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Google libera nova versão do Android

Como previsto, o Android 7.1.1. começou a ser distribuído para os usuários hoje segunda-feira (05/12). No entanto, infelizmente, por enquanto serão poucas pessoas terão acesso à nova versão, pois ela está disponível apenas para o smartphone Pixel e alguns aparelhos da linha Nexus, especificamente os modelos 5X e 6P, também para o tablet Pixel C. 

Nenhum desses celulares é oficialmente vendido no Brasil.

A atualização está sendo liberada aos poucos pela via OTA (over-the-air), em que o download é feito pelo Wi-Fi e a instalação é automática. 

Mas, quem realmente estiver com pressa, já pode baixar as imagens de fábrica e atualizar manualmente, se tiver o conhecimento técnico para isso 
(o Google dá as instruções de como fazer neste link).

Palhaçada - assim é se lhe parece ser

Padres abençoam computadores, tablets e smartphones em missa celebrada na igreja Saint Pierre D'Arene, em Nice, no Sul da França, em homenagem ao Arcanjo Gabriel, conhecido como “mensageiro de Deus”.Crédito: AP Photo/Lionel Cironneau

Olhar Digital: as novidades da Computex



Reprodução
Chip Haswell Intel
A Computex, que acontece até o dia 7 de junho em Taiwan, é uma das maiores feiras de tecnologia do mundo e a maior de toda a Ásia. Por isso, é comum que algumas empresas guardem grandes lançamentos para o evento, principalmente empresas da região como Asus, Acer e até mesmo a Samsung.

O evento, equivalente à CES na Ásia, foi marcado não apenas por novos laptops, smartphones e tablets, mas também pela nova linha de processadores da Intel, que estarão presentes em computadores e notebooks que em breve chegarão ao mercado.

Confira os principais anúncios da feira:
Intel
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Quarta geração de processadores:
 Talvez a empresa tenha sido a estrela da Computex até então, marcando presença nos principais anúncios. A empresa lançou seus novos chips com a nova microarquitetura Haswell, que promete maior desempenho com menor consumo de energia em dispositivos mais leves e finos.

A companhia manteve a nomenclatura "i3", "i5" e "i7" para designar seus chips, para evitar confusões na hora da compra. A novidade deve alavancar também o mercado de Ultrabooks.

A maioria das marcas a seguir apresentou aparelhos que utilizem o novo processador da companhia.
Acer
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Menor tablet com Windows 8:
 A Acer anunciou o primeiro tablet com o sistema da Microsoft que pode ser utilizado com apenas um mão. O Iconia W3, que já havia sido vazado no site da Amazon, foi confirmado pela empresa pelo preço de US$ 380. A tela de LCD terá resolução 1280 x 800, processador IntelAtom Z2760 dual-core com 1,8 GHz e 2 GB de memória RAM. Há também a opção de pagar US$ 80 por um teclado de tamanho completo.

Asus
Três-em-um: O Transformer Book Trio é um laptop de 11,6 polegadas com sistema Windows 8 e Android. Quando o usuário quiser, pode remover a tela do aparelho para usá-la como tablet com Android, ou utilizar o aparelho como um notebook com Windows. A base conta com processador Intel Core i7 de quarta geração e disco rígido de 750 GB, e serve como carregador para o tablet. Este vem com chip Intel Atom de 2 GHz, tem tela IPS 16:9 Full HD (1920x1080) e tem até 64 GB disponíveis para armazenamento.

Concorrente do Galaxy Note: a empresa mostrou o Fonepad Note FHD 6, um smartphone 3G grandão ou tablet pequenino, com tela de 6 polegadas e stylus, semelhante ao Galaxy Note da Samsung. Ele tem processador IntelAtom Z2560 dual-core de 1,6 GHz e tela Full HD Super IPS+ de 1920x1080.

Samsung
Reprodução
Novos Galaxy Tab:
 A Samsung confirmou as expectativas e atualizou a linha de tablets Galaxy  Tab 3 com dois novos aparelhos, de tamanhos diferentes (8 e 10,1 polegadas) mas com uma novidade: o maior deles ela apostará em um processador Intel.

O Galaxy Tab 3 de 10.1" tem o chip Atom Z2560 dual-core de 1,4 GHz. A tela tem 1280x800ppi de resolução, ele possui 1 GB de RAM e seu espaço para armazenamento pode ser de 16 GB ou 32 GB, mas expansíveis a 64 GB por microSD.

O outro tablet tem tela de 8", com a mesma densidade de pixels por polegada do modelo maior e a mesma capacidade de memória, mas com 1,5 GB de RAM. Já o processador é um Exynos dual-core de 1,5 GHz.

Sony
Reprodução

Ultrabook mais leve do mundo: A Sony mostrou ao mundo o Vaio Pro 11, que também se apoia no novo processador Intel com microarquitetura Haswell e pesa apenas 1 kg. O dispositivo conta com tela touchscreen Full HD de 11,6 polegadas, com processador Intel Core i7, 8 GB de RAM, 256 GB de SSD para armazenamento, USB 3.0 e HDMI.

O produto está em exposição na feira, mas ainda não foi anunciado oficialmente. Desta forma, ainda não há previsão de lançamento ou preço.

O fim dos netbooks?

Os netbooks, como foram batizados os pequenos computadores portáteis com preços mais baixos e pouca capacidade, chegaram ao seu fim.

Os produtos que foram apresentados ao mercado em 2007 chegam ao fim de seu legado em 2012. A Asus e a Acer, as únicas duas companhias que continuaram a fabricar netbooks, afirmaram que não o irão mais produzi-los.

De acordo com análise do jornal britânico The Guardian, a ascenção dos tablets e smartphones a preços competitivos é um dos principais fatores da “morte” dos netbooks. Além disso, como os aparelhos possuem baixa margem de lucro devido a seus pequenos preços, sua produção tornou-se mais desinteressante conforme perdeu mercado.

Em 2011, a emrpesa de pesquisa Canalys revelou que as vendas de netbook caíram 25%, representando 29,4 milhões de vendas. Paralelamente, foram vendidos 63 milhões de tablets, que ganharam vantagens.

O jornal ainda afirma que a Intel, fabricante dos processadores Atom que equipavam os netbooks, irá continuar a produzir tal processador para outros equipamentos.

Os mais populares apps de 2012

do Olhar Digital
Angry Birds, Instagram e Facebook continuaram entre os aplicativos mais baixados em 2012, mas outros programas também conquistaram espaço nos smartphones e tablets.

No ano passado, consumidores gastaram, em média, duas horas por dia com aplicativos móveis, uma alta de 35% sobre 2011, segundo a pesquisa da Flurry divulgada pela Reuters. Esse número deve continuar a crescer em 2013.

Categorias como redes sociais, mídia e entretenimento, edição de fotos e jogos continuaram a atrair a atenção dos consumidores. YouTube e Angry Birds foram os aplicativos gratuitos que mais tiveram downloads na App Store, da Apple. No entanto, vários aplicativos lançados neste ano rapidamente entraram no raking de download e receita.

O jogo Draw Something para iPhone e Android rapidamente ganhou popularidade após ser lançado em fevereiro e, apesar de já ter perdido gás, ainda é o segundo aplicativo pago mais baixado no ano para esses aparelhos.

"Houve uma grande demanda para jogos de vários jogadores, já que os novos LetterPress e ScrambleWithFriends se mostraram populares também", afirmou um dos responsáveis pela empresa. "Em muitos aspectos, esses produtos se basearam no Words with Friends, mais revolucionário", acrescentou.

Uber e Hailo, para serviços de aluguel de carros e táxis, e AirBnB e HotelTonight, para reservas de hotéis, começaram a ficar muito populares neste ano, segundo o especialista.

Aplicativos de pagamento, como Square, e o lançamento do Passbook pela Apple consolidaram o smartphone ainda mais como uma carteira digital.

iPad 3: o que podemos esperar dele

Tablets da Apple deve vir com diversas melhorias e visual novo a partir de Março


iPad
 Aumentam os rumores de que a Apple fará o anúncio da sua terceira geração de tablets, o iPad 3. 

O boato mais recente afirma que o dispositivo será lançado na primeira semana de março - mas nada ainda está confirmado.

Como deverá ser o aparelho, suas características e especificações técnicas? Uma das grandes diferenças para o iPad 2 deverá ser o seu processador A6, mais poderoso e com melhores capacidades gráficas (o iPad 2 e o iPhone 4S possuem o A5), supostamente mais eficiente em termos de gestão de energia e duração da bateria.

Reprodução

Também é esperado que, com um processador mais potente e veloz, o assistente de voz do iPhone 4S, o Siri, seja integrado ao novo tablet. Além disso, som e alto-falantes devem sofrer melhorias para suportar as redes 4G (LTE), tornando o aparelho o primeiro da empresa a possuir a tecnologia.

Outra função que provavelmente vai sofrer alterações são as câmeras frontais e laterais. As do iPad 2, no quesito qualidade e resolução, não são tão boas quanto as do iPhone 4 e 4S. Dessa forma, espera-se que a terceira geração de tablets da Apple possua um dispositivo para fotos e vídeos FaceTime HD, podendo até ter a função de flash na câmera frontal.

Reprodução

Quanto ao design, os rumores variam: uns dizem que o iPad 3 será mais fino que seu modelo antecessor, e outros apontam que ele será mais grosso para acomodar novas peças e periféricos. A opção mais provável é a primeira, já que, ao longo dos anos, a Apple sempre conseguiu reduzir o tamanho de quase todos os seus produtos. 

Um dos recursos mais aguardados no novo tablet é a resolução da tela, que deve ter incríveis 2.048 x 1.536 pixels, contra 1.024 x 768 do iPad 2. Informações dão conta de que a Sharp fornecerá os itens necessários para a montagem dos painéis de LCD, incluindo a tecnologia QXGA, que promete aumentar a densidade dos pixels de 146 ppi, do iPad 2, para 264 ppi. Se for assim mesmo, o visor do aparelho não será feito de retina, já que são necessários 300 ppi para alcançar essa classificação.

Reprodução

Ainda não podemos tirar conclusões acerca do iPad 3. Mas, sem dúvida, assim como foi com os dois primeiros modelos do tablet, a Apple não vai decepcionar a nenhum usuário. E você, o que espera do iPad 3? Deixe sua opinião nos comentários!


Celurares, smartphones e tablets viram meio de interação como cliente

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O Aplicativo que serve de cardápio digital interativo em um restaurante de Fortaleza pode ser acessado em vários tipos de dispositivos móveis, entre celulares, smartphones e tablets
"O simples ato de ´ligar´ para alguém será uma dentre as muitas coisas que os novos celulares irão proporcionar. É a internet móvel chegando para ficar´´. A frase, dita pelo webdesigner Adriano Macedo há 11 anos, em entrevista à coluna Na Rede - publicada no Diário do Nordeste de 17 de julho de 2000 -, já dava uma ideia do novo papel que os celulares representam hoje no dia a dia dos usuários.

Naquela época, Macedo divulgava o desenvolvimento de "microsites" no formato WAP, que poderiam ser acessados através do celular e dos antigos PDAs e palmtops. Hoje, a internet móvel ganhou a banda larga 3G e os smartphones e tablets fazem companhia aos celulares nas aplicações que vão além de uma simples ligação telefônica. Em restaurantes de Fortaleza, por exemplo, o aparelho já pode ser usado para acessar um cardápio digital e escolher o prato. Se preferir tomar um vinho, o usuário também receberá do aparelho as opções que melhor harmonizam com o prato escolhido.

A solução para os restaurantes - que pode ser acessada pelos aparelhos através de uma espécie de código de barras (QR Code) presente nos cardápios impressos - é uma das aplicações para celular que Adriano Macedo, com sua empresa Digital Design, desenvolve nos dias de hoje. O trabalho é feito em parceria com Felipe Calvet, diretor de negócios da empresa de sistemas para web Navegantes. Os dois resolveram explorar a disseminação dos celulares e da internet móvel criando soluções para que as empresas aproveitem, em seu modelo de negócio, o potencial desses dispositivos nas mãos de seus clientes e consumidores.

Seguindo esse princípio, Macedo e Calvet criaram também uma solução que tira proveito do GPS incorporado aos smartphones e do serviço online Google Maps para oferecer aos clientes de uma construtora um mapa interativo para chegarem até um empreendimento, partindo de onde quer que estejam. Outro aplicativo permite ao empresário realizar pesquisa de satisfação com seus clientes através do celular. A solução, além de tornar mais atraente o processo para o consumidor, garante economia de tempo na captura dos dados. Como tudo já fica digitalizado, a empresa não precisa ter trabalho de digitar informações escritas em papel.

Para Adriano Macedo, o empresariado local já está consciente do papel que os smartphones e a mobilidade podem representar para os seus negócios. "O acesso móvel em Fortaleza é meio traumático por conta do (serviço) 3G. Mas o empresário local está instalando por conta própria suas redes WiFi para oferecer acesso em seus estabelecimentos", diz o webdesigner. Continua>>>

Tablets

A revolução brasileira
Ontem, o Ministério da Fazenda e o da Ciência e Tecnologia anunciaram incentivos fiscais que reduzirão em até 31% o preço dos tablets produzidos no Brasil. Na verdade, o incentivo consiste em enquadrar os tablets na categoria de computadores, beneficiando-os com os mesmos incentivos contidos na Lei do Bem, de 2005.
Os incentivos consistem na isenção de PIS e Cofins, que pesam em 40% no preço final do produto. Se os estados aderirem ao incentivo, serão mais 12% de redução, em média.
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Do ponto de vista tecnológico, há alguns avanços. Para ter direito aos incentivos, os fabricantes terão que se submeter a um Processo Produtivo Básico (PPB) que define graus crescentes de nacionalização de componentes.
No caso de "placas-mãe" (a alma do tablet) em 2012 deverá ter 80% de nacionalização e no ano seguinte 95%. Faz parte da nova filosofia do MCT de exigir a transferência de tecnologia para o país.
Segundo o Ministro de Ciência e Tecnologia, Aluizio Mercadante, os incentivos permitirão repetir o que houve com a indústria automobilística no Plano de Metas de JK. Atraídas as primeiras, cria-se a massa crítica para o desenvolvimento da cadeia produtiva do setor.
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Mas o grande salto poderá ser na educação.
Para tanto, terão que ser articulados outros instrumentos complementares.
Um deles é o FUST (Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações).
Em junho de 2008, o Congresso alterou a Lei 9.998, que instituiu o FUST, incluindo a obrigação de "garantir a todos o acesso a tecnologias de informação e comunicação de qualidade, independente da sua condição social". Tornou obrigatória também o acesso de todas as escolas públicas à banda larga até o final de 2013, atingindo 63 milhões de alunos.
Tem que se incluir no kit-escola equipamentos que permitam sinais em wireless ou ampliar a política de banda larga criando uma categoria especial de usuários do tablet que possam acessar também banda larga por celular.
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A segunda ferramenta será a parceria do MCT com o Ministério da Educação, para financiar conteúdos educacionais digitais multimídia. Já existe documento nesse sentido. Aí, sim, haverá condição de uma verdadeira revolução educacional brasileira.
De um lado, tornando disponível para todos os alunos da rede pública uma infinidade de livros didáticos, sem os gastos vultosos do Programa Nacional do Livro Didático.
De outro, familiarizando-os definitivamente com as novas mídias, as novas competências profissionais, a sociabilização da rede, dando-lhes acesso à produção cultural vasta, permitindo o contato com jovens de todos os países.
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Segundo Mercadante, daqui a dois anos a Coreia não terá mais livros didáticos impressos. Todos estarão disponibilizados em meio digital. Apenas no MCT há um banco de dados de teses com 200 mil trabalhos em todas as áreas do conhecimento.
Diz Mercadante que com as novas ferramentas, será possível ao aluno assistir aulas online e até mesmo substituir cadernos pela tela eletrônica.
Blog: www.luisnassif.com.br
E-mail: luisnassif@advivo.com.br

Tablets

A Sony anunciou hoje, terça-feira (26/04) a confecção de dois tablets baseados no sistema operacional Android 3.0 Honeycomb, da Google. 

Os aparelhos "S1" e "S2" serão compatíveis com jogos de PlayStation, terão opção de conectividade WiFi ou 3G/4G, e contarão com um serviço online para download de conteúdos digitais, como livros e músicas.

O tablet "S1" (direita) possui uma tela de 9.4 polegadas, duas câmeras de vídeo e traseira curvada. Já o "S2" (abaixo), mostra um conceito de tablet dobrável. Pouco maior que um smartphone, com duas telas de 5.5 polegadas, o equipamento pode caber no bolso do usuário.


Os tablets "S1" e "S2" não tiveram valores divulgados, mas a previsão é de que sejam lançados entre setembro e novembro deste ano.

Tablets - Novos rivais do iPad devem aquecer mercado

Os próximos meses reservam boas novidades, além do iPad, para quem espera adquirir um tablet
Até o fim deste ano, os consumidores de tecnologia vão se deparar com uma grande de quantidade de lançamentos na área que terão um forte potencial de inserir a palavra "tablet" em suas listas de compras. Esses dispositivos - uma espécie de computador pessoal em formato de prancheta, com tela sensível ao toque - voltaram à cena com estilo depois do lançamento do iPad, da Apple. Só este ano, devem ser vendidas 4,3 milhões de unidades do produto. Agora, o número de novos dispositivos que afloram em busca de um lugar ao sol nesse segmento começa a aquecer ainda mais o mercado.



Empresas como HP, RIM, Asus, Dell, Lenovo, LG e Samsung já estão no aquecimento para colocar em campo seus produtos rivais do iPad. Quem ganha é o consumidor, com novas opções de dispositivos que atendem a todos os gostos, em quesitos de preço, recursos adicionais, tamanho de tela e sistema operacional.

A aposta dos fabricantes de PC - e até de outros segmentos de mercado - na onda dos tablets é mais do que a abertura de uma frente para combater o avanço da concorrente Apple. A questão é manter sua marca vendendo nas prateleiras. Um recente estudo apresentado pela Barclays Capital, reporta que a expectativa de crescimento na venda de computadores para todo o ano de 2010 é de 16%. No ano passado, esse percentual foi de 19%. Para a consultoria, a redução deste ano é causada pelo lançamento do iPad. Segundo outra consultoria, a iSuppli, os tablets devem conquistar este ano 75% do mercado de computadores com touchscreen, ante os 4% de 2009, esmagando os concorrentes notebooks, netbooks e monitores. O movimento em direção aos tablets é tão significativo que fez os fabricantes colocarem de lado os netbooks, que até o ano passado eram o foco da indústria de PCs no enfrentamento da crise econômica mundial.


Pequenos grandes rivais



De olho nessa tendência, a fabricante de computadores Dell foi uma das primeiras a tratar de colocar no mercado o seu tablet. A empresa lançou este ano o Streak, um dispositivo que funciona com o sistema operacional Android, do Google. Este sistema garante ao usuário uma grande quantidade de aplicativos - a maioria deles gratuita - e, portanto, é uma boa alternativa diante do iOS, o sistema do iPad. Pelo fato de ter uma tela pequena, de 5 polegadas, o Streak é feito para agradar o usuário que prefere maior portabilidade, sem abrir mão dos recursos de um tablet como o iPad - que tem tela de 9,7 polegadas. Outro diferencial é que, graças ao seu tamanho reduzido, o Streak pode ser utilizado como telefone - e vem com este recurso, ao contrário do aparelho da Apple. Muito grande para ser um smartphone, e muito pequeno diante dos tablets convencionais, o Streak acaba ficando em meio-termo mercadológico para o qual os especialistas ainda não designaram uma categoria. Seu preço nos EUA é de US$ 550.

Quem também preferiu oferecer ao mercado um tablet compacto que cabe na palma da mão foi a Samsung. Seu novo lançamento, o Galaxy Tab, com tela de 7 polegadas, é atualmente o mais querido concorrente do iPad, avaliado como o primeiro com credenciais para rivalizar bem com o tablet da Apple. O dispositivo, com Bluetooth, Wi-Fi e 3G, é comandado pelo sistema Android 2.2, e é menor e mais leve do que o iPad, mesmo mantendo a mesma velocidade de processador e o dobro de memória RAM oferecido pelo concorrente. Destinado a superar o queridinho da Apple, o produto da Samsung tem ainda recurso de telefone 3G e duas câmeras - recursos ausentes no rival. O ponto fraco do Galaxy Tab, no entanto, está no preço. O dispositivo será lançado nas próximas semanas no mercado internacional por cerca US$ 900 - o dobro da versão mais barata do iPad, que deve chegar ao Brasil no fim do ano.

Já a Toshiba apresentou o seu Folio 100, com conexão Wi-Fi e 3G. O aparelho, também com Android, tem a maior tela (10,1 polegadas) entre os concorrentes. A chegada do Folio 100, por US$ 510, está prevista para o último trimestre, época em que o consumidor ganhará mais opções com a chegada de modelos da HP, RIM, Asus, Lenovo e LG - introduzindo também o sistema operacional Windows na seara dos tablets.

Todos querem fazer tablets




Nesta semana saíram novas informações sobre as tablets da RIM e da Microsoft. Google, Verizon e HP também estariam desenvolvedo concorrentes para o iPad da Apple.

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Tablets ofuscam sucesso dos netbooks

Os novos dispositivos de leitura e navegação na web disputam com os netbooks a vaga do segundo PC dos usuários



Depois de ocupar o posto de redentor da indústria de PCs no período de crise econômica que o mundo viveu em 2008, os netbooks agora estão sendo ofuscados por outra luz que brilha no setor, a dos computadores em formato de prancheta, conhecidos como "tablets". Os fabricantes deixaram um pouco de lado os pequenos notáveis - responsáveis por um crescimento de 103% nas vendas em 2009 - para seguir o caminho traçado pela Apple e o seu iPad.



De acordo com uma pesquisa da Forrester Research, até 2012 os tablets ultrapassarão os netbooks em vendas. O levantamento prevê que, até 2015, os novos queridinhos da indústria serão responsáveis por mais de 23% de todas as vendas de PCs. "O crescimento do tablet afetará o mercado de netbooks, porque eles possuem similaridades em termos de consumo e navegação na web", disse em comunicado à imprensa a analista Sarah Rotman, da Forrester.



Para a empresa de pesquisa Display Search, já no curto prazo a disputa entre tablets e netbooks deve se mostrar bem agressiva. A empresa prevê que os números relativos às vendas no segundo trimestre deste ano destaquem o iPad como responsável por 30% do total de 9,7 milhões de netbooks e tablets comercializados no período.



Até mesmo a Asus, fabricante taiwanesa que lançou o primeiro modelo de netbook (o Eee PC), em 2007, já enveredou pelo caminho do tablet. A companhia lançou no início de junho, durante a feira Computex, em Taiwan, o seu tablet Eee Pad.

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