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Bahia e Amazonas não terá redução do preço dos combustíveis, saiba porque

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Notícia do dia


O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates fez o anúncio da boa nova ao lado do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira. No começo da manhã a empresa anunciou o fim da PPI (Preços de Paridade de Importação). Na prática significa que a estatal abrasileirou sua política de preços.
Fiz o L.

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Petrobras anuncia fim de PPI (Preços de Paridade de Importação


Depois de anunciar fim política de preços dos combustíveis aprovada por Michel Temer e adotada e defendida por Bolsonaro (PPI), a Petrobras anunciou novos preços do diesel, gasolina e gás de cozinha para as distribuidoras. 

O diesel saíra de R$ 3,46 para R$ 3,02 reais, baixa de 44 centavos por litro. A gasolina passará de R$ 3,18 para R$ 2,78 reais, queda de 40 centavos por litro. E o gás de cozinha (GLP) teve queda histórica de -21,3% (8,97 reais por botijão de 13 kl).

Foi para isso que fiz e faço o L.

Agora, quero é ver bolsominions verminosos exigindo que os postos de combustíveis continuem com a política deles, o PPI (Preços de Paridade de Importação).

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Petrobras sabota governo eleito


Sob o comando do governo Bolsonaro e a política econômica do ministro Paulo Guedes, a Petrobras atropela e sabota o presidente eleito (Lula/PT). Para prejudicar o próximo governo a empresa divulga um plano estratégico hoje, depois da 17:30 quando a Bolsa de Valores encerrar o pregão. Canalhice!

Imagino as armadilhas e mutretas que essa equipe de trambiqueiros graúdos aprontaram nesse "Plano estratégico". Corja"!
Vida que segue>>>

Você sabia?

 A Petrobras teve lucro de 54 bilhões de reais no ultimo trimestre. Destes 54 bilhões 39 irão para os coitadinhos dos acionistas estrangeiros. 

Resumo da rapinagem:

Mais ou menos 75% do que os brasileiros pagaram pelo gás de cozinha, diesel, gás natural e gasolina foi para estufar os bolsos dos agiotas internacionais.

E, pensar que ainda tem imbecil, sem condições de sequer encher o tanque de uma moto defendendo está política de atrelar os preços da empresa aos preços internacionais.

Babacas!




Shareholder X housewife

Lula warns that he will change Petrobras' pricing policy and that he cannot enrich shareholder and impoverish housewife

Ciro Gomes fala sobre o desmonte da Petrobras

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Lula e a política de preços da Petrobras

"Digo em alto e bom som: nós não vamos manter essa política de preços de aumento do gás e da gasolina que a Petrobras adotou por ter nivelado os preços pelo mercado internacional. Quem tem que lucrar com a Petrobras é o povo brasileiro", afirmou o ex-presidente Lula em entrevista hoje 30 de novembro 2021 a jornalistas (?) da Rádio Gaúcha.
Lula

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Petrobras nega documentos a defesa de Lula

Declaração Universal dos Direitos Humanos:
Artigo 11-) 
"1.Todo ser humano acusado de um ato delituoso tem o direito de ser presumido inocente até que a sua culpabilidade tenha sido provada de acordo com a lei, em julgamento público no qual lhe tenham sido asseguradas todas as garantias necessárias à sua defesa. 
2. Ninguém poderá ser culpado por qualquer ação ou omissão que, no momento, não constituíam delito perante o direito nacional ou internacional. Também não será imposta pena mais forte de que aquela que, no momento da prática, era aplicável ao ato delituoso." 

Bastaria este artigo da Declaração dos Direitos Humanos para defesa do ex-presidente garantir o acesso aos documentos do acordo espúrio da Petrobras com os EUA. Mas, o que acontece?...

A empresa pede ao STF para ser tratada como Embaixada estrangeira e assim não compartilhar integralmente os acordos celebrados com o judiciário estadunidense.

Eu não duvido nada que o membro da quadrilha de Curitiba, Edson Fachin "com supremo com tudo", aceite as argumentações da banca de advogados da Petrobras. Contra Lula vale tudo, até uma empresa se transformar numa embaixada estrangeira dentro do seu próprio país.

Corja! 






O que não presta para Petrobras é ótimo para Chevron

A aquisição da refinaria de Pasadena, pela Petrobras, foi um lance brilhante de estratégia comercial. A maior parte da produção da Petrobras era de petróleo pesado. E a refinaria servia para o refino desse tipo de petróleo.

Posteriormente, houve mudanças imprevistas. Primeiro, a descoberta e exploração do pré-sal, com produção de petróleo leve. Depois, a crise de 2008, que derrubou as cotações internacionais de petróleo.

Mesmo assim, do ponto de vista estratégico, Pasadena continuou sendo um grande lance, por permitir à empresa entrar no mercado americano com produto de valor agregado, especialmente depois que os conflitos diplomáticos com a Venezuela comprometeram sua posição de grande fornecedor de petróleo para os EUA.

O escândalo em torno da compra transformou a refinaria de Pasadena em um elefante branco. Mas apenas para uma cobertura midiática desinformada e partidarizada.

Em estudos de 15 de fevereiro de 2019, agora relevados, enquanto a Petrobras estava sendo desmontada, e a Pasadena era a alavanca para mostrar a suposta incompetência da empresa, a S&P Global, Marketing Intelligence publicava estudo mostrando a relevância da refinaria de Pasadena para a estratégia da … Chevron.

O setor enfrentava ameaças geopolíticas de oferta de petróleo pesado – problema que nunca afetou a Petrobras, como produtora de petróleo.

Segundo o estudo, a Chevron pretendia alavancar a produção expandindo seus ativos de refinaria na Costa do Golfo para processar petróleo bruto mais perto de suas operações de extração de óleo de xisto. Como parte desse plano, dizia o trabalho, “a Chevron comprará a Pasadena Refining System Inc., braço de refino da estatal brasileira Petróleo Brasileiro SA – Petrobras, com sede no Texas, em um negócio que inclui a refinaria de Pasadena ao longo do Houston Ship Channel, no Texas”.

“Um grande ponto de venda para [a refinaria de Pasadena] é sua localização adjacente ao Houston Ship Channel, que hospeda quatro refinarias e tem excelente acesso ao fornecimento doméstico de petróleo bruto e distribuição de produtos refinados”, dizia Sandy Fielden, consultor do projeto.

O episódio Pasadena é um dos grandes desastres do denuncismo irresponsável que tomou conta do país no período Lava Jato. Nem se fale das acusações infundadas a dirigentes, e da malícia de jogar o ajuste contábil da empresa – que deve refletir o preço do petróleo – na conta da corrupção. Mas de amarrar os braços da Petrobras em seus planos de expansão, no período em que a exploração de petróleo passou a ser assumido por empresas nacionais dos países produtores – trazendo para o país as vantagens de controlar o ciclo da produção.



por Luis Nassif - GGN

 Durma com mais esta revelação que mostra quão manipulados são muitos brasileiro. Babacas!


Privataria bolsoguediana


Apenas uma semana depois de ser autorizada a venda dos seus gasodutos a Petrobras anuncia a "descoberta" de poços de petróleos que num passe de mágica no mínimo dobra o valor do ativo. Foi entregue por 30 bilhões, agora vale 60.
Roubo é isso!

"As vezes caio, mas me levanto e sigo em frente, nunca desisto, porque a mão que me ampara não é a do cão, é a de Cristo"
Vida que segue...

Como os brasileiros pagarão a conta das privatizações na Petrobras e na Caixa


Petrobras e Caixa Econômica Federal menores, lucros privatizados e conta para a população. Os planos de Jair Bolsonaro e Paulo Guedes para as duas estatais, anunciados em abril, retomam um roteiro velho conhecido da população brasileira. O mercado agradece e a população paga o pato – com serviços piores, direitos a menos e contas a mais.
Essa é a avaliação trazida ao Brasil de Fato por Jair Pedro Ferreira, presidente da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae) e Deyvid Bacelar, diretor da Federação Única dos Petroleiros (FUP) e do Sindicato dos Petroleiros da Bahia (Sindipetro-BA).
O Conselho de Administração da Petrobras aprovou, em sua última reunião (26/04), diretrizes que incluem a venda de inúmeros ativos importantes da companhia, entre eles oito unidades de refino. A empresa hoje possui 15 – e vai ficar com menos da metade do número atual. Com a privatização das unidades, a capacidade de refino da Petrobras, atualmente na casa dos 2,4 milhões de barris por dia, cairá quase pela metade.
O início do programa de “desinvestimento” da companhia gerou uma série de protestos dos trabalhadores da estatal, entre eles uma importante mobilização na Bahia – que deve ser um dos estados mais impactados pelas medidas, com a venda da Refinaria Landulpho Alves (RLAM). A proposta de privatização das refinarias e outros bens da empresa foi contestada pela FUP no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ).
Na Caixa, as medidas planejadas pelo governo para o banco já ganharam as manchetes da mídia comercial e provocaram reações das entidades de trabalhadores do setor. O jornal O Estado de S. Paulo, por exemplo, destacou em uma de suas edições de abril (16) que: “Caixa puxa fila da ‘redução do Estado’ e avança no preparo de venda de ativos”. A manchete do caderno de economia foi imediatamente rebatida pela Fenae, que afirmou ao Brasil de Fato que a luta contra essa privatização será prioridade total na atuação da entidade.
Quem paga o pato
O esvaziamento da Caixa pelo novo governo já vem de antes das privatizações prometidas. No final de março, o decreto 9.737/2019 determinou a retirada do assento da Caixa no Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O Conselho é alvo da cobiça dos bancos privados, uma vez que responde pela gestão de um dos maiores fundos de investimento e instrumento de poupança do país.
Logo no início do governo Bolsonaro, a direção do banco anunciou intenção em vender loterias, cartões, seguros e ativos – como imóveis e agências. A Caixa passou a se desfazer de outros ativos de maior liquidez e da participação em empresas e fundos de investimento. A estatal já também vendeu sua parte no IRB Brasil RE (antigo Instituto de Resseguros do Brasil, hoje a maior resseguradora da América Latina) e agora se prepara para abrir mão de sua participação na Petrobras.
O presidente da Fenae não tem dúvidas sobre os impactos que as medidas trarão. “É o enfraquecimento da Caixa. O esquartejamento dela. Do que vive um banco?”, questiona. Ferreira define a estatal como uma grande ferramenta de desenvolvimento, da qual o Brasil não pode abrir mão.
A análise da Fenae é de que, se as medidas prometidas forem adotadas, alguns dos efeitos seguintes serão a perda de agências e a diminuição do número de funcionários. O banco ficará mais distante da população. “Quem está perdendo é a população. São as pessoas que precisam de financiamento, do Minha Casa Minha Vida, do Bolsa Família, etc”, argumenta.
“O capital privado não vai aonde a Caixa vai. Não vai fazer programa Minha Casa Minha Vida. Não vai ter Agência Barco. Não vai ter correspondentes bancários, não vai ter agência bancária onde não dá lucro, isso é papel da Caixa.” (Jair Pedro Ferreira, presidente da Fenae) 
No caso da Petrobras, as privatizações inicialmente planejadas incluem a venda da PUDSA (braço da companhia no Uruguai) e a rede de postos da empresa no país vizinho. Das unidades de refino em solo brasileiro, oito irão para a iniciativa privada, em quatro regiões. A empresa passará a concentrar suas atividades de refino basicamente em São Paulo e no Rio de Janeiro, com somente uma unidade no Nordeste e nenhuma no Sul e Norte.
Atualmente, a Petrobras funciona como mola propulsora da economia e da industrialização dos estados onde mantém refinarias.
Deyvid Bacelar, da FUP e do Sindipetro-BA, questiona os impactos que a decisão provocará não só na Bahia, mas em todo o país. São empregos próprios que serão perdidos, terceirizados que se tornarão ainda mais precarizados, além do enfraquecimento do papel da empresa na economia e na soberania nacional.
“É um contrassenso completo”, critica Bacelar, que destaca também a quantidade de recursos e empregos que sairão do Brasil e migrarão para outros países. Segundo observa o petroleiro, a piora na qualidade do trabalho, bem como o aumento dos preços dos combustíveis, já se fazem sentir por conta das novas diretrizes de gestão da empresa. Ele acrescenta, ainda, que a empresa está com seu parque de refino subutilizado, enquanto o país gasta recursos com a importação de óleo e derivados.
“Quem paga essa conta? É a população. Quem ganha com isso? Não é a Petrobras”, denuncia.
Onde uns perdem…
Dados da FUP indicam que, ao passo que as refinarias não têm toda sua capacidade de produção utilizada, o número de empresas importadoras explodiu no setor nos últimos anos. Onde antes havia 50 empresas, depois das mudanças na política de preços, agora mais atrelada aos preços internacionais, já são mais de 200, importando óleo especialmente dos EUA (e de empresas estadunidenses instaladas na América Central e no Caribe).
Em janeiro de 2019, o Brasil consumia cerca de 1,9 milhão de barris de petróleo por dia, contando com uma produção na faixa de 2,6 milhões de barris/dia. E a capacidade de refino da Petrobras chegava a 2,4 milhões de barris. As unidades da companhia refinavam, contudo, somente 1,6 milhão (33% abaixo da capacidade total), abrindo espaço para importadores atuarem e lucrarem nesse bilionário mercado.
Levantamento do jornalista Miguel do Rosário, do blog O Cafezinho, demonstra o tamanho dos interesses e riquezas envolvidos. De acordo com Rosário, “somados os anos de 2017 e 2018, os EUA exportaram o equivalente a quase US$ 10 bilhões em óleo diesel para o Brasil”. Ou seja, praticamente R$ 40 bilhões.
Ainda segundo O Cafezinho, no ano passado, 84,3% das importações brasileiras de diesel vieram dos Estados Unidos. A porcentagem é quase o dobro da verificada em 2015, antes do impeachment contra Dilma. As exportações estadunidenses de diesel para o Brasil totalizaram US$ 5,3 bilhões em 2018, o que significa um aumento de 195% em relação à 2010. Para se ter uma ideia, em 2015, essas exportações haviam atingido um montante quatro vezes menor que a de 2018, somando US$ 1,35 bilhão.
E isso falando somente do diesel, sem considerar gasolina, nafta, plásticos e outros derivados de petróleo que nossas refinarias também poderiam produzir caso sua capacidade plena fosse utilizada.
Na Bahia, por exemplo, a Refinaria Landulpho Alves (a segunda do país em capacidade de processamento) apresenta uma importância enorme na economia do estado, respondendo por cerca de 20% da arrecadação do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). De acordo com o jornal Correio, um dos principais da Bahia, no intervalo entre 2013 e 2017, a unidade da Petrobras experimentou uma redução na casa de 30% em sua produção – de 109 milhões de barris de derivados processados em 2013 para cerca de 76 milhões de barris em 2017. O volume produzido em 2017 retrocedeu ao patamar de 2003.
A tendência, verificada na petrolífera, de encarecimento dos serviços prestados à população – e de ampliação do lucro do setor empresarial beneficiado com as privatizações – apresenta grandes chances de se reproduzir em outros setores.
No caso da Caixa, o presidente da Fenae, Jair Pedro Ferreira, afirma existir uma pressão dos bancos privados para tirar a concorrente de diversas áreas do mercado. Ferreira explica que a própria relação com a Petrobras, em contratos de empréstimo de fôlego entre as partes, é alvo de cobiça das instituições privadas. Até porque, a partir dessa interação, o banco acaba por atuar na estruturação e financiamento de toda a cadeia produtiva relacionada ao setor.
Resistência e repeteco
Se as consequências econômicas, de certa forma, reproduzem-se em cada ciclo de privatizações, o discurso e as estratégias também têm produzido “repetecos” históricos e em relação a outras áreas em que o Estado já foi tirado de campo.
Bacelar destaca que as vendas das refinarias e outros ativos da Petrobras estão sendo tratadas como um “plano de desinvestimento”. Uma sutileza nas palavras, que não se reflete na dureza dos atos e suas consequências.
O presidente da Fenae entende que realmente “privatização é um termo forte”, de modo que agora os representantes do governo federal mudaram a estratégia, afirmando que pretendem “vender algumas áreas” da Caixa.
Ferreira destaca que essa pauta repete outros momentos históricos, mas que a partir do golpe de 2016, após a queda do governo Dilma, houve uma aceleração desse processo. “No governo atual não é diferente, eles vão para cima com toda sua capacidade e habilidade”, explica.
O diretor da FUP, por sua vez, confirma que, desde 2016, a Petrobras apresenta igualmente uma mudança muito brusca em sua administração, e que, depois que Dilma foi tirada da presidência, as privatizações de ativos da companhia se aceleraram. Boa parte delas a preços favoráveis aos compradores.
Estamos revivendo, acho que até de uma maneira mais tenebrosa, o que vivenciamos na década de 90, nas grandes privatizações
Bacelar contextualiza que, desde sua criação, a companhia sofre pressões internas e de interesses de fora do país. “Teremos a necessidade, mais uma vez, de garantir a defesa da soberania nacional, que nós entendemos que é também defender a Petrobras”.
Ele ressalta que, “infelizmente, isso existe há anos, desde 1953 [quando a empresa foi criada] e estamos revivendo aqui, acho que até de uma maneira mais tenebrosa, o que nós vivenciamos na década de 1990, nas grandes privatizações que aconteceram – principalmente no governo de Fernando Henrique Cardoso [PSDB]”.
O sindicalista recorda que, na década de 1990, houve até tentativa de alterar o nome para Petrobrax, a fim de facilitar e encaminhar sua oferta ao setor privatizado. “Com a greve histórica de 1995, conseguimos postergar a quebra do monopólio [da estatal na exploração do petróleo] e evitar a privatização da Petrobras.” Na ocasião, o Exército chegou a ser chamado para ocupar as refinarias e dar fim à greve.
A Petrobras, em si, não foi privatizada anteriormente por conta da mobilização da categoria petroleira e também da sociedade brasileira
Para Bacelar, “se o diesel continuar subindo, se a gasolina continuar subindo, se o gás de cozinha continuar subindo, a gente pode ter uma insurreição popular”.
O presidente da Fenae também compreende que o caminho para evitar novos ataques ao patrimônio público passa por trabalhar com a informação, pelo diálogo com os brasileiros e brasileiras, pela criação de elos de resistência. Para ele, ao compreender as questões envolvidas, as distorções e injustiças, a sociedade tende a se posicionar para reverter os planos privatizantes.
O dirigente ressalta que o banco é responsável por até 70% de determinadas políticas públicas e que sua importância para programas como o Bolsa Família e o Minha Casa Minha Vida são exemplos nesse sentido. Ferreira destaca a necessidade de incluir as prefeituras e governos estaduais na discussão, pois a Caixa exerce um papel de grande importância na dinâmica socioeconômica desses entes.
Será um embate difícil e longo, prevê o entrevistado. “Mas estamos muito otimistas e acreditando que a gente vá ter sucesso”. É preciso se organizar, para defender um país mais igual, com políticas públicas inclusivas. “Vamos conseguir dizer para a sociedade que não podemos abrir mão dessas políticas e essa luta vai ser prioridade número 1 para nós”, conclui Ferreira.
Publicado primeiramente no Brasil de Fato. Editado por Rodrigo Chagas. Colaboração Antonio Biondi
Vida que segue

Luis Nassif: Carvalhosa, o moralismo e a Lava Jato: uma questão de negócios

O que leva um advogado octagenário, bem sucedido, a se tornar um troll de Twitter, propondo o fogo do inferno para os ímpios, prisão para Ministros do Supremo e o escambau?
O advogado em questão é Modesto Carvalhosa, velho advogado comercialista paulista, da melhor estirpe quatrocentona. Conheço-o desde os idos dos anos 70, quando se discutia a nova Lei das Sociedades Anônimas. Jovem repórter do caderno de investimentos da Veja, eu ouvia Carvalhosa para obter frases de impacto, Fábio Comparato e jovens advogados de futuro, como Aryoswaldo Mattos Fiho, para conseguir análises e jovens.
Carvalhosa já tinha o estilo histriônico de hoje e o utilizava muito bem como ferramenta do seu marketing profissional. Conseguia espaço na mídia dando o lead e, através dele, incrementava seu escritório.
O Carvalho tuiteiro é apenas um upgrade do marcheteiro dos anos 70.
No Twitter, há duas maneiras de receber mensagens. Uma, seguindo o autor das mensagens. Outra, seguindo alguém que retuíte as mensagens de terceiros. Não sigo Carvalhosa e constantemente sou brindado com suas mensagens, sem que ninguém as tenha retuitado. Significa que as mensagens estão sendo impulsionadas. Isto é, alguém paga para que essas mensagens consigam alcançar outros públicos.
Nenhuma novidade. Acontece o mesmo com Augusto Nunes, José Roberto Guzzo e outros jornalistas que aprenderam a “lacrar” em mensagens curtas. Provavelmente sao agências a serviço do lavajatismo selecionando tuítes “lacradores”.
Mas, no caso de Carvalhosa, o buraco é mais embaixo.
Analise o tuíte abaixo.
A tal reportagem do Crusoé limitava-se a publicar um e-mail de Marcelo Odebrecht – provavelmente vazado pela Lava Jato – em que informa que existe um “amigo do amigo do meu pai”, que provavelmente seria Toffoli. O e-mail é do tempo em que Toffoli era Advogado Geral da União. E o e-mail não menciona nenhuma irregularidade ou tentativa de irregularidade.
Portanto, Carvalhosa sabe que não serviria sequer para uma manchete em jornal sério. Por que se comporta assim, então?
A idade estaria nublando a razão? Pelo contrário, Carvalhosa está mais atilado que nunca e descobriu no Twitter o maior impulsionador dos seus negócios advocatícios. Isto mesmo !
O bravo Carvalhosa é sócio da Lava Jato em uma reedição da class action, pela qual advogados espertos dos EUA arrancaram US$ 3 bilhões da empresa, com participação direta da Lava Jato. Poderá ser o maior negócio de sua bem-sucedida carreira de advogado.

Entendendo o golpe contra a Petrobras

Legalmente, uma empresa de capital aberto pertence aos seus acionistas. Há duas maneiras da corrupção incidir sobre a empresa.
A primeira, é quando a corrupção é em benefício da empresa. Isto é, permite fechar contratos, aumentar as vendas das empresas e o valor das ações. Se é propriedade de todos os acionistas, todos ganharam com a corrupção – mesmo sem estar diretamente ligado a ela. Logo, é justo que a empresa pague pelo praticado a quem perdeu – as empresas, clientes ou competidores vitimas da corrupção.
A segunda, é quando a empresa é vítima da corrupção. Se é vítima, significa que foi prejudicada.
A Petrobras claramente se enquadra nessa segunda situação.
Se foi prejudicada, o prejuízo incidiu sobre todos os acionistas. Ou se, TODOS os acionistas perderam.
Se uma parte desses acionistas aciona a empresa para ser indenizada, o valor da indenização incidirá sobre o conjunto restante de acionistas. Portanto, um grupo de acionistas espertalhões, assessorados por advogados espertalhões, estão avançando sobre o patrimônio dos demais acionistas que perdem duas vezes: pelos desmandos dos executivos da companhia, e pelas indenizações pagas a apenas uma parte dos acionistas.
Pode-se separar os acionistas entre os antigos e os que adquiriram as ADRs da Petrobras. Mas a lógica vale para todos.

O cálculo da indenização

Há vários indícios de que houve corrupção no acordo firmado com os órgãos americanos.
Primeiro, no cálculo da corrupção da Lava Jato. A Lava Jato inferiu que a corrupção foi de 3% sobre todas as obras do período, baseada na tal tabela Barusco – que indicou esse percentual de propina em algumas obras. Incluiu-se até um ajuste contábil nessa conta, o impairment, uma baixa no balanço ligada exclusivamente à queda nas cotações internacionais.
No início, imaginou-se que esses erros básicos de cálculo se deviam apenas aos exageros da Lava Jato, para mostrar serviço. Mesmo porque as propinas saíam da margem de lucro das empreiteiras.
Quando foi negociada a class action, percebeu-se a extensão da manobra: serviriam de base para os pedidos de indenização, nas ações abertas nos Estados Unidos.
Ora, era evidente que a queda no valor das ADRs  se deveram a dois fatores: queda nas cotações internacionais de petróleo (que obrigaram ao impairment, isto é, à readequação dos valores contábeis às novas expectativas de faturamento) e o terrorismo disseminado pela Lava Jato, inclusive levando provas documentais para o Departamento de Justiça processar a empresa.
Mesmo com todas essas manobras, os valores apontados não chegavam a US$ 1 bilhão. E a Petrobras, com aval da Lava Jato, pagou US$ 3 bilhões para acabar com as ações americanas. Não há nenhuma explicação para o valor pago. O acordo dependia apenas da concordância das partes – a Petrobras representada por Pedro Parente e a supervisão da Lava Jato.
E onde entra nosso bravo Carbonário, o Carvalhosa? Ele abriu uma class action para investidores brasileiros, nas mesmas bases do americano. Deu para entender seu empenho em defender a Lava Jato?
Não se trata da última batalha de um patriota em defesa de sua terra, mas a maior tacada de um advogado no fim da sua vida, explorando a indústria da anticorrupção inaugurada pela Lava Jato, e sem a menor preocupação com instituições, com o país e com a moralidade.
Luis Nassif
Vida que segue

Dilma: a Petrobras e o Brasil não podem ser reféns da especulação


A gestão da maior empresa pública brasileira não pode ser submetida à lógica de curto prazo da especulação financeira
A Petrobras e sua gestão nos governos do PT voltam a ser alvos de falsas acusações e de fake news. Agora, devido ao aumento de 5,7% no preço do diesel e ao cancelamento deste mesmo aumento pelo Presidente Bolsonaro. Trata-se de uma medida paliativa pois o problema é a submissão do governo aos desígnios do “deus-mercado”.
Na verdade, desde o governo Temer, mentiras sobre a Petrobras têm sido utilizadas e amplamente reproduzidas pela imprensa brasileira com o claro objetivo de justificar a política de preços imposta na gestão Pedro Parente. Tal política atrela os preços praticados internamente aos preços do petróleo no mercado externo, às flutuações do dólar e à sanha de lucro no curto prazo do mercado financeiro internacional e de seus acionistas privados. Alegam que essa medida é necessária para levar ao saneamento da empresa, que teria sido enfraquecida, e mesmo quase levada à falência durante os governos do PT.
Como mostra a AEPET- Associação dos Engenheiros da Petrobras, “não é verdade que a Petrobras teve prejuízos enquanto adotou preços de combustíveis abaixo do (preço) internacional, entre 2011 e 2014, época em que o preço do petróleo se manteve elevado”. A associação afirma que “o fato é que o preço de venda dos derivados sempre foi acima dos custos de produção”, e a Petrobras “sempre apresentou lucros operacionais em linha com as maiores empresas de petróleo do mundo”. Na verdade, como mostra a AEPET, entre 2012 e 2017, a geração de caixa da Petrobras “se manteve estável entre 25 e US$ 27 bilhões por ano”, “com enormes reservas em caixa, entre 13,5 e US$ 25 bilhões, superiores às multinacionais” do setor.
Além disso, é sempre bom lembrar que a Petrobras é empresa de economia mista e tem mais de 66% de suas ações ordinárias pertencentes à União, ao BNDES e à Caixa, ou seja, os proprietários da Petrobras são todos os brasileiros e brasileiras.
Em síntese, o controle das grandes reservas do pré-sal e daquelas fora dele, bem como os próprios custos de prospecção, exploração e desenvolvimento dos blocos são prioritariamente formados no Brasil e, sobretudo, o controle da propriedade é nacional.
Nesta condição, a Petrobras tem importantes funções estratégicas a cumprir: zelar pelo desenvolvimento nacional, pela eficiência no funcionamento da economia e pelo acesso dos consumidores a preços tão módicos quanto possível.
É uma tolice acreditar que o preço do petróleo no mundo e dos combustíveis em cada país flutuem livremente. O preço internacional do petróleo sempre oscila por influência de interesses geopolíticos. Os principais países produtores de petróleo – desenvolvidos e em desenvolvimento – não privatizam suas empresas ou internacionalizam sua formação de preços e tampouco abrem as ações de suas principais empresas no mercado internacional.
Das 20 maiores petroleiras globais, entre as primeiras estão estatais – chinesas e saudita. Na sequência, há mais nove estatais, do oriente médio, do golfo pérsico e da América Latina. Então, das 20 maiores, mais da metade são estatais e nenhuma está venda e tampouco vendendo pedaços e partes no mercado.
São empresas nacionais, instrumentos de estratégia nacional. A lógica de uma empresas como a Petrobras não pode ser, ao invés de servir ao País e a sua população, servir ao “mercado” e aos especuladores de Nova York; ao invés de atender ao País e à sua população, que formou e capitalizou a empresa, e é proprietárias das reservas, atender ao mercado internacional e à sua visão de lucro de curto prazo. Todo o seu foco, assim, vira do avesso e acaba a visão estratégica de longo prazo, no qual é possível à empresa desenvolver tecnologia – como a de águas profundas – e descobrir reservas – como o pré-sal.
A abertura de capital não pode ser justificativa para tornar a empresa objeto da especulação financeira. É interessante o exemplo da China, que tem pelo menos cinco grandes empresas de petróleo e usa suas subsidiárias – de capital aberto – no plano internacional, devidamente controladas por empresas chinesas de capital fechado.
Se depender do desejo dos especuladores do mercado financeiro, os preços do diesel, da gasolina e do gás de cozinha subirão sem qualquer parcimônia e respeito aos consumidores. Foi o que aconteceu desde o golpe de 2016. Sob o governo Temer, houve cerca de 250 aumentos nos preços dos combustíveis – 16 vezes mais do que nos 13 anos de governos do PT.
Aumentos de preços de combustíveis constantes e acima da inflação contaminam toda a cadeia produtiva, gerando colapso logístico, inflação, carestia e mais desemprego.
A questão não é recuar do aumento de 5,7%. É impedir que a lógica da gestão da Petrobras seja submetida à lógica de curto prazo da especulação financeira.
Dilma Rousseff - acima de tudo uma mulher honesta derrubada da presidência da República por uma quadrilha de bandidos golpistas e entreguistas
Vida que segue

Maracutaia Lava Jato, EUA, Petrobras inocenta Lula

A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva apresentou petição ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) para que a corte analise o acordo entre a Petrobrás e os Estados Unidos e revise a condenação de Lula no caso do Tríplex do Guarujá depois da empresa ter firmado acordo onde ela se apresenta como ré e não como vítima, e da notícia presente em processo trabalhista da OAS de que a empresa pagou 6 milhões de reais para ajustar depoimento de delatores.
O documento aponta as razões de porque o acordo entre a Lava Jato, a Petrobrás e o governo americano, que destinou 2,5 bilhões de reais para uma fundação da Lava Jato, é incompatível com a sentença dada a Lula. No documento firmado entre os 11 procuradores da Lava, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos e a Petrobrás, esta aparece como ré e responsável pelos desvios na empresa, inclusive listando executivos envolvidos nesses desvios. Já no processo de Lula ela aparece como vítima, tendo sido inclusive assitente da acusação. Não é possível, em torno dos mesmos fatos, a empresa ser vítima no Brasil e criminosa nos Estados Unidos. Em nenhum momento do documento, assinado pela equipe de Dallagnol, a empresa responsabiliza o ex-presidente Lula pelos desvios da Petrobrás.
Enquanto a Lava Jato posava de defensora da Petrobrás no Brasil, ajudava os Estados Unidos a processar a empresa como ré, forçando a entregar 2,5 bilhões de reais e acesso a informações sobre tecnologia e campos de petróleo.

Petrobras fecha sua filial em São Paulo, por Andre Motta Araujo

A maior empresa do Pais vai fechar sua filial em São Paulo. Faz parte do delírio neoliberal do cabeção de planilha que dirige a empresa. A Petrobras não precisa estar em São Paulo, já que ele declara que vai vender as quatro refinarias da Petrobras no Estado.
A Petrobras foi criada por Lei do Congresso, apoiada inclusive pela UDN, maior partido conservador da época e sua privatização só pode ser aprovada por Lei do Congresso.
Os fanáticos neoliberais encontraram um atalho para privatizar a Petrobras sem passar pelo Congresso, vão vender os ativos da empresa deixando a casca vazia.
A PETROBRAS é uma grande empresa de petróleo integrada, vai da produção à distribuição, assim como a Exxon, Shell, BP, Total, ENI, Chevron. O valor de uma empresa de petróleo está na sua integração, do poço ao posto. Desintegrar a empresa anula seu valor, as grandes do petróleo são integradas, o valor está na integração.
O Brasil é o 2º mercado mundial para óleo diesel que é hoje quase todo importado dos EUA porque a Petrobras acha que isso é mais interessante.
Interessante para quem? A logica seria investir mais no refino para produzir o diesel no Brasil, a Petrobras foi criada para dar ao Brasil auto-suficiência em combustíveis e não para agradar acionistas em Nova York. Mas o cabeção de planilha já disse que a Petrobras deve vender suas refinarias, quebrando a integração que é a LÓGICA das grandes companhias de petróleo – o lucro vem da integração e não de negócios isolados.
Os doentes do neoliberalismo não admitem a existência da Petrobras, cujo maior valor é o MERCADO BRASILEIRO DE COMBUSTÍVEIS, que ela domina, um dos maiores mercados do mundo, cujo valor estratégico é gigantesco.
Ao desintegrar a empresa estão entregando seu mercado DE GRAÇA a outros grupos, todos com ligação estrangeira. A principal interessada nos ativos da Petrobras é a COSAN, associada a Shell. Os congressistas devem ser alertados por esse “passa moleque”, que se completará com a venda da grande BR DISTRIBUIDORA, o coração estratégico capital de giro da Petrobras, que domina 80% do mercado de combustíveis do Brasil.
O cabeção de planilha, muito à direita de Paulo Guedes, com sólida fama de antipatia e arrogância, disse que se a Petrobras precisar de alguma atividade em São Paulo pode usar escritório compartilhado, desses que se aluga por dia, usado por despachantes e corretores.
No mundo real e não das ideologias, hoje as reservas de petróleo do mundo pertencem 91% a empresas estatais. Saudi Aramco , estatal, é a maior petroleira do mundo, segue-se a PEMEX do México, a ENI, da Itália, a NIOC, do Irã,  a STATOIL da Noruega, a RUSSNEFT, da Russia, das 20 maiores empresas de petróleo do mundo 13 são estatais, inclusive as quatro primeiras, todas chinesas, como SINOPEC e China National Petroleum.
Privatizar a PETROBRAS vai contra toda a lógica mundial que viu nos últimos 50 anos crescer extraordinariamente o peso das empresas estatais contra as SETE IRMÃS do anos 50.
A Petrobras já vendeu muitos pedaços, os oleodutos e gasodutos foram vendidos ou estão a venda, as importantes subsidiarias no exterior, como a da Argentina, já foram vendidas, fabricas de fertilizantes, a petroquímica BRASKEM, maior da America Latina. A PETROBRAS está encolhendo até desaparecer, marca da desastrosa gestão Pedro Parente, que causou a crise dos caminhoneiros, com enormes perdas do PIB, por focar toda a administração da empresa no interesse dos acionistas minoritários estrangeiros da Bolsa de Nova York e não no interesse do Estado brasileiro que tem 64% das ações da empresa. Se acharam a gestão Parente ruim, esperem pela de Castelo Branco, que vai surpreender pela ousadia destrutiva.
Os 600 funcionários da filial São Paulo da Petrobras serão “realocados”, uma piada para provocar a demissão voluntaria, engrossando o já oceânico rol dos desempregados do Brasil.
Alega o CEO da Petrobras que seu único interesse é o pre-sal, que só existe porque em algum momento da vida da Petrobras gestores com visão estratégica ARRISCARAM sem garantia de retorno investir em uma aventura no meio do oceano, algo que JAMAIS seria feito por cabeças de planilha focados exclusivamente no balancete trimestral e sem nenhuma visão estratégica. A historia do pre-sal mostra o valor de dirigentes de perfil estratégico, o oposto dos cabeças de planilha bitolados, sem noção de Pais ou do setor, oriundos do mercado financeiro, figurino do atual presidente da Petrobras.
Agora diz ele que seu único interesse é o pre-sal, já todo retalhado com empresas estrangeiras, um recurso finito, enquanto que o mercado brasileiro é o valor infinito que ele quer doar.
O desmonte planejado da Petrobras é uma marca cruel e simbólica do desmonte geral do Pais nestes tempos sombrios.
Jamais antes, em nenhum governo, se juntaram debaixo de um só guarda chuva tantos operadores de mercado financeiro para cuidar com exclusividade da economia.
NENHUM pensador estratégico para atrapalhar o desmonte, seremos o grande Haiti do mundo.
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A maior empresa do país não ter uma filial no estado mais rico? Sinceramente, é inexplicável.
Todo mundo quer ser bom, mas da lua só vemos um pedaço 
Vida que segue...

Combustível está barato

Roberto Castello Branco, economista indicado para presidir a Petrobras por Jair Bolsonaro acha que os preços dos combustíveis [gás de cozinha, diesel, gasolina e alcool] estão baratos. Ele não leva em conta o poder aquisitivo do povo brasileiro. Com certeza imagina que o salário médio do trabalhador brasileiro seja igual a média do europeu. Tamos bem, ano que vem é bom ir se acostumando a gasolina pelo menos a 7 reais, gás de cozinha a uns 12o reais.
Eu acho é pouco.


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Dez fake news contra a Petrobras

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Petrobras é a maior vítima de fake news da história do Brasil, esclarecimentos publicado pela AEPET - Associação dos Engenheiros da Petrobras -, confira abaixo:
Mentiras e falácias atuais
Quem pensa que a Petrobras está quebrada, que a produção do pré-sal é lenta, que o pré-sal é um mico e não tem valor ou que a exportação de petróleo por multinacionais pode desenvolver o Brasil, está sendo enganado. É vítima da ignorância promovida pelos empresários da comunicação, políticos e executivos à serviço das multinacionais do petróleo e dos bancos. (Coutinho F. , A construção da ignorancia sobre a Petrobrás, 2017)
FAKE #1 – O mito da Petrobras quebrada
A Petrobras é a maior e mais importante empresa do país. Embora tenha sido vítima de corrupção sempre esteve muito longe do risco de falência. A estatal é uma grande geradora de caixa. Entre 2012 e 2017, a geração se manteve estável entre 25 e US$ 27 bilhões por ano. Também neste período manteve enormes reservas em caixa, entre 13,5 e US$ 25 bilhões, superiores as multinacionais estrangeiras. A capacidade de honrar compromissos de curto prazo sempre foi evidenciada pelo índice de liquidez corrente superior a 1,5.
A dívida da Petrobras é proporcional às reservas em desenvolvimento do pré-sal e aos investimentos de mais de US$ 250 bilhões, de 2009 a 2014, sendo perfeitamente administrável pela companhia que cresce, tanto na produção, quanto na geração operacional de caixa. (Oliveira & Coutinho, 2017)
FAKE #2 – O “prejuízo” pelos subsídios ao consumidor entre 2011 e 2014
Não é verdade que a Petrobras teve prejuízos enquanto adotou preços de combustíveis abaixo do internacional, entre 2011 e 2014, época em que o preço do petróleo se manteve elevado.
Neste período de altos preços do petróleo, os resultados das atividades de refino foram compensados pelos ótimos resultados das atividades de exploração e produção.
No período de 2015 a 2016, com os preços do petróleo mais baixos, os resultados de exploração e produção foram compensados pelos ótimos resultados do refino.
O fato é que o preço de venda dos derivados sempre foi acima dos custos de produção. Assim, a Petrobras, como empresa integrada e verticalizada, sempre apresentou lucros operacionais em linha com as maiores empresas de petróleo do mundo.O gráfico abaixo mostra os lucros brutos da Petrobras no período de 2008 a 2017. Ao contrário do mencionado pelo Diretor-Geral da ANP, entre 2011 a 2014, a Companhia não teve prejuízos. Os resultados operacionais apresentados foram estáveis ao longo dos últimos anos justamente para garantir a lucratividade da Companhia, mas sem prejudicar os consumidores brasileiros. (AEPET, 2018)
FAKE #3 – Os “maus investimentos” e a corrupção superestimados
Os detratores da Petrobras super dimensionam os prejuízos causados pelos corruptores e corruptos que lesaram a companhia, com o objetivo de justificar a privatização dos seus ativos e do petróleo.
O mito da Petrobras quebrada foi o pilar ideológico do plano lançado em setembro de 2016, Plano de Negócios e Gestão (PNG 2017/21), que tem como principal objetivo reduzir a alavancagem, antecipadamente, a 2,5 no final de 2018. O indicador escolhido é obtido pela divisão da “divida liquida” pelo “EBTIDA ajustado” e no plano anterior seria atingido em 2020. Assim o plano pretende justificar a privatização de US$ 35 bilhões em ativos entre 2016 e 2018. (Oliveira & Coutinho, A principal meta da Petrobras, na gestão Parente, é temerária, 2017)
O mito da Petrobras quebrada é alimentado pela lenda do endividamento ameaçador. O endividamento teria sido motivado pela corrupção e por maus investimentos. Agora ele estaria a ponto de quebrar a Petrobras e a única alternativa seria privatizar os ativos da estatal a toque de caixa. Esta falácia é revelada pela estimativa do impacto da corrupção e dos investimentos em ativos ditos improdutivos no endividamento da Petrobras.
Em síntese, concluímos que do total da dívida existente no final de 2014 (US$ 136,04 bilhões), 4,5% corresponde aos investimentos ditos “improdutivos” e 3,6% corresponde aos efeitos da corrupção. Ressaltamos que os dois efeitos não podem ser somados porque existem efeitos redundantes pelo impacto da corrupção na “improdutividade” dos ativos.
Assim pôde ser revelada a lenda da origem perversa do endividamento que alimenta o mito da Petrobras quebrada e suporta ideologicamente o objetivo da privatização fatiada da estatal que é disfarçada pela meta da redução da alavancagem. (Oliveira & Coutinho, Avaliação dos “maus investimentos” e da corrupção na formação da dívida da Petrobras, 2017)
FAKE #4 – A incapacidade de investir e de exercer o direito de operação única no pré-sal
A construção da ignorância sobre a Petrobras, maior vítima histórica das mentiras e falácias (fake news) da História moderna do Brasil serve para convencer a opinião pública que a estatal não é capaz de exercer o direito de ser a operadora única no pré-sal e investir no desenvolvimento da sua produção.
Apesar do crescimento da produção no pré-sal ter ocorrido em tempo recorde, em comparação com o Golfo dos EUA, o Mar do Norte e a própria Bacia de Campos. A produção no pré-sal já representa cerca de 55% da produção nacional.
FAKE #5 – A necessidade de privatizar ativos, alienar acumulações de petróleo e ceder direitos no pré-sal, como na cessão onerosa, para reduzir alavancagem no curto prazo