilma não se cansou de elogiar a paisagem da cidade a partir do espigão da praia de Iracema. Naquela banda, sem dúvida, Fortaleza é bela.
DETALHE 3 – Dilma veio gravar no Nordeste para seu programa, depois de ter dispensado participação no primeiro debate promovido por cadeia de emissoras de tv da região, capitaneadas pelo SBT Nordeste, ontem à noite, a partir doRecife (PE).

Ceará - Na segunda pesquisa, os números mantêm o quadro da primeira com a vantagem de Cid sobre os demais candidatos

Os números da última pesquisa do Ibope apontam para a reeleição do governador Cid Gomes (PSB). Se as eleições fossem hoje, Cid teria 31% a mais das intenções de votos de todos os outros seis candidatos ao Governo do Estado do Ceará. O governador hoje tem 61% da preferência do eleitorado cearense.



O segundo colocado na pesquisa é o candidato Lúcio Alcântara (PR) com 17%. Na pesquisa anterior ele aparecia com 24%. Marcos Cals hoje tem 10%, um ponto acima do que recebera na pesquisa anterior que foi publicada no último dia 3 de agosto. Os demais candidatos ficaram com os mesmos números da pesquisa anterior.



Um total de 69% dos eleitores cearenses disseram, ao responder a pergunta "Independente da sua intenção de voto, quem o (a) sr (a) acha que será o próximo Governador do Ceará", que será Cid Gomes; apenas 9% citaram o nome de Lúcio Alcântara e 3% o de Marcos Cals. Nenhum outro candidato foi citado.



Senado

Quanto ao quesito rejeição, a candidata do PCB, Nati é apontada por 25% dos entrevistados, seguida de Gonzaga, do PSTU, com 23%, Soraya Tupinambá, do PSOL, com 22%, Lúcio Alcântara com 21%, Marcelo Silva, do PV, com 19%, Marcos Cals com 17% e Cid Gomes, em último, com 14%.



A segunda pesquisa do Ibope para o Sistema Verdes Mares, divulgada parcialmente ontem pela TV Verdes Mares, foi realizada entre os dias 30 de agosto e primeiro de setembro, com um total de 1204 eleitores de vários pontos do Estado. O instituto fez o registro da pesquisa no Tribunal Regional Eleitoral e no Tribunal Superior Eleitoral, respectivamente com os números 49584/2010 e 27049/2010.



Os eleitores também foram ouvidos sobre a disputa pelas duas vagas no Senado da República. O senador Tasso Jereissati (PSDB) é o preferido de 63% dos eleitores contra 35% do deputado federal Eunício Oliveira (PMDB) e 31% do deputado federal José Pimentel (PT).



Este ano, os eleitores de todos os estados brasileiros e do Distrito Federal poderão votar em dois senadores, em razão de a renovação no Senado ser de dois terços da sua composição de 81 senadores. Cada Estado é representado no Senado Federal por três parlamentares. Continua>>>

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BRIGA DE FOICE NO CEARÁ


Parece garantida a reeleição do governador Cid Gomes, no Ceará, além da recondução ao Senado de Tasso Jereissati. A briga sem quartel é pela segunda vaga de senador. Eunício Oliveira  conta com o PMDB e com o governador. José Pimentel, com o presidente Lula  e o  PT. 

A situação é singular, pois ambos são ex-ministros do Lula, que gostaria, mesmo, de vê-los eleitos, derrotando Tasso Jereissati. Como essa parece missão impossível, o primeiro-companheiro já terá  feito sua opção. O problema para Pimentel são recursos, que sobram para Eunício, preocupado em rachar o PT através da prefeitura de Fortaleza, à qual dedicou  seus 2 suplentes, mesmo desagradando o PMDB.

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Peso eleitoral

Diante dos elevados índices de aprovação de seu governo, o que todas as pesquisas evidenciam, é plenamente justificável que a presença do presidente Lula no Ceará seja aguardada com natural interesse e expectativa por parte dos candidatos por ele apoiados neste Estado. 

É o que, então, ocorrerá em duas datas já acertadas entre o presidente, o governador Cid, que pleiteia reeleição, e os candidatos ao Senado: José Pimentel e Eunício Oliveira. 

Uma dessas datas coincidirá com a Conferência Internacional sobre Clima e Desenvolvimento Sustentável, a se realizar em Fortaleza de 16 a 20 de agosto.
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A sociedade tem de saber o que paga na Previdência

por Isabel Versiani
O ministro da Previdência, Carlos Eduardo Gabas, defende que o próximo governo inicie as mudanças no sistema previdenciário atacando o que considera inadequações e injustiças de regras pontuais do regime de aposentadorias e pensões.
Para promover uma reforma mais profunda, que envolva por exemplo a fixação de uma idade mínima para aposentadoria por tempo de contribuição, o país ainda tem tempo para fazer uma discussão ampla e buscar apoio para mudanças na Constituição.
"Nós não temos a expectativa, nem a intenção, de já sair com uma grande reforma da Previdência já no início de 2011, isso tem que ser muito debatido com a sociedade", afirma o petista Gabas, que é um interlocutor constante da candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff.
No caso de mudanças infraconstitucionais, o ministro aposta que podem vir com mais celeridade, e diz que pretende lutar para isso nos próximos anos, independentemente de quem assuma o próximo governo.
Economistas consideram as contas da Previdência como um dos principais calos fiscais do Brasil e um limitador na capacidade de investimentos do governo. O déficit do regime geral está projetado em 47 bilhões de reais para este ano. O regime do funcionalismo público é ainda mais desequilibrado porque consome mais recursos públicos apesar de atender a uma parcela bem menor de trabalhadores.
Para Gabas, principalmente para as regras de pensões, não será difícil arrecadar apoio a mudanças se houver um conhecimento maior sobre certas distorções.
"Alguém está pagando uma conta que, se soubesse que está pagando, não toparia pagar, é essa transparência que precisamos dar ao debate", afirma ao discorrer sobre algumas das regras do setor.
Um dos seus exemplos preferidos é a regra que permite que um pensionista que faleça deixe pensão para seus dependentes, independentemente do tempo que tenha contribuído antes de morrer e também independentemente da renda dos dependentes.
Para Gabas, é preciso que a sociedade discuta a relevância de se impor um tempo de carência para a conquista do direito de deixar pensões, ou mesmo uma limitação ao benefício.
"Um casal jovem sem filhos, ambos trabalham, um morre, o outro tem que levar o salário integral do que morreu? É uma pergunta que eu faço."
Outra "inadequação" apontada pelo ministro são permissões para que aposentados do funcionalismo acumulem pensões, em alguns casos ultrapassando o limite constitucional de vencimentos.
Segundo o ministro, uma magistrada aposentada, viúva de um magistrado, pode receber do Estado mais de 50 mil reais por mês, somando aposentadoria e pensão.
"É preciso perguntar para a sociedade, esse é o debate que eu quero fazer: você topa pagar mais de 50 mil reais de aposentadoria?."
PRIORIDADE NA GESTÃO
Questionado porque o atual governo não promoveu mudanças nas pensões depois de aprovar uma reforma parcial das aposentadorias do funcionalismo no primeiro mandato de Lula, Gabas argumenta que a prioridade foi melhorar a gestão e o atendimento.
"Como é que você ia falar de reforma, de mudança de regra, numa instituição que humilhava as pessoas, que tinham de passar uma noite para pegar uma senha para receber um serviço? Não tem como."
"Nós tínhamos que cuidar da gestão e cuidamos, a gestão da Previdência Social hoje é outra."
O governo Luiz Inácio Lula da Silva chegou a criar um grande fórum, reunindo trabalhadores, empregadores e técnicos, para debater a necessidade de mudanças na Previdência. O grupo fez várias reuniões ao longo de 2007, mas encerrou o ciclo de debates sem obter consenso e o presidente optou por não levar à frente uma reforma.
A regulamentação da reforma do regime do funcionalismo também ficou parada no Congresso.
Gabas diz que quer deixar pronto para o próximo governo um amplo diagnóstico da Previdência, com alternativas de mudanças.
"É um momento bom, porque a gente atravessa um bônus demográfico, a gente atravessa um momento bom da economia, que está permitindo arrecadar mais, portanto o debate pode ser feito de forma racional, sem pressões", afirma.
"O governo terá a responsabilidade de fazer as alterações que têm que fazer, com todas as controvérsias que existirão.
Sobre seu papel em um eventual governo Dilma, Gabas desconversa. Funcionário de carreira do INSS, ele era secretário-executivo do ministério antes de ser alocado para o mandato tampão, no final de março, quando o ministro José Pimentel deixou o governo para concorrer ao Senado.

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Ceará - Articulação para reeleição de Cid Gomes agradou a coligação

O Professor Francisco Pinheiro - vice-governador - esclarece saída da chapa para reeleição de Cid Gomes:


O vice-governador do Estado, Professor Francisco Pinheiro, disse que a articulação feita para contemplar as forças políticas que apoiam a candidatura do governador Cid Gomes (PSB) deixou todos os partidos do grupo satisfeitos. Ele afirmou que o governador, antes da convenção, o procurou para falar da dificuldade de acomodação dos partidos e comunicar a indicação de outro candidato a vice-governador.

Francisco Pinheiro pleiteava, dentro de seu partido, apoio para, mais uma vez, ser indicado como o candidato a vice-governador. Ao que se comentava, a indicação dele contava com a simpatia inclusive do próprio Cid Gomes. No último momento, entretanto, a indicação foi para o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Domingos Filho (PMDB).

"O governador me procurou na noite de sexta-feira (dia 25 de junho, antes da convenção) nós tivemos uma conversa muito fraterna. Ele me disse da dificuldade que estava tendo e a minha afirmação foi que nós estaríamos no projeto em qualquer condição", disse o vice-governador, em entrevista ao Diário do Nordeste.

A sua saída da chapa majoritária não causou qualquer problema nem para ele nem para o PT, pelo que disse. "Eu deixei bem claro que eu não seria empecilho para as coligação não acontecer. E eu tenho certeza que ele fez o que era o melhor para a coligação", enfatizou.

Pinheiro deixou claro que a até a articulação para formação das chapas foi feita entre todos os partidos, inclusive a formação das chapas proporcionais foi debatida entre todas as lideranças políticas que compõem o grupo de apoio do Governo.

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Ceará - PT reafirma nome do deputado José Pimentel

A prefeita de Fortaleza, Luizianne Lins, como presidente do diretório regional do Partido dos Trabalhadores (PT) afirmou:


"o PT não é um partido para sofrer pressão e tomar posições a partir de pressão sobre nós".

Em clima de convenção, o Partido dos Trabalhadores (PT) realizou um ato político, ontem, no auditório da Assembleia Legislativa, para marcar o pré-lançamento da candidatura do deputado José Pimentel ao Senado. Embora essa candidatura seja considerada irreversível no âmbito do PT, a coligação com o PSB, PMDB e aliados ainda não está consolidada.

Existe um acordo de intenções firmado desde o pleito passado com uma das vagas para Eunício Oliveira do PMDB. A outra vaga o PT reivindica para José Pimentel, juntamente com o candidato a vice-governador como nas eleições de 2006.

No PSB, as declarações de suas lideranças são no sentido de que a chapa majoritária apresente apenas uma candidatura ao Senado, sendo esta vaga para o PMDB, permanecendo o PT com a indicação do vice e o candidato a governador seria Cid Gomes do PSB.

O PDT, em apoio à candidatura de Dilma Rousseff (presidente) e Cid Gomes (governador), está reivindicando a indicação do candidato a vice-governador. Para reafirmar o seu posicionamento, ontem, o PT fez o pré-lançamento da candidatura de José Pimentel como algo que integra o projeto político nacional do partido para as eleições deste ano.

Na abertura desse ato político na Assembleia o deputado federal José Nobre Guimarães, destacou a unidade do partido e disse que ninguém vai quebrar essa unidade. Para ele até a próxima sexta-feira será desenvolvido um intenso papel de negociação com os aliados. 


A executiva regional marcou para sábado (26) o encontro estadual da agremiação e no domingo será realizada a convenção de escolha dos candidatos e homologação de coligação. Continua>>>

Contra Tasso, PT impõe Pimentel a Cid Gomes no Ceará


O PT do Ceará programou para hoje a noite uma reunião. Vai reafirmar a candidatura do deputado José Pimentel ao Senado.

O governador Cid Gomes (PSB), ambiciona o apoio do petismo. Mas rejeita a absorção de Pimentel em sua chapa.

Declara-se compromissado apenas com o deputado Eunício Oliveira (PMDB), também candidato a uma cadeira de senador.

Estão em jogo, como se sabe, duas vagas ao Senado. Na segunda, Cid deseja acomodar Tasso Jereissati (PSDB), que concorre à reeleição.

Como Tarso apoia a candidatura presidencial de José Serra e Cid a de Dilma Rousseff, a aliança entre os dois precisa ser informal.

Interessado em reduzir a concorrência, o pemedebê Eunício também torce o nariz para a entrada de Pimentel na briga.

Para evitar que o arranjo Cid-Eunício-Tasso prospere, o PT decidiu fazer de Pimentel um candidato irreversível. Daí o encontro desta segunda.

Observa-se no Ceará uma cena parecida com a retratada num poema de Drummond: “Quadrilha” (lá no alto, em versão musicada). Na adaptação cearense, os versos ficariam assim:

Cid ama o irmão Ciro, que não morre de amores por Serra, mas ama Tasso, que jura ter aprendido a amar Serra, que não ama ninguém, exceto a presidência.

Empreendedorismo

No exercício do Ministério da Previdência Social, o deputado José Pimentel elegeu, dentre as ações que marcariam sua gestão, uma voltada para o empreendedorismo.

Graças, portanto, a esse seu posicionamento, vantagens foram criadas, daí o crescente número dos que aderiram ao programa formando o que Pimentel chama de micros e pequenos empresários. E muito desse êxito deve-se às Câmaras Municipais, como a de Fortaleza, que, abraçando a ideia, implantou dentro e fora de sua sede, serviços de atendimento aos que queiram participar do programa, que ajuda a formar micro e pequeno empresário.
Social
Respaldado pelo apoio que tem recebido de algumas Câmaras Municipais, é que Pimentel, ao receber homenagem no recente Congresso da UVC, conclamou aos vereadores ali presentes a que participem do programa. Até por sua importância social.
Vantagens

Depois
 de mostrar serem louváveis os objetivos que inspiraram o programa, Pimentel ressaltou, como forma de esclarecimento, que aos micro e pequenos empresários, além de crédito, a tributação praticamente inexiste.
Bandeira eleitoral
Em sua campanha (reeleição de deputado(?) senador(?), Pimentel tem nesse programa de formação de micro e pequeno empresário de uma bandeira que, por certo, espera lhe ajude a conquistar o apoio de que precisa para sua eleição.

1ª pesquisa Ibope - Cid x Tasso 2010


por Donizete Arruda
Circula entre políticos cearenses uma pesquisa realizada pelo Ibope no Estado. Os números apontam um empate técnico entre o governador Cid Gomes e o senador Tasso Jereissati numa eventual disputa pelo Governo do Ceará. Cid lidera, mas a diferença é mínima, variando entre cinco e sete pontos. O atual governador Cid Gomes surpreende pelo bom desempenho que obtém em Fortaleza, onde Tasso continua sofrendo rejeição.

Noutro cenário, quando Cid Gomes enfrenta o ex-governador Lúcio Alcântara, sua vantagem aumenta mas não é seguro afirmar categoricamente que ele venceria no primeiro turno. Porém, é certo que o confronto com Lúcio seria uma guerra eleitoral mais tranquila para o Governador na corrida por sua reeleição. Registre-se no entanto, que Lúcio mostra fôlego político pois mesmo fora do poder consegue ser lembrado como um bom administrador.

O Ibope também apurou o desempenho dos três principais candidatos ao Senado: Tasso Jereissati, Eunício Oliveira e José Pimentel. Tasso lidera disparado com mais de 70% das indicações de voto dos cearenses. Eunício e Pimentel fariam hoje de acordo com a pesquisa realizada no Ceará uma acirrada disputa pela segunda vaga. O crescimento da candidatura de Pimentel impressiona.

Esses dados da pesquisa Ibope mostram o cenário atual, mas os fatos políticos sofrerão profundas variações até junho do ano que vem, quando acontecerão as convenções partidárias. O PSDB dá sinais claros de que quer apoiar a reeleição de Cid em troca do apoio a um novo mandato para o senador Tasso Jereissati. Esse apoio formal a Tasso é impossível de ser concedido pelo governador Cid Gomes. Motivo: o PT veta essa aliança. Assim, Tasso não terá formalmente o endosso de Cid Gomes e terá que enfrentar nas urnas os dois candidatos apoiados pelo Governador: Eunício e José Pimentel.

No PSDB, essa recusa de formalizar uma aliança pró-reeleição de Tasso Jereissati é vista como uma declaração de guerra do Governo Cid. Contudo, aliados de Cid explicam que não é bem assim. O Governador quer ir para a reeleição com três candidatos ao Senado: Tasso, Eunício e Pimentel. Quer se reeleger e manteria um certo distanciamento da disputa pelas duas vagas ao Senado. Difícil vai ser convencer os três concorrentes ao Senado de que precisam brigar entre si e sem contar com a mão protetora de Cid Gomes para resolver quem sairá vitorioso das urnas de outubro de 2010.