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Carta de Lula ao jornalixo Josias de Souza

(...) O senhor tem feito declarações que transitam entre a ironia e a baixaria, cheias de desrespeito e mentira contra a memória da ex-primeira-dama Dona Marisa Letícia. O objetivo é o mesmo já há alguns anos: ter protagonismo profissional em uma imprensa parcial — a mesma que apoiou um golpe parlamentar rejeitado pela população — e perseguir politicamente o ex-presidente Lula, talvez pelo temor e inconformismo diante de sua liderança nas pesquisas eleitorais. Mas mesmo neste jornalismo parcial seria importante algum limite ético e humano, por exemplo, não desrespeitando com mentiras pessoas que já faleceram.
Lula jamais acusou ou usou sua esposa de "álibi". Quem acusou, injustamente, sua esposa foram os procuradores da Lava Jato chefiados por Deltan Dallagnol, que o fizeram em processos sem sentido sobre pedalinhos e imóveis que jamais foram da família Lula, para tentar atingir o ex-presidente. Nem Lula nem Dona Marisa cometeram qualquer crime. Errada foi a divulgação de conversas telefônicas privadas da primeira-dama para fins políticos e midiáticos.
O ex-presidente tem muito orgulho de Dona Marisa, do apoio que ela dava para que ele pudesse lutar pelo Brasil, sendo pai e mãe dos seus filhos ao mesmo tempo e cuidando das contas da família desde os tempos do sindicalismo.
Essa é a verdade dos fatos. E é assim há muito tempo, como prova uma declaração de Lula de 2008 registrada no livro "Dicionário Lula" do chefão do jornalismo da Globo, Ali Kamel, que poderia encaminhar para os seus subordinados de Curitiba, que editam matérias desequilibradas sobre os processos da Lava Jato contra Lula para os telejornais da emissora. Kamel também poderia presentear com seu livro outros funcionários das Organizações, como Cristiana Lobo e Thais Heredia, que já desrespeitaram Dona Marisa dentro da sanha da Globo contra Lula.
Trecho do livro "Dicionário Lula", de 2008
Na fala de 19 de fevereiro de 2008, em Cachoeiro do Itapemirim, registrada no primeiro parágrafo da página 445 do livro, Lula diz que Marisa é quem cuida do dinheiro do casal "desde 1975". Essa é a verdade dos fatos. E fatos, em tese, para jornalistas, deviam importar mais que maledicências falaciosas. Mas o jornalista deve achar melhor servir maledicências falaciosas contra Lula do que fatos aos seus leitores.
Assessoria de Imprensa do ex-presidente Lula

Charge do dia


Enquanto isso "jornalistas" tipo Josias de Souza mistura lé com cré para tirar o deles da reta e fingir imparcialidade. Imparcialidade igual a de um Janot, de um Dallagnol, de um Moro, de um Gilmar Mendes e obviamente da famiglia Marinho. 

Para que não fique dúvida sobre o que estou falando leiam com atenção o texto abaixo do imparcialíssimo Josias:

Na política, todos são, em grau menor ou maior, falsos. Essa falsidade vai do ‘bom dia’ que um político dá a outro que gostaria de ver submetido a uma chuva de canivetes até a hipocrisia de um elogio dirigido a alguém detestável que a conveniência política se encarregou de dotar de qualidades extraordinárias. O relacionamento entre Dilma Rousseff e Michel Temer comprova essa teoria.
Chamado de “fraco” por Dilma, Temer reagiu numa conversa com o repórter Roberto D’Ávila, exibida na noite desta quarta-feira, na Globonews: “Prefiro ser fraco do que ser forte, porque os que se dizem fortes destruíram o país. Então, nesse sentido, eu prefiro a fraqueza à fortaleza. Mas fraco não sou. […] É que as pessoas confundem educação cívica, educação pessoal, com eventual fraqueza. Não vou mudar meu jeito. Sempre deu certo assim, vou continuar assim.” Até bem pouco, com os pés fincados no palanque, o mesmo Temer enaltecia a força de Dilma no combate à ditadura.

Dilma havia espicaçado Temer numa entrevista à repórter Maria Cristina Fernandes, publicada há seis dias no jornal Valor. “Não adianta toda a mídia falar que ele é habilidoso. Temer é um cara frágil. Extremamente frágil. Fraco. Medroso. Completamente medroso. […] É um cara que não enfrenta nada!''. A mesma oradora apresentava o companheiro de chapa nos comícios como “uma pessoa experiente, séria, competente e capaz.” 
Certos encontros e desencontros da política não têm grande serventia. Até porque a história e o pragmatismo mostram que os insultos não costumam impedir futuras alianças. Arrroubos como os de Dilma e Temer servem apenas para reforçar no imaginário da plateia a convicção de que o teatro da política é mesmo o território da farsa. Convém não levar a sério os seus protagonistas. Sob pena de fazer o papel de idiota.

Jornal Nacional esculhamba o Cara por anos e dá 03 segundos para ele se defender

A edição do jornal nacional de ontem quinta-feira (15/03/2017) foi de uma sordidez exemplar.

Um motivo para que, ao virar a canoa, se concretize o projeto irresistível do professor Wanderley Guilherme dos Santos: estatizar o departamento de jornalismo (sic) da Globo!
Para começar, o jn do Gilberto Freire com “i” dedicou 2'40" às manifestações impressionantes contra a Reforma (sic) da Previdência do MT, ou Treme (antes que o amigo navegante se esqueça: não deixar de assistir a "cadê o Ali Babá dos ladroes do Janot?").
2'40" sem direito a "sobe som", o que, na linguagem da televisão, significa "não permitir que alguém na matéria fale, ou abra a boca".
Não subiu o som nem do Lula, que lá esteve.O Freire com "i" re-estabeleceu a regra do regime militar: só a imagem - e olhe lá - do Lula.
A voz do Lula, nunca!

(Por falar nisso, amigo navegante: não parece estranho que o jn dê tanto espaço ao Chico Alencar, do PSOL do Rio? O que ele, Chico, fez de errado?)
Tanta economia com a preparação para a greve geral, como diz o Miro e abundância de espaço para "a defesa" dos "acusados" na lista do jn.
Sim, o jn tem a sua lista do Janot, que, como se sabe, é muito mais importante que a lista do Janot.
É uma lista em que o Santo, o Alckmin, não aparece e nela tem mais petista que tucano.
O risco é o Supremo jogar a lista do Janot no lixo e adotar a lista do jn...
(O Globo Overseas Investment BV, em sua versão escrita - moribunda versão - dedica toda a página 3 à lista do jn e ignora a do Janot!)
Aí, num gesto de generosidade e benemerência, o jn reservou 3 minutos para a "defesa" das vítimas de sua lista.
2'40" para as manifestações e 3 minutos para a "defesa" dos destruídos por um repórter do jn (que revela traços inesquecíveis da Miriam Leitão): num "furo" de vazamento, foi ele quem apresentou a lista das vítimas.
Mas, não adianta, porque a Fel-lha pôs o nome do Alckmin na pedra, como tinha feito, desde a véspera, o próprio PiG cheiroso.
O jn adota o que, nos Estados Unidos, se chama de "falsa equivalência".
Você esculhamba a mãe do cara por três horas e, numa suposta equivalência, concede ao filho da ... três segundos para se defender.
Formidável.
E tudo isso no espectro magnético que pertence ao povo brasileiro e num regime de concessão outorgado pelo povo brasileiro!
Dilma, vai lá e usa o controle remoto, Presidenta!
Meu nessa ótima postagem de PHA tem apenas o título. 
É por achar que ele subestimou em muito, o tempo que a Rede Globo vem esculhambando Lula e o PT.

(R)estadão mente descaradamente, na manchete




A manchete bombástica do Estadão baseia-se no seguintes trecho da reportagem:
A Moro, o delegado negou que a PF tenha sido alvo de intervenções do Planalto enquanto esteve no cargo, entre 2003 e 2007. No entanto, revelou ter sido procurado por agentes políticos. “Um ou outro parlamentar às vezes pedia audiência na Polícia Federal e queria indicar o servidor para este ou aquele cargo. Normalmente, um superintendente regional. Vinha conversar comigo e eu dizia que isso não seria possível porque eu já havia acertado com o ministro Márcio Thomaz Bastos (Justiça) e com o presidente Lula, que não haveria interferência”, relatou.
por Luis Nassiff

Parafraseando Josias de Souza

Jornalistas à venda existem em toda parte. Variam o preço e o cinismo. Nesses quesitos o Brasil revela-se um líder mundial
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Confira a baixo a frase original:
Políticos à venda existem em toda parte. Variam o preço e o cinismo. Nesses quesitos o Brasil revela-se um líder mundial
by Josias de Souza

Michê Treme e os jornalixos

O Corrupto e Golpista que se apossou do Palácio do Planalto, convoca a imprensa para anunciar que demitira mais que se tornar réu no STF. Nenhum jornalista pergunta se ele renunciara caso seja ele o réu.

Nessa coletiva só tinha jornalixos.

A canalhipiguice não tem limites

Lê mais essa de um jornalixo das famiglias...

Josias de Souza:

"
O Congresso reestréia nesta quarta-feira um espetáculo manjado. A coisa se passa numa nação alternativa. Fora do prédio de Niemeyer, há um Brasil em pânico. Dentro, há um país fictício. Fora, quando alguém fala em corrupção numa roda, é impossível mudar de assunto. Pode-se, no máximo, mudar de corrupto. Dentro, pulsa um país sem culpados nem inocentes. Um Brasil 100% feito de cúmplices. Uma nação onde nada aconteceu.

Os congressistas propuseram e aceitaram a tese segundo a qual nenhum deles deve nada. Muito menos explicações. Há os delatados, os investigados, os denunciados, os réus… E há a banda muda, que silencia diante da promiscuidade. É nesta ficção que nenhum roteirista de teatro assinaria, para não passar por inverossímil, que o Congresso reabre suas cortinas depois do recesso. Deputados e senadores tropeçam nos corredores com o maior escândalo de corrupção da história. Mas fingem que ele não está ali.

Nos últimos dois anos, uma Lava Jato inexplicada no meio do Salão Verde da Câmara e do Salão Azul do Senado se transformou em muitas coisas. Começou como um embaraço. Evoluiu para um hábito. De repente, à medida que aumentava o número de ecrencados, tornou-se parâmetro.

Há dois anos, os deputados elegeram Eduardo Cunha para presidir a Câmara. E os senadores reelegeram Renan Calheiros. O primeiro está preso. O segundo é réu numa ação penal e protagoniza 12 inquéritos.

Hoje, os favoritos ao comando das duas Casas do Legislativo são alvos da megadelação da Odebrecht. Mas isso não é assunto que mereça a perda de tempo de uma reflexão no Brasil alternativo que está novamente em cartaz no Congresso.

Fora das cuias de Niemeyer —a da Câmara virada para cima, a do Senado emborcada para baixo—, a democracia representativa está jurada de morte. Dentro, ela se comporta como se estivesse cheia de vida."

Charge do dia


Cínico e jornalixo Josias de Souza, imagina quando Lula lembrar que zombaram dele quando prometeu criar dez milhões de empregos, e só para fazer zombar dos dôtores e jênios dá tua estirpe, ele criou mais rssss
estrebucha corja!

Michê, jornalixos e o roda morta


Mônica Iozzi:
Ainda chocada com a entrevista do Temer no Roda Viva. Parecia pra revista de fofocas. Ele até agradeceu a propaganda. Vergonhoso demais.
["Temer como você conheceu a Marcela?", perguntou o jornalista(?) Ricardo Noblat, desferindo a facada mortal no jornalismo nacional.

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Fernando Brito: O dia que Noblat completou a metamorfose

O criativo e fantasioso colunista Ricardo Noblat, num de seus cada vez mais frequentes surtos mediúnicos, em que descreve diálogos travados entre Lula e Dilma – segundo ele, aos berros – hoje desencava um boato velho, publicado há quase um ano pelo colunista Cláudio Humberto, ex-homem de confiança de Fernando Collor e, como todos sabem uma “referência” no jornalismo pátrio. Vem com uma estória de uma camareira do Alvorada que teria sido agredida pela presidente, por conta de uma suposta desarrumação das roupas em seu armário.
É uma nova versão do site Diário do Poder que, em junho passado, tinha publicado “o caso da camareira que teria tomado uma bordoada, após pegar um colar diferente do solicitado pela patroa temperamental.”.
A matéria não tinha qualquer dado factual e mencionava casos genéricos de funcionários civis e militares “abalados” pelo tratamento da Presidenta...
Continua>>>



O desespero de Ricardo Noblat

O pena-paga Ricardo Noblat não é conhecido por sua isenção. Um dos mais raivosos colunistas amestrados, destila intransigência contra a esquerda e contra o PT e ficou tristemente famoso por defender Jair Bolsonaro, quando este atacou Preta Gil com racismo e homofobia. Noblat parece ter ficado transtornado com o fracasso da passeata deste domingo. Como alguém que tenta reavivar as chamas de uma fogueira que se apaga e para isso suja as mãos de cinza, Noblat em sua coluna desta segunda-feira (13) parte para a baixaria contra a presidenta Dilma. Diz que Dilma mente. Diz que ela não “ama seus semelhantes, ou que não sabe expressar seu amor por eles” e portanto, “não pode ser amada”. Para justificar esta fantasia, Noblat fala que Dilma agrediu uma criada no Planalto jogando na empregada cabides de roupa. Quando um jornalista chega a este ponto, revela duas coisas: o próprio nível moral e o um desespero comovente. Dilma, apesar de ter sido reeleita com mais de 54 milhões de votos, não “merece ser amada”, segundo o articulista. O Brasil é que não merece um jornalismo tão “cínico, mercenário, demagógico e corrupto” (Pulitzer de novo) como é o praticado pelo jornal O Globo e seus colunistas amestrados. 

do Vermelho



Jornalixo é assim

Há jornalistas que adaptam-se aos fatos e aos boatos, mais rápido que imediatamente. Josias de Souza é um desses craks.

Confira:

  • Filha de Jefferson presidirá agremiação resultante da fusão do PTB com DEM
  • PTB desdiz presidente e breca fusão com DEM
Você acha que encontrará algum vestígio de mea-culpa entre um artigo e outro? Não perca seu tempo. Eu garanto que não existe.

Tem muitos iguais a ele. São dos que recebem da Redação a missão de escrever um artigo sobre um assunto e perguntam, contra ou a favor?

Assim caminha nossa mídia maviosa.

A arte de escrever para idiotas

- Os autores do excelente texto não deram nome aos que ganham dinheiro para escrever para idiotas. Eu cito alguns, você concorda ou não com a minha pequena lista?

  1. Reinaldo Azevedo
  2. Augusto Nunes
  3. Diogo Mainard
  4. Ricardo Noblat
  5. Merval Pereira
  6. Josias de Souza
Nos comentários, deixe sua listinha. Leia com atenção o artigo abaixo:
Para aqueles que não lerão este artigo
Em nossa cultura intelectual e jornalística surge uma nova forma retórica. Trata-se da arte de escrever para idiotas que, entre nós, tem feito muito sucesso. Pensávamos ter atingido o fundo do poço em termos de produção de idiotices para idiotas, mas proliferam subformas, subgêneros e subautores que sugerem a criação de um nova ciência.
Estamos fazendo piada, mas quando se trata de pensar na forma assumida atualmente pela “voz da razão” temos que parar de rir e começar a pensar.
Artigos ruins e reacionários fazem parte de jornais e revistas desde sempre, mas a arte de escrever para idiotas vem se especializando ao longo do tempo e seus artistas passam da posição de retóricos de baixa categoria para príncipes dos meios de comunicação de massa. Atualmente, idiotas de direita tem mais espaço do que idiotas de esquerda na grande mídia. Mas isso não afeta em nada a forma com que se pode escrever para idiotas.

Diga-se, antes de mais nada, que o termo idiota aqui empregado guarda algo de seu velho uso psiquiátrico. Etimologicamente, “idiota” tem relação com aquele que vive fechado em si mesmo. Na psiquiatria, a idiotia era uma patologia gravíssima e que, em termos sociais, podemos dizer que continua sendo.

Folha de São Paulo: Tanto faz que seja mentira ou verdade o importante é dar Manchete

Faz tempo que tanto a Folha quantos os demais grandes jornalecos, rivistinha, rádios e teleborçais das maviosas famílias brasileira não estão nem aí para os fatos. O que interessa é espalhar a versão que agrade aos patrocinadores da roubalheira nacional. E quem são estes "patrocinadores"?...

A banca, os rentistas e demais grandes grandes agiotas nacionais e internacionais.

Onde encontralos?...

A lista do HSBC e a Operação Zelotes é um bom começo para você saber quem são os verdadeiros poderosos e ladrões do Brasil.

Vê se lá tem algum dos quatro pês Pretos, Pobres, Putas e Petistas que são condenados e encarcerados pelo Judiciário do país.


Leandro Fortes

.. "Essa história da Reuters é mais do que emblemática. A alternativa colocada pelo repórter, de se retirar do texto a referência à corrupção nos governos do tucano Fernando Henrique Cardoso, explicitou blindagem ideológica da mídia ao PSDB. Mas deixou claro, principalmente, que já existe uma geração de jornalistas moldada na política de servidão voluntária das redações. 'Podemos tirar, se achar melhor' talvez seja o mais acabado slogan do que se transformou o jornalismo desses tempos sombrios."



Folha de São Paulo quer transformar mais uma Mentira em verdade

"Uma manchete de domingo da Folha de S. Paulo não é uma simples notícia. É uma sentença de culpa com danos irreparáveis a qualquer reputação. A edição deste domingo, 22 de março, traz denúncia contra José Dirceu – novamente condenando-o taxativamente -, mas baseada em ilações fora dos autos e já negadas pelas empresas. A reportagem tem graves erros de edição e informação e vale-se apenas de “fontes internas à investigação”. A Folha presta-se, somente com base no Ministério Público, a transformar uma mentira em verdade, o que, lá na frente, dará respaldo de opinião pública para que José Dirceu seja denunciado e condenado mais uma vez sem que uma única prova seja de fato produzida contra ele. O jornal, consciente ou inconscientemente, sujeita-se a publicar ilações e a servir de “balão de ensaio” para teorias que a Polícia Federal e o Ministério Público desejam avançar mesmo sem qualquer consistência legal e jurídica.
O jornal publica em sua manchete de primeira página: “DIRCEU RECEBIA PARTE DE PROPINA PAGA AO PT, AFIRMAM DELATORES”. Na página A4, a manchete é ainda pior: “PAGAMENTOS A DIRCEU ERAM PROPINA, DIZEM EMPREITEIRAS”.
As duas manchetes escondem erros graves de informação e edição. O jornal se baseia numa suposta conversa entre o empreiteiro Ricardo Pessoa, da UTC, e investigadores da Operação Lava Jato na qual Pessoa teria afirmado que o custo da consultoria com Dirceu era abatido da propina paga ao PT. A Folha, no entanto, reconhece que não se trata de um depoimento oficial. Em outras palavras: vale-se de uma informação que não faz parte do processo e, portanto, não existe legalmente. A UTC já declarou à imprensa que Dirceu prestou serviços para os mercados peruano e espanhol. Numa investigação marcada delações premiadas homologadas pelo Supremo Tribunal Federal, a Folha sustenta uma manchete – com todo o ônus de imagem decorrente – numa ilação, sem qualquer prova material, vazada por “fontes internas à investigação”. Qual a garantia, portanto, que a Folha tem para cravar como verdadeira uma informação já negada pelas empresas e que não faz parte dos autos do processo?
Se não bastasse a fragilidade da informação, a Folha incorre num grave erro de edição que só reforça a tese – sem fundamento – de que Dirceu teria recebido dinheiro de propina da Petrobras. Para dar robustez à sua frágil denúncia sem base nos autos, o jornal recorre voluntariamente ao plural nas duas manchetes. Reparem que a Folha credita a informação a “delatores” e a “empreiteiras”, como se mais de uma fonte estivesse falando o mesmo.
Além da suposta declaração de Pessoa, a reportagem de Flávio Ferreira também se apoia numa suposta declaração de um representante da Camargo Corrêa (portanto, não um delator, como diz erroneamente a manchete), que teria dito que a consultoria com José Dirceu foi fechada em um custo sobrevalorizado por temer que uma recusa prejudicasse seus negócios com a Petrobras. Mais uma vez, a informação não é oficial e não faz parte do processo.
No entanto, mesmo se algum executivo da construtora tivesse afirmado algo nesse sentido, a informação em nada corroboraria à suposta declaração de Ricardo Pessoa sobre pagamento de propina. Portanto, sob qualquer ângulo jornalístico, a Folha não poderia ter cravado, em sua manchete, que “delatores” (no plural) são a fonte de sua controversa e infundada informação.
O texto interno, na principal página do caderno Poder, comete um erro ainda mais grave. Diz que as “empreiteiras” estão bancando a informação. Qualquer leitor que acompanha o andamento da Operação Lava Jato sabe que existe uma grande diferença entre “delatores” e “empreiteiras” no curso das investigações. As empresas, sobretudo UTC e Camargo Corrêa que são citadas na reportagem, negam o pagamento de propina e confirmam a consultoria. Ou seja, o título é contraditório com o próprio texto do jornal.
A Folha traz ainda outro erro de informação. Diz que foi Dirceu quem procurou a Camargo Corrêa para oferecer seus serviços. Isso é mentira. Foi a Camargo Corrêa quem procurou José Dirceu para um trabalho em Portugal.
No período do contrato, José Dirceu viajou 5 vezes a Portugal e se reuniu também por 5 vezes com o presidente do Conselho da Camargo Corrêa, Vitor Hallack. As informações foram reafirmadas em inúmeras oportunidades à imprensa pela assessoria do ex-ministro. Por que, então, a Folha não procurou o presidente do Conselho da construtora para checar?


Balão de ensaio do Ministério Público
Esta, no entanto, não é a primeira vez que o jornal publica dados sem respaldo nos autos do processo e tampouco em verdades que ainda não vieram à tona. Pelo segundo domingo seguido, a Folha de S. Paulo publica reportagem contra José Dirceu e com base apenas em “informações internas dos investigadores da Lava Jato”. Em 15 de março, o jornal cravou, em abre de página, que procuradores da operação teriam uma prova cabal que ligaria o ex-ministro ao empresário Júlio Camargo. A ligação entre o empresário e Dirceu já havia sido negada, prontamente, pela advogada Beatriz Catta Preta, que representa Camargo. Uma semana depois da matéria, nenhuma evidência desta “prova cabal” foi juntada aos autos do processo no Paraná. Nem se tornaram públicas por meio da imprensa.
A manchete a partir da suposta declaração de Ricardo Pessoa cumpre o mesmo papel: dar visibilidade (e sua respectiva influência junto à opinião pública) a um desejo do Ministério Público. Torna-se evidente, portanto, que o jornal vem se prestando ao papel de ser balão de ensaio das teses de investigação da polícia e dos procuradores, sem, contudo, se valer de fatos concretos para sustentar as reportagens.
Resta, no entanto, o direito à dúvida: a Folha estaria agindo de maneira consciente ou, inocentemente, seria manipulada por vazamentos seletivos dos procuradores atrás de balões de ensaio para suas teses? Seja consciente ou não, há uma implicação real na série de reportagens publicadas: cedo ou tarde e mesmo sem qualquer prova concreta, Dirceu será visto como culpado e recebedor de propinas. O Ministério Público terá, portanto, o conforto para denunciá-lo sem provas e a Folha terá colaborado decisivamente para esse erro jurídico. Se isto ocorrer, ficará evidente que a Folha de S. Paulo optou por renunciar ao papel da imparcialidade jornalística, colaborando para a lógica “do fim que justificam os meios” na caça por um culpado político pela crise na Petrobras."
do Blogue de Zé Dirceu

Resposta ao jornalixo Josias de Souza

O jornalixo Josias de Souza escreveu que os que apoíam - Eu apoio - o governo da presidente Dilma Roussef são:

  • Chapa branca
  • Sociedade organizada
  • Pública
  • Lobista
  • Resmungo
  • Flatulência
Rs, lembrei de uma piada que cai como uma luva para esse pena-paga.

O cara conheceu uma garota pela internet, conversaram e resolveram se encontrar. O hora marcada lá estava ele esperando no local combinado. Ela chega, e diz:

- Boa noite!
- Boa noite!
Ela sem papas na língua, pergunta:
- Peidou?
- Eu não!
- Vixe maria, peidou de novo.

É que o infeliz tinha um mau hálito infernal, parecia ter um tucano morto enrolado numa meia xulezenta dentro da barriga.

O jornalixo Josias de Souza é bem assim, escreve uma podridão atrás da outra.

Peidão!


Dos pesos e medidas midiáticos

Eis que o Josias escreve: " "

Sabe o que me diverte nessa insinuação seletiva do Souza?...

Quando Sérgio Machado era filiado ao Psdb e homem de confiança do tucano Tasso Jereisatti, não tinha uma mancha de dúvida sobre a honestidade dele. 

Engraçado, muito engraçado.

Quando Renan Calheiros era ministro de Fhc, era um santo.

Esses pena-paga são uma graça.

E vergonha na cara, passa longe.

Patrão mandou escrever, eles apenas perguntam: Contra ou a favor?

Também Leia>>> Dito popular tecnológico

Jornalismo se fazia com notícia

Por Fernando Brito
camiao
Do Facebook do simpático professor catarinense Pedro Cabral Filho, com os links dos vídeos a que ele se refere, para você ver que não tem exagero.


É a Globo (RBS, lá) em mais uma sessão de “o mundo está se acabando”.
Chega a dar vergonha de ser jornalista: ser desmentido ao vivo pelas pessoas que estão sendo entrevistadas, na ânsia de incutir o pânico na sociedade.
Diz o Pedro:
Péssimo dia Santa Catarina. Na sua campanha do vale tudo contra o governo Dilma o jornaleco matinal da RBSteira, mau dia Santa Catarina de hoje de manhã repercutiu assim a greve dos caminhoneiros:
- Faltará comida no Estado e o desabastecimento já começou nos supermercados de Itajaí.
Diz a antara, ou ancora.
- Estou aqui com o Sr. Fulano, do sindicato dos supermercados. Como está o desabastecimento?
– Não existe desabastecimento em Santa Catarina. Cuidado com esta campanha de apavoramento, isso não acontece aqui.
A repórter gagueja e tenta reverter a pergunta. O entrevistado volta a afirmar que a paralização está acabando e está tudo regular.
– Pois é, é com vocês do estúdio.Não satisfeitos e com a pauta do ódio, a metralhadora é virada para os postos de gasolina.
– Já falta gasolina em Santa Catarina, principalmente no Oeste do Estado. Vamos conversar com o Sr. Sicrano, representante das empresas de distribuição. 
– Já falta combustível nos postos de Florianópolis e região? Dizia a coitada da repórter.
– Claro que não. Florianópolis é abastecida pela região de Biguaçu e isso não tem a menor condição de acontecer.
– Mas a gasolina irá aumentar. Diz a tansa.
– Como? Uma coisa não tem relação com a outra.
A tola retorna para o estúdio e as caras de “puta que pariu” não deu certo, dava até vergonha. O difícil é que a sutileza apresentada não é para todos. Por isso continuo afirmando que educação é tudo. Ler torna a gente mais inteligente, mais esperto e perspicaz. Dói, mas é prazeroso.

Conferi os vídeos: com uma palavra a mais ou a menos, é isso mesmo: a nítida tentativa dos repórteres de levar os entrevistados a pintarem o inferno de  Dante.
Foi a época em que jornalismo se fazia com notícia….