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Mostrando postagens de Dezembro 3, 2010

Gerdau nega convite para ministério

O empresário Jorge Gerdau reuniu-se há pouco com a presidente eleita, Dilma Rousseff, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília para discutir instrumentos de aperfeiçoamento da gestão pública. Ele apresentou a ela propostas do Movimento Brasil Competitivo (MBC), entidade que ele representa. "O tipo de mecanismo que existe hoje no PAC tem de ser estendido a toda uma estrutura de governo. No fundo, é preciso criar mecanismos de aprimoramento da gestão pública", defendeu. Gerdau declarou aos jornalistas que não foi convidado para nenhum ministério, mas silenciou-se quanto perguntado se tinha interesse em assumir alguma pasta. Ele afirmou que considera Dilma uma gestora "sólida e firme" e espera que ela seja capaz de maximizar a qualidade do serviço público para outras áreas como educação e saúde. Dilma continua no CCBB, onde concede entrevista a repórter do jornal americano Washington Post.Andrea Jubé Vianna e Rafael Moraes Moura, da Sucursal de Brasília

Receita do dia

SOBERANIA NO PRE-SAL ESTÁ VALENDO. E JÁ ACRESCENTA R$ 27 BI AO ORÇAMENTO DE 2011

Censura dos EUA à internet

Wikileaks foi retirado do ar por 5h, pressão da Casa Branca...
Casa Branca Descoberto pelo mundo há algumas semanas e celebrizado por divulgar documentos secretos dos Estados Unidos, principalmente da diplomacia norte-americana mas, óbvio, envolvendo relações com governos de todo o mundo - Brasil inclusive - o site Wikileaks foi clara e violentamente censurado pelo governo norte-americano.

Na tarde dessa 4ª feira, numa evidente demonstração de que surtiram efeito as pressões desencadeadas pela Casa Branca sobre o provedor Amazon.com, o site ficou fora do ar por 5 horas. Quando voltou, no fim da tarde, o Wikileaks tinha outro provedor. A mídia brasileira registra o fato, só que bem ao seu estilo.

Continua a dar hoje muito mais importância aos documentos secretos revelados pelo Wikileaks, do que a arbitrária censura à internet desfechada pelo governo de Washington. Aliás, sobre a censura mesmo, ninguém se estende e a maioria dos veículos nem sequer usa a palavra.

Nem o Estadão protestou..…