Mostrando postagens com marcador Polícia Federal. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Polícia Federal. Mostrar todas as postagens

E Moro transformou a PF na *volante de Bolsonaro


Quando será que a Polícia Federal vai visitar Fabrício Queiroz e Flávio Bolsonaro?
Será recebida com um café da manhã completo ou apenas café preto?
Vamos aguardar cenas do próximo capítulo.

* Grupo de policiais criados para combater o cangaço, que teve como maior figura o Capitão Virgulino, o Lampião.

Artigo do dia


Promiscuidade explícita chegaram na Polícia Federal. E agora?
“Se eu mergulhar dentro de mim eu me afogo”. Foi uma coincidência encontrar essa frase escrita num muro, logo após tomar conhecimento das novas revelações sobre os bastidores do golpe de 2016. Segundo o jornal Folha de S. Paulo (em parceria com o The Intercept), o Marreco de Maringá, num conluio com a PF e procuradores da República, tiveram em mãos 22 gravações telefônicas. Ilegalmente e de forma distorcida divulgaram apenas uma, para incriminar a então Presidenta Dilma Rousseff e o ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A trupe enganou o ministro Gilmar Mendes, que acabou cassando a posse de Lula como ministro de Dilma. Hoje, Gilmar Mendes, também vítima da mesma horda, com propriedade, chama a Farsa Jato de organização criminosa. Sim, para ele, agentes de Estado agiram como uma quadrilha. Não se combate crime com crime.
Verdade nua e crua na imprensa, um policial comentou: “chegaram na PF”. Até então, os expoentes da promiscuidade eram apenas o Marreco de Maringá e os procuradores da República, blindados pela lei e apaniguados por suas corregedorias.
É de se imaginar, quão desconfortante deve ser para os policiais sérios estarem mergulhado nesse lixo. O problema, como disse o colega, mesmo os servidores probos, que não tomaram parte na canalhice, também vão pagar a conta. Os delegados da PF, mais cedo ou mais tarde, vão entender que a política partidária da Farsa Jato vai levar a perder a própria credibilidade da instituição. Os supostos heróis, outrora festejados, podem ser afastados e processados. Terão os delegados a mesma proteção do juiz e procuradores? Como esquecer o delegado Protógenes Queiroz? O marreco está impune e o delegado exilado.
Era golpe. Muita gente na PF sabia e não se sabe até onde o The Intercept vai chegar. Mas, nos grupos de WhatsApp e Telegram de delegados da PF, aqui, ali, surgiam mensagens de que “a solução para o Brasil é via Estados Unidos”. Os mais ligados à Maçonaria davam claros sinais, ao afirmarem que “A Era PT acabou”. Um servidor da PF ligado ao Guardião (sistema de escuta), sem apontar uma prova sequer, chamou Lula de ladrão e me disse: “se manca, Lula vai ser preso”.
Estava tudo no ar ou nas entranhas golpistas? Ao se depararem com um comentário de minha autoria numa matéria do jornalista Marcelo Auler, sugeriram-me retratação, sob o argumento de que eu “estava sob efeito de medicamento”. Não só não me retratei, mas passei a reafirmar minhas posições neste GGN. De repente, não mais que de repente, uma enigmática mensagem reservada: “Coelho, o momento é de ‘imergir’…”. Por insistir nas posições, veio outra mensagem: “Tu não entendeu. O momento é de imergir e tu tá emergindo”.
Vivi mais de três décadas na Polícia Federal, participei do primeiro planejamento quinquenal da instituição. Desde lá, atuava não tão nas sombras, um representante da Marinha que tinha um pé no extinto (?) Centro de Informação da Marinha (Cenimar), vendendo planejamentos não só para a PF, mas também para outras instituições. Desenvolvia um trabalho de criação de cenários futuros (prospectivos), baseado num questionário a ser respondido por representantes das classes dominantes. Houve até um curioso detalhe: um dos integrantes do site “O Antagonista” foi consultado e se recusou a responder. Vai saber!
Sempre percebi que a Farsa Jato era mesmo farsa, fraude, muito embora pessoas honestas e de boa fé acreditassem num propósito sério. Falou mais alto insólito ódio ao PT, que nunca souberam explicar. Entretanto, a partir de então, esse ódio estaria fundamentado. A PF que majoritariamente apoiou Collor, Aécio, Serra, e mais recentemente o Bozo, nunca conseguiu fazer uma leitura sensata da questão nacional. Sem reflexão, se deixou levar por um sistema intrinsecamente corrupto, que vive da corrupção, mas que se encantou com a Farsa Jato para, em nome do combate à corrupção, servir a um golpe de estado e fraudar as eleições presidenciais.
Sim, a corrupção é real, mas foi nela que se forjaram os pretensos vestais da moralidade. A corrupção é real, mas é o sistema corrupto que a PF aprovou que está em crise, enquanto aos poucos o castelo da farsa, antes “morificado”, desmorona-se e desmoraliza-se.
De forma cínica, os operadores da maior farsa jurídica da história nacional, dizem não reconhecer as gravações que são produto de crime. Por meio de nota, a PF diz estar investigando crime de vazamentos sem entrar no conteúdo.
E o que tem a frase do muro a ver com tudo isso?

A Polícia Federal foi capitã do mato da farsa jurídica e da fraude eleitoral. Aquele papo furado republicano de que investiga fatos e não pessoas, era tudo frase feita no melhor estilo “não ao ovo da pata, sim ao ovo de galinha, que faz sucesso pois ela ‘grita mais’”. O ovo da pata e da galinha integram a receita da PF para dar visibilidade às suas operações, desde lá atrás – sob a batuta do boa praça, reserva da Marinha.
Enquanto a PF finge investigar o crime de um suposto hacker, sob a perspectiva da forma, sem “entrar no conteúdo”, mais revelações podem surgir. Quando e se a PF mergulhar dentro de si, corre mesmo o risco de se afogar.
por Armando Coelho Rodrigues Neto

Artigo do dia, por Armando Coelho Rodrigues Neto


Bozo traiu a Polícia Federal e não apenas ela
“Desculpas delegados da PF! Mas, foi Dilma quem fortaleceu vocês”. Este é o título de um texto que publiquei, em 04/09/2017. Sob pena disso e daquilo, respondi a uma interpelação extrajudicial. Motivo? Puxei a orelha dos policiais federais. Grande parte deles, por ignorância ou má fé, fizeram vistas grossas para o golpe de 2016. Era como se estivesse em curso a máxima do “polícia emburrece, embrutece, entorpece”. Cegos, não viam que a Farsa Jato era aquilo mesmo: farsa. The Intercept escancarou o que sempre se soube.
Engolfados de Fórum de S. Paulo, mamadeiras de piroca, Cuba, Venezuela e embriagados do falso moralismo, no qual até ladrões eram contra a corrupção (Bozo, Aécio, Cunha não me deixam mentir) nunca souberam explicar o ódio contra Dilma/Lula/PT. Como explicar o ódio contra quem lhes ofereceu historicamente os melhores salários, recursos materiais e humanos, sem contar o instrumental legal? Emburreceram.
Mediante conluio com procuradores e juízes, usaram o instrumental jurídico aprovado na era PT para prender, ao arrepio das leis e da tradição jurídica do país, o melhor presidente da história nacional. Embruteceram.
Entorpecidos de mentiras e valores medíocres que não conseguem explicar sem recorrer ao arsenal midiático (também golpista), bajularam o Coiso. Dele conseguiram a promessa de que receberiam tratamento igual ao que o golpe pretende dar aos nossos covardes militares (as exceções continuam caladas).
Derrotados em suas pretensões na questão da Previdência, chamaram a Mula-mor de traidora, ameaçam greve e enchem de lamúrias as redes sociais.
No texto citado acima, lembrei os colegas da PF sobre os cúmplices de Hitler: “Os que se pensavam arianos e jogaram as vítimas do nazismo nos fornos foram os últimos, mas também foram incinerados”.
Gostaria muito de olhar na cara da policial que postou no Facebook: “Polícia Federal a única e real oposição ao PT”. Justo ela, que do alto do feminino, ignorou lei aprovada por Dilma Rousseff, que reduzia em cinco anos o tempo para aposentadoria da mulher policial. Junto com ela, todos que embarcaram no “somos todos” (Cunha, Aécio, Japonês da Federal, Temer e finalmente a mula sem partido). Queria muito saber onde anda a PF republicana que falava grosso com Dilma/Lula/PT, hoje “tchu-tchuca” com o Coiso e mendigando votos petistas, das esquerdas satânicas.
Quem tem “tico e teco” funcionando sabe que nem o marreco de Maringá nem o DD são santos. A Farsa Jato, de tão política e a serviço da manga chupada (Trump), queria se imiscuir até na Venezuela. Ficou desmascarado que o golpe “com supremo e tudo” era aquilo mesmo: golpe. Quebrar a Petrobrás e o Brasil como um todo fazia parte do golpe. Derrubar Dilma, demonizar Lula e prendê-lo, criminalizar a política idem.
A imprensa, os comentaristas conservadores, os setores econômicos racharam. As contradições pela falta de perspectiva após três anos de golpe estão abertas. O Judiciário já desmoralizado entrou em inferno astral sob o signo do marreco. Quem sabe, agora, com os policiais federais tratados como povo na “deforma da previdência”, se sintam como tal, e passem a lutar ao lado dele. Quem sabe descubram a diferença entre um estado com direitos e sem. Que um estado com direitos não é pejorativamente comunista e sim democrático.
Policiais são, sim, uma categoria especial e diferenciada. Mas a própria natureza do serviço público como um todo está desqualificada. Todas as prerrogativas que fazem do servidor público um instrumento republicano estão sendo tratadas como privilégios. A própria ideia de servidor (servir) está deturpada.
O trabalhador comum está abandonado. O golpe mandou dialogar com o patrão, como se pescoço fizesse acordo com guilhotina. Qualquer manifestação de resistência do trabalhador será violentamente reprimida. Por quem?

Bozo não traiu apenas a PF, mas também o Brasil. Ele usou a PF para trair o Brasil, e nossa brasilidade para entregar o Brasil. O Brazil que o diga.
Corta!
Juiz ladrão! Não sei quem disse, nem contra quem, mas gostei muito. Estou de alma lavada. Um dia me roubaram a infância, minha alegria cidadã e, injustamente, a liberdade de algumas pessoas. Roubaram até o orgulho que eu tinha da bandeira nacional… Pode ter sido um juiz.
Judiciário, o mais corrupto dos poderes. Corrompe a ideia, o ideal de Justiça

Artigo do dia


A cegueira das Macabéas da Polícia Federal ou E por falar em Venezuela...
As Macabéas da Polícia Federal sofrem de hipermetropia. Conseguem enxergar o que acontece na Venezuela, mas não enxergam o que acontece no Brasil. Sem apontar um só carcereiro petista na PF, diziam que o PT aparelhou a instituição. Pregavam honestidade, mas fizeram campanha para Collor, FHC, Serra, Aécio e, mais recentemente para o Bolsocoiso. Com salários congelados, recorreram à Justiça. As contribuições sindicais estão ameaçadas, podem ser atingidos pelo destroçamento da Previdência Social. Ignoram temas como Queiróz, Micheque Bozo, milícias, trambique Coaf/Moro, Fundação Casa de Mãe Joana/Dalagnol…
As coisas são jogadas na cara, mas as Macabéas não abandonam Globo, Veja, Jovem Pan, Estadão, Folha et caterva.
O que a Venezuela tem a ver com as Macabéas da PF? É que não sabem quem rouba atrás do prédio da PF, mas sabem tudo de Venezuela. Vivem me perguntando sobre a Venezuela e por que tantos de lá fogem para o Brasil. Um dia talvez eu responda, até porque o assunto é longo. Mas, poderia adiantar perguntando por que tantos deles querem ir embora, por que gente como eles foi para os EUA, Portugal etc. Eu poderia dizer que fome, sonho e ganância não têm limite, que a diferença entre Macabéas, venezuelanos e bolsopatas pode ser nenhuma. Mas, seria uma metáfora difícil para entenderem…
Muitas Macabáeas da PF nunca leram relatórios da OCDE, sequer o Diário Oficial para saberem quem assinou o melhor instrumental de combate à corrupção da história, quem lhes deu salários e equipamentos. Preocupação social zero, sem nada saber do Brasil, querem debater Venezuela. Cegas, são incapazes de ver que o Brasil dito petista, na verdade nunca chegou ao poder. Ganhou, via urnas, o direito de assinar papéis em nome do Brasil, e virou “PT de papeleta”. O poder ficou nas mãos dos de sempre – do capital especulativo e sob controle remoto das superpotências, sobretudo os Estados Unidos, que nos vigiavam noite e dia, bisbilhotando Petrobrás, Lula, Dilma, STF e roubando segredos de nossas empresas.
Para não fugir de meus chavões, insisto que a TV Globo é um crime contra a humanidade, mas elas assistem. Macabéas são seres humanos, tanto quanto os índios do presidente Bozo. Mas sou condescendente com os índios porque não fizeram faculdade nem que fosse para falar  conge, conja e câmera de deputados.  Precárias e chapadas, cheias de vícios elitistas maçons, são criaturas aparvoadas ao extremo, que me futucam com essa história de Venezuela.
As Macabéas da PF não sabem, fingem que não sabem ou por maldade ignoram que o Brasil é considerado “membro pleno da OCDE”, mesmo sem ser associado. Em parte porque adaptou suas leis penais aos preceitos da OCDE e não as de Cuba, Coréia do Norte ou Venezuela. Ter perdoado dívidas de países miseráveis, o que é proibido pela OCDE, é um dos motivos para o Brasil não ser membro. Mas, como qualquer evangélico bolsopata descerebrado, “O Brasil pode virar uma Venezuela”.
Esse primarismo macabéico de parte de meus colegas melhor chamar de ignorância em estado rudimentar de maledicência primata. A OCDE é formada pelos países mais ricos do mundo capitalista. Nada com socialismo, comunismo. Nos anos “papeleta do PT”, este não taxou grandes fortunas, não fez uma reforma tributária, urbana, agrária, judiciária, não tributou igrejas (sequer as que lavam dinheiro), não criou controle de mídias. Optou pelo tímido processo de inclusão social, tirando milhões de pessoas da miséria, o que fez de Lula preso político (Sejumoro e sua trupe sabem disso).
Nunca escrevi sobre Venezuela, mas as Macabéas da PF me jogam na cara esse assunto. Não escrevo nem debato por falta de estofo. Não acredito nas Organizações Globo (crime contra a humanidade), nem na mídia porca, irresponsável, vira-lata e entreguista do Brasil, que juntas apoiaram golpes contra o povo. Há uma emissora de rádio de grande alcance que faz campanha diária pró-desmonte da Previdência Social. Apresentadores de TV sentadas na bufunfa, com dinheiro até para a quinta geração, defendem o fim da previdência.
Eu não posso ser informado por essa gente, entendem? Enquanto empresas, defendem os interesses delas. Primário, não?
Se mentiram para o povo e disseminaram o ódio para ajudar o golpe no Brasil, por que falariam a verdade sobre a Venezuela? Mas, se não creio na mídia golpista nacional, nem na mídia corporativa internacional, por que iria eu acreditar messiânica e cegamente na Telesur que tem sede na Venezuela? O jogo de equilíbrio que tento fazer com essas informações é insuficiente para entender e ou debater o que se passa na Venezuela. Pelo que sei, a Venezuela é tão vítima quanto o Brasil no tabuleiro internacional, e no fundo têm os mesmos inimigos.
Mas, se querem que diga algo sobre a Venezuela, só me resta um elogio, ainda que possa ser provisório, para suas Forças Armadas. Elas sabem que o futuro do seu povo está no subsolo pátrio cheio de petróleo, de ouro e de minerais preciosos.  Elas são nacionalistas e sabem que Juan Guaidó é um Juan Guiado. Já nossos militares, exceções à parte, ignoram nosso patrimônio, honra e soberania. Tenho vergonha do nacionalismo zumbaia e capacho das Forças Armadas no Brasil, sem que as exceções gritem.
Ao me expor dessa forma, as Macabéas da PF dizem que sofri lavagem cerebral. Respondo com meu chavão: o que sei de fome e necessidade eu vivi. Não aprendi em compêndios marxistas nem em Geografia da Fome de Josué de Castro. Muito cedo aprendi que 95% da riqueza do mundo estão nas mãos de poucos bilionários. Nós (Macabéas inclusas) desfrutamos dos cinco por cento do que sobra.
Uma taxa extra de apenas 0,5% sobre a riqueza dos bilionários (1% mais rico do planeta) é o suficiente para educar 262 milhões de crianças sem escola. Salvaria mais de 3 milhões de pessoas (dados da Oxfam Brasil – uma confederação global para combate à pobreza, desigualdades e injustiças no mundo).
Portanto, lavagem cerebral é ignorar esses e outros dados. É não ver que o novo mesmo, no Brasil, foi Lula, que tentou diminuir a fome no Brasil e neutralizar o complexo de vira-lata. Lavagem cerebral é não vê Lula como preso político, é discutir estultices sobre a Venezuela sem ver o que acontece(u) no Brasil.
por Armando Rodrigues Coelho Neto
Vida que segue

Gato por lebre

Resultado de imagem para excrescência
(...) Num país excelências e excrecências, claro! por Armando Coelho Neto
Este Texto e de responsabilidade da AA5ª - Associação Artigo 5º -, delegados e delegadas da Polícia Federal pela Democracia, da qual sou membro ativo. 
Em tempos de Lava Jato,  é no mesmo plano do "coaching" que as atividades  de "compliance" surgem como o mais novo fetiche dos meios empresariais. Não basta ser, é preciso parecer limpinho, e fornecer essa imagem pública tem seu preço. Deve ser por isso que tem operador jurídico que sequer espera a aposentadoria ou exoneração para já anunciar publicamente seus futuros serviços na esfera privada. Sem contar o maravilhoso filão das delações premiadas.
No campo estatal, o mercado da moralidade também está aquecido. Muitos convites para palestras, premiações e “em-bi-eis”. Não só, têm-se ainda jantares de gala, diplomas honoris causae, badalações no exterior e até no Principado de Mônaco. Ah, somem-se campanhas publicitárias, “runnings” contra a corrupção, como o de Fortaleza, onde até os cones de rua foram roubados (furtados).
Esse perfil medíocre é enriquecido com abaixo-assinados, petições eletrônicas, vídeos de agentes públicos para canais do YouTube ou feitos para viralizarem no WhatsApp ou Facebook. Dez medidas contra a corrupção. Greves de fome (mesmo fakes). Anuncia-se que policiais federais estão montando, com seus candidatos a cargos eletivos, uma "bancada da lava-jato", sob o slogan "o brasileiro tem sede se mudança". Até o "japonês da federal" escreveu um livro de memórias. Timing é tudo!


Se togados podem, por que delegado não?


Resultado de imagem para segovia e temer

Se juizecos e desembraguinhos adiantam votos, por que Segovia, diretor-geral da Polícia Federal não?

A PF vive um envelhecimento precoce. Isso é uma contradição num órgão que teve os quadros renovados e abriga, sob o ponto de vista da formação acadêmica, profissionais de excelente formação. Aliás, não fosse assim não estariam lá. Mas, boa formação acadêmica está longe de configurar sintonia com as grandes questões nacionais, sobretudo quando confrontadas com a conjuntura internacional. Boa formação acadêmica está longe de significar consciência social, sintonia e empatia com os problemas de um país, que a própria PF está ajudando a destruir, empunhando a bandeira do moralismo de ocasião. Qualquer delegadinho vaidoso ou desavisado pode devastar uma grande empresa e fazer despencar suas ações pelo mundo afora.
Boas escolas estão no rol dos privilégios das “elites”, das classes média alta ou remediada. Desse modo, na base de meu mundo é minha história (a recíproca é verdadeira), profissionais “bem formados” correm o risco de tentar fazer prevalecer, na leitura de fatos, os valores impregnados e inerentes àquela classe social. Valores já enfocados neste espaço, até com alusões irônicas do mestre Ariano Suassuna e suas histórias de quem já viajou ou não para a Disneylândia. Ego, ego, ego. É tanto ego na PF, ao ponto de não ser possível por fim às disputas por chefias, às buscas por zonas de conforto, em detrimento da atividade fim da instituição. É como se o trabalho investigativo tivesse importância menor. Muitas vezes parece que escrever brilhantes laudas de juridiquês soa mais importante do que um substancioso plano operacional.
Entre fogueiras de vaidades, uma entrevista para a televisão e dois minutos de fama, ao mesmo tempo em que faz cócegas no ego de uns provoca inveja em outros. Ressalvadas as exceções, é sob essa perspectiva que se formam grupos na procura de espaço. Na busca de equilíbrio, entidades de classe tentam promover debates entre candidatos ao comando da PF. Sinalizam com alguma democracia interna, muito embora, externamente, querendo ou não a indicação venha a ser política. A propósito, o impostor Temer ignorou os tais debates e indicou para o cargo quem bem ele quis, contribuindo para contaminar a já combalida imagem da instituição. Com todo respeito pessoal ao indicado, é o que se deduz das ceninhas exibidas pela mídia.
Enquanto a credibilidade da Farsa Jato cai, a consciência do golpe se consolida no imaginário social e a instituição dá sinais de bancarrota. Quando parecia caminhar para uma história dignificante que excelentes profissionais pretendiam construir, surge o aquilo deu nisso.
O fato é que a Polícia Federal está sem comando. Com razão ou não, onde já se viu, numa instituição regida pela disciplina e hierarquia, um furdunço desses? Que história é essa de subordinados afrontando seu comandante da forma como o vêm fazendo? Estarei eu querendo defender o espantalho do Temer? Certamente não. Mas há algo de errado nas grotescas cenas que a sociedade vem assistindo. O diretor da PF vive tropeçando em seus subordinados, pois grande maioria não o queria no posto. Sofre do mesmo mal de seu padrinho (o usurpador da faixa presidencial) que a maioria dos brasileiros pede que caia todos os dias - seja em passeatas, feiras livres ou blocos de Carnaval.
De qualquer forma, o homem do Fora Temer está lá e fez um jogo de cena inicial. Futucou o Ministério Público Federal, sugerindo que iria entrar na briga corporativista de sua categoria. Aqui, ali, membros do MPF fazem indevidas interferências no trabalho de delegados. A PEC 37, menina dos olhos dos delegados, foi vendida para sociedade pelo Ministério Público como “a PEC da corrupção”, com apoio da TV Globo. A PEC foi detonada nas ruas pelos Black Blocs e por um bando de alienados que mais tarde virou pato – já foram até ridicularizados no enredo da Escola de Samba Paraiso do Tuiuti.
A facilidade e descaramento com os quais Temer usou dinheiro público para comprar votos para destruir direitos sociais, não parecem ser a mesma para dobrar a PF. Os delegados querem autonomia, sob uma óptica deles e só deles, em nível muito fora do alcance de entendimento da sociedade. Querem uma autonomia que depende do Congresso Nacional ladrão, que em troca de votos comprados derrubou a Presidenta Dilma. O mesmo parlamento com o qual a PF se aliou no golpe, sabendo que iria entregar o país ao mesmo homem que hoje tentam caçar. Querem uma autonomia que, sob a percepção dos políticos corruptos, seria a criação de mais um monstro contra eles. Já pensou o Brasil repleto de Dalagnols inimputáveis pegando nos pés deles?
A autonomia pretendida só pode vir por lei, mas Temer, tentando fazer gracinha com os delegados, inventou de dar ou deu por meio de portaria administrativa. Como tudo tem estado na onda de moralismo de conveniência, Temer deu de bandeja autonomia de conveniência. Trata-se de uma autonomia para servidores com o perfil descrito no curso deste texto, hoje comandados por um delegado que desde o dia de sua posse, tenta minimizar as acusações contra o traidor de Dilma.
A PF tem um diretor geral fruto do golpe. Um diretor que vem demonstrando ter um conhecimento de causa que não deveria ter. Coisas que a PF só vai refletir quando se der conta de que houve mesmo um golpe no país e que sua contribuição para ele foi definitiva. Só vai entender, quando se der conta do significado de estar com seu reajuste salarial pendurado numa liminar judicial. Quando perceber a cara de jeton barato e provisório desse reajuste num “grande acordo nacional com o supremo e tudo”.
Sim, o diretor da PF fala demais. Entretanto, se juizecos, desembargadores e ministros do “Supremo” adiantam criminosamente votos e posicionamentos, o comandante daquela instituição se sentiu no direito de também dizer o que pensa. Está tudo em casa, ora bolas!
por Armando Coelho Rodrigues Neto ***


Essa PF é incrível


Resultado de imagem para charge pf

Pegaram o Haddad, por Camilo Vannuchi
— Tava demorando.
— O quê?
— Pegaram o Haddad.
— Tá zoando!
— Sério. Pegaram o Haddad. Já era.
— Que papo é esse? O que você ouviu?
— Indiciado pela Polícia Federal por crime de falsidade ideológica. Esquema pra pagar dívida de campanha envolvendo uma empreiteira, tá bom pra você?
— Caraca, até o Haddad?
— Pois é. Fim da linha pro Malddad. A petralhada chora. Vai, malandra!
— Putz.
— É melhor JAIR pensando no plano C, porque o plano B também deu merda, querida. Quem mandou acreditar em petista? Cadê a saudade do teu ex agora? Ex é assim mesmo: só fode a gente.
— Péra aí, porra. Deixa eu tomar um gole d'água. Agora me conta. O que a Polícia descobriu?
— Falsidade ideológica, caralho. Ficou surda?
— Mas qual a prova? Tem recibo de transferência bancária?
— Não.
— Conta no exterior?
— Não.
— Uma sala cheia de malas repletas de dinheiro vivo?
— Não.
— Já sei: uma pasta cheia de papéis com a anotação "CX2" encontrada no apartamento do Haddad?
— Não, porra.
— Ué. Não tô entendendo.
— O dono da UTC foi quem falou. Abriu o bico. Deu a letra toda.
— Delação premiada?
— Claro. Viva a Lava Jato!
— Mas ele mostrou alguma coisa?
— Ele disse que o Vaccari, aquele salafrário, pediu dinheiro pra pagar a dívida da campanha. Dinheiro desviado, é óbvio. O meu, o seu, o nosso. Só não vê quem não quer.
— E tem áudio dessa conversa?
— Não.
— Vídeo gravado pelo sistema de segurança?
— Não.
— Vídeo de celular?
— Não.
— Puxa vida. Mas o Vaccari confirma a história, né?
— Também não. Tudo parça.
— No mínimo alguma assinatura do prefeito foi encontrada.
— Não.
— O nome dele? Ou o apelido, numa lista de propinas da UTC?
— Nada.
— Mas para a PF indiciar um ex-prefeito... Encontraram ao menos alguma obra superfaturada tocada pela UTC na gestão Haddad?
— Não. A única vez que a UTC venceu uma concorrência era para fazer um túnel na Avenida Roberto Marinho, mas a obra foi cancelada pela administração. 
— Uai. Mas esse repasse da UTC entrou na conta do prefeito? Ou na conta da campanha? Vazaram cópia do extrato?
— Nada disso, chuchu. O esquema era forte. A UTC pagou uma gráfica.
— Uma gráfica?
— É. A gráfica imprimiu material de campanha pro Haddad e não recebeu. Aí pediram para a UTC honrar a dívida. Com dinheiro de propina, lógico.
— Vixe. E o dono da gráfica confirma?
— Não.
— Não? O esquema foi operado pelo diretor financeiro da gráfica?
— Não.
— Já sei, foi pelo gerente?
— Não, que mania...
— Péra. Você tá querendo me dizer que a PF indiciou um ex-prefeito com base na delação premiada de um empreiteiro que afirmou ter dado dinheiro para a campanha eleitoral do Haddad através de um pagamento feito a uma gráfica que fornecia serviços para o PT?
— Isso mesmo.   
— E que o tesoureiro do PT nega, o dono da gráfica nega, o prefeito nega?
— Exatamente.
— E não tem assinatura, nem rubrica, nem áudio, nem vídeo, nem sala cheia de malas de dinheiro, nem conta no exterior, nem papelada com a anotação "cx 2", nem extrato bancário, nem qualquer outra prova?
— Pra você ver. Os caras são ninja.
— Ninja???
— Coisa de profissional. Roubaram pra caralho e não deixaram nem uma pista sequer. Não é incrível?
— Com certeza. Essa Polícia Federal é realmente incrível.
***
Enquanto isso o diretor da PF se encontra clandestinamente com o Michê, é descoberto e colocam o encontro na agenda oficial do golpista ladrão. Corja!
Seja solidário, Curta, Comente, Compartilhe a postagem

PF extingue o GLJ - Grupo da Lava Jato -

Uai sô, mas não era o PT que perseguia os delegados? por Fernando Brito - Tijolaço
***
Ironias do destino para os coxinhas.
Quando Dilma estava no Governo, fazia-se exploração com uma conta de luz atrasada na Polícia Federal de Curitiba, como se isso fosse um “estrangulamento” da ação da Polícia Federal.
Agora, em nota oficial, o Diretor da PF, Leandro Daiello, confirma a extinção da “força-tarefa” de policiais dedicados à Lava Jato.
Não poderá reclamar se alguém achar que foi este o preço de sua permanência no cargo, que balançava desde a indicação de Torquato Jardim no Ministério da Justiça.
Por enquanto, reações furiosas só dos procuradores da outra “força tarefa”, a do Ministério Público, que teme ter o mesmo destino depois da posse da posse de Raquel Dodge.
Do ponto de vista da administração, tanto da PF quanto do MP, estas excrescências que criaram policiais e promotores “natos” para tudo o que se referisse a políticos (e políticos do PT, claro).  Assim como Sérgio Moro, durante muito tempo, teve este dilatado papel de juiz “sobrenatural”, onipotente.
Criou-se uma espécie de “super-homens”, dotados de poderes excepcionais e, com eles, toda a sorte de desvios autoritários.
Agora, com a ajuda da miséria orçamentária que para a Polícia Federal, todos eles são mandados para o lixo.
Sem que panelas lhes entoem a Marcha Fúnebre.***




Custom Search
AQUI TEM DE TUDO, PESQUISE, CLIQUE NO ANÚNCIO E FAÇA UM ÓTIMO NEGÓCIO!

Polícia Rodoviária cancela vários serviços

Polícia Federal não tem dinheiro para confecção de passaportes. 
Governos propôs tirar dinheiro da Educação para garantir que a classe mérdia possa ir a Disneyland
***




Custom Search
AQUI TEM DE TUDO, PESQUISE, CLIQUE NO ANÚNCIO E FAÇA UM ÓTIMO NEGÓCIO!

Temer enquadra a PF

torq




Sem delongas pergunto: 

O diretor Leandro Daiello e a instituição Polícia Federal vai se dobrar a vontade do corrupto Temer ou não?
Se não, o que vai fazer denunciar o rato ou como cachorro covarde colocar o rabinho entre as pernas e ganir baixinho, para não incomodar o novo diretor nomeado por o impoluto senador Aécio Neves?

O que diferencia a delação da JBS de tudo o que aconteceu até hoje na Lava a Jato?, por Mário Marona

O que diferencia é o fato de que, pela 1ª vez , ostensivamente, o país toma conhecimento que a PF - Polícia Federal -, agiu como polícia de verdade -- investigando sigilosamente, seguindo suspeitos, filmando crimes em flagrante.

Finalmente, vê-se uma PF buscando provas contra os suspeitos, em vez de refestelar-se preguiçosamente diante de delatores que acusariam a mãe para escapar da prisão em que são mantidos como reféns até que resolvam abrir o bico, pouco importando se estarão mentindo ou não.
Finalmente, o Ministério Público acusa sem precisar apoiar-se apenas em delações desesperadas, carentes de qualquer comprovação ou verossimilhança, além de documentos rasurados e sem assinatura, e-mails que nunca foram enviados ou projeções toscas de powerpoint.
Embora seja necessário provar, acima de qualquer dúvida razoável, que os acusados pela JBS cometeram os crimes de que são, ainda, apenas suspeitos, esta nova delação desmoraliza as acusações de ocasião da Odebrecht e da OAS. É possível que alguns dos acusados por essas duas empreiteiras sejam culpados, mas é inegável que, até agora, quase nada foi provado contra a maioria deles.
A nova delação rouba o protagonismo midiático e histriônico de Sérgio Moro, que, diante de uma inédita ação efetiva da polícia e do ministério público, fica identificado apenas pelo que ele mostrou ser até hoje: o juiz obcecado por um único réu. A delação da JBS retira de Moro o direito de usar para todos os investigados que não se chamem Lula o bordão “não vem ao caso”.
Vem ao caso, sim, e vem muito ao caso quando a polícia investiga e se esforça para reunir provas que amparem as acusações: subornos filmados, cédulas marcadas, chipes em malas e mochilas, agentes seguindo suspeitos. Tudo isto para apurar crimes que foram cometidos há menos de dois meses, quando a Lava a Jato fixava-se numa única direção e a pilantragem ainda corria solta longe dos olhos daquela região agrícola do Sul do país.
Que a nova prática encerre e era das acusações verbais cuja comprovação é impossível por falta de investigação e evidências materiais objetivas.
Basta de powerpoint. Basta de documento sem assinatura.Basta de emails secretos nunca enviados. Basta de vazamentos planejados apenas para alimentar obsessões do judiciário e da imprensa.
A imprensa sentiu o golpe, tanto quanto alguns dos acusados. Não passa de metáfora de uma corporação de editorialistas, colunistas e comentaristas de uma opinião só, mas pode-se dizer, em tom de brincadeira, que, diante de uma simples investigação de verdade, os mervais começam a abandonar o navio.
somais
Texto originalmente publicado no Facebook do jornalista***

"Guerra Total" na crise política com os filmes "Polícia Federal" e "Real"



(...) por Wilson Ferreira
Espera-se para esse ano o lançamento de dois filmes nacionais que aproveitam a atmosfera da atual crise política. O thriller judiciário “Polícia Federal: A Lei é Para Todos” e um “thriller econômico” - “Real: O Plano por Trás da História”, sobre o Plano Real e a derrota da hiperinflação. “Esculhambação da Polícia Federal e do Judiciário” (pelo fato da PF ter cedido equipamentos, gravações de vídeos e informações sigilosas para uma produção privada sobre uma investigação ainda em andamento) e “propaganda tucana” foram algumas reações das esquerdas. Qual é a surpresa? Como em toda a História, os conquistadores chegam ao poder determinados a exterminar os vencidos. Desde o nazi-fascismo esse extermínio tornou-se simbólico por meio da “Guerra Total”: a conquista de corações e mentes através do cinema e audiovisual. Assim como o Governo dos EUA fornece armas, aviões e soldados reais para as produções patrióticas hollywoodianas, a PF transforma sua sede de Curitiba em “laboratório de interpretação” para os atores. Dentro do espectro político, quanto mais nos dirigimos à direita vemos uma aplicação mais eficiente das armas da comunicação. Como demonstrou Donald Trump na semana passada em suas incursões pela Internet e redes sociais nas madrugadas.

Arre!

Moro, umbigos apolíticos e futricas classistas, por Armando Rodrigues Coelho Neto
(...) Moro, de encantador de incautos a sedutor de burros pós-graduados?
***
Não há diferença entre esquerda e direita e quando chegam ao poder são todos iguais. Eis um raciocínio sentencial, ao qual se pretende dar conotação apolítica, como se ele em si não tivesse efeito político, sobretudo quando se pretende encerrar um debate. Seria como se o não debater não tivesse efeito prático algum na vida social, como se o não debatido não significasse a aceitação de um fato político nocivo ou vexatório exatamente como ele está. Como se tal fato imexível não estivesse a serviço de ninguém. Mais que isso, como se a omissão, na maioria dos casos, não significasse um ato político que expõe ao ridículo o tal apolítico. Tudo a coroar a porca lei das alternâncias cíclicas de gerações, em especial a que hoje eclode com reduzida capacidade de raciocínio, vitimada pela corrosiva dominação dos meios de comunicação.
Entramos na baixa estação, época na qual proliferam os congressos, encontros das abastadas e elitistas carreiras dos graduados servidores públicos municipais, estaduais, federais. Os delegados federais, por exemplo, acabaram de realizar o seu evento, do qual saiu uma enxurrada corporativista com um vago pretexto de tornar a PF mais eficiente e melhor defender a sociedade(!?).  Aliás, divulgou uma carta apolítica, feita para uma polícia de outro planeta, absolutamente desconectada de um país que sofreu um golpe de estado. Pasmem! Os delegados federais dependem do suspeitíssimo parlamento golpista e mafiocrata, para terem seus anseios contemplados. Para tanto, precisam ser apolíticos, desatrelados da realidade nacional.