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Dilma garante fórmula 85/95

Manchetes são que a presidente vetou o sistema 85/95 aprovado pelo Congresso Nacional.

Eles (jornalistas?) sabem que não foi assim.

A verdade eh que Dilma garantiu o fim do fator previdenciário, criado e aprovado pelo PSDB, e acrescentou a fórmula 85/95 a progressividade (expectativa de vida).

Decisão coerente e corajosa.

Para mim, nenhuma surpresa.

Dilma eh dez!

Coerência política partidária

Psdb vota em bloco pelo fim do fator previdenciário



Os 45 deputados tucanos votaram pela aprovação na Câmara da emenda à Medida Provisória 664 que permite a flexibilização do Fator Previdenciário; o mecanismo, que limita o valor da aposentadoria de pessoas mais novas, foi criado na gestão de Fernando Henrique Cardoso; a derrota do governo Dilma Rousseff mostra a falta de coerência partidária num momento de esforço pelo ajuste fiscal; vice-líder do governo na Câmara, o deputado Silvio Costa (PSC-PE) afirma que presidente deve vetar a medida; ontem, em NY, ex-presidente FHC disse ser a favor do ajuste fiscal; deputados tucanos parecem não ter escutado  
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Fator previdenciário

Ontem o plenário da Câmara Federal aprovou em primeira votação mudança no fator previdenciário, que é o cálculo usado para concessão de aposentadorias. 

A alteração propõe a fórmula 85/95 e 80/90.

Para os iguais a fórmula é: 
  • 85 para as mulheres - 30 anos de contribuição e mínimo 55 anos de idade.
  • 95 para os homens - 30 anos de contribuição e mínimo 65 anos de idade.
Para os mais iguais (Professores) a fórmula é:
  • 80 para professoras - 30 anos de contribuição e mínimo 50 anos de idade.
  • 90 para professores - 30 anos de contribuição e mínimo de 60 anos de idade.
Hummm...
Cadê os defensores de direitos iguais para homens e mulheres?

Eh, camaradas...
Posar de honesto é fácil, quero ver é Ser Honesto.
A hipocrisia é a mãe da corrupção!

Joel Neto



Fator previdenciário

Não conheço ninguém a favor do fator previdenciário - banqueiro, agiota e rentista não é gente -. Porém, seja o governo e a oposição reconhece a necessidade de extinguir essa bicuda invenção efiagafeciana, por que ainda não extinguiram, se todos são a favor disso?...

Muito simples, para acabar o fator previdenciário é necessário criar outro instrumento que permita o Estado arrecadar muito e usar esse dinheiro para continuar movendo o moinho da agiotagem nacional e internacional.

Governo nem oposição apresentou uma proposta concreta para realizar essa mudança, por que?...

Porque a solução, tecnicamente é fácil de resolver, o problema é político.

Como aprovar uma regra que prejudicará os que hoje estão no topo da pirâmide salarial?...

Mesmo que essa regra seja justa, justíssima - por sinal -.

E qual é essa formula mágica, que ninguém ainda apresentou?

Muito simples.

Basta estabelecer que a aposentadoria será correspondente a média das contribuições pagas durante o tempo de serviço.

Capicce?


Aposentadoria por idade

Para acabar com o fator previdenciário, criado há 12 anos para inibir aposentadorias precoces pelo INSS, o governo propôs estabelecer idade mínima de 60 anos para mulheres e 65 anos para homens. Com isso, acabaria a possibilidade de o segurado requerer aposentadoria ao completar 30 anos de contribuição (mulheres) e 35 anos (homens), independentemente da idade. A mudança valeria apenas para quem ainda vai ingressar no mercado. Para os trabalhadores atuais, a proposta é substituir o fator previdenciário pela chamada “fórmula 85/95”. Para receber o benefício integral, o segurado terá de somar o tempo de contribuição com a idade, de forma que as mulheres só possam se aposentar quando o total atingir 85 e os homens, 95.

* Uai, cadê as "feministas" para exigirem direitos iguais entre homens e mulheres? Vamos lá mulhereda defender aposentadoria de todos e todas a partir dos 60 anos ou se preferirem aos 65. 

Diferenças mínimas que são verdadeira máximas

Na questão da previdência o que prevalece são as máximas: Farinha pouca?... Meu pirão primeiro e Arrastando brasa para minha sardinha.

Os graúdos não aceitam que a aposentadoria seja a média de todas as contribuições - desde a primeira -, que o que é justo. Porém diminuiria e muito do que eles recebem enquanto ainda trabalham.

As mulheres vivem pregando a "igualdade de direitos", mas não abrem mão de se aposentarem 5 anos antes que os homens.

Como podemos ver é cada um olhando apenas o próprio umbigo.

Durma-se com um barulho deste.

Aviso: Um dia a casa cai e por bem ou por mal será feita a reforma previdênciaria.

Câmara muda as regras para aposentadoria

Deputados aprovam reajuste de 7,7% e fim do fator previdenciário; Lula diz que vai vetar

O governo Lula sofreu duas grandes derrotas na Câmara, que aprovou numa só medida provisória o fim do fator previdenciário e o reajuste de 7,7% para os aposentados que ganham mais de um salário mínimo.

A MP obteve o apoio de uma parte da base aliada. Ela ainda segue para o Senado, que deve manter o que foi aprovado pela Câmara. Em Buenos Aires, após ser informado do resultado, Lula disse que vetará o texto.

O fator previdenciário é usado desde 1999 para calcular aposentadorias, reduzindo o seu valor na maioria dos casos. O reajuste aprovado, por sua vez, supera os 6,14% que o governo havia oferecido inicialmente.

As estimativas do rombo variam. O líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT -SP), calcula que as duas medidas resultarão em um impacto de cerca de R$ 15 bilhões para os cofres públicos somente em 2010.

Para deputados da oposição, as mudanças acarretarão gasto extra de R$ 10,9 bilhões. Segundo Vaccarezza, o governo vai trabalhar para fazer modificações no Senado; se o texto mudar, voltará para a Câmara.

Câmara derrubou fator previdenciário e aprovou 7,7% a aposentados


A Câmara dos Deputados aprovou ontem terça-feira (4) uma proposta que acaba com o fator previdenciário, método usado atualmente para calcular o valor de aposentadorias reduzindo o seu valor na maioria dos casos. A proposta foi adicionada à medida provisória que reajusta o benefício de aposentados que ganham acima de um salário mínimo. A Câmara decidiu aumentar de 6,14% para 7,7% o percentual de reajuste. O projeto segue agora para o Senado Federal.
Criado em 1999 no governo Fernando Henrique Cardoso com o objetivo de reduzir os benefícios de quem se aposenta antes das idades mínimas ou obrigar o empregado a trabalhar mais tempo, o fator previdenciário leva em conta quatro elementos para o cálculo do benefício: alíquota de contribuição, idade do trabalhador, tempo de contribuição à Previdência Social e expectativa de vida.
O fator previdenciário afeta o benefício dos trabalhadores que se aposentam por tempo de contribuição. A aposentadoria é calculada da seguinte forma: o valor dos 80% maiores salários de contribuição do trabalhador é multiplicado pelo fator previdenciário. No caso dos trabalhadores que começaram a contribuir antes de 28 de novembro de 1999, valem os 80% maiores salários desde julho de 1994.
O cidadão pode consultar o fator previdenciário de acordo com sua idade e tempo de contribuição em tabela fornecida pela Previdência. Hoje, o fator previdenciário para alguém de 50 anos que se aposenta com 30 anos de contribuição, por exemplo, é de 0,513 – o que significa que o cidadão recebe, com o fator, pouco mais da metade do que receberia caso o fator não fosse aplicado.
No caso das aposentadorias por idade, a aplicação do fator é opcional, ou seja, ele só é usado se aumentar o valor do benefício do cidadão.
O deputado Arnaldo Madeira (PSDB-SP) fez duras críticas à votação. Ele destacou que os deputados sequer sabem a arrecadação que será perdida com o fim do fator previdenciário. “Esta é a noite da irresponsabilidade fiscal. Como se acaba com o fator sem calcular quanto isso custa? Não tem cabimento.”Quando o projeto que elimina o fator foi aprovado no Senado em 2008, o então ministro da Previdência, José Pimentel, chegou a dizer que o impacto no orçamento poderia ser de até 5% do Produto Interno Bruto (PIB).
O líder do PPS, Fernando Coruja (SC), foi o autor da emenda que tentava derrubar o fator. Ele argumenta que a mudança seria mais importante que o reajuste para os aposentados. O líder do governo, Cândido Vaccarezza (PT-SP), tentou fazer com que a discussão tivesse de ser feita em um processo específico. “Nós vamos fazer a negociação para votar neste ano o fim do fator previdenciário, mas com uma fórmula nova”, chegou a dizer.
Partidos da base aliada como PSB, PDT e PTB votaram a favor da emenda, enquanto PSDB e DEM decidiram liberar as bancadas. O fim do fator começará a valer em 2011 se for aprovado pelo Senado e sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Reajuste dos aposentados
O reajuste de 7,7% para os aposentados que ganham acima de um salário mínimo aprovado0 nesta noite pela Câmara é superior ao índice negociado pelo governo. A proposta inicial era de um reajuste de 6,14% aos benefícios, retroativos a janeiro deste ano.
O líder do governo, Cândido Vaccarezza (PT-SP), colocou em seu relatório um percentual de 7% de reajuste, que ele garantia já estar acertado com o Executivo. O reajuste de 7,7% representa um gasto extra de R$ 1,7 bilhão em relação à proposta original do governo, de 6,14%.
Partidos da base aliada, no entanto, desejavam elevar o reajuste para 7,7% e contaram com o apoio da oposição, que tentou até aprovar um aumento maior, de 8,7%.
O presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), foi o autor da emenda que ampliou o reajuste. Ele chegou a participar de uma negociação com o Senado para se tentar um acordo no percentual de 7,7%, mas o Executivo não concordou com a proposta.
O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, afirmou nesta tarde no Congresso que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetará o reajuste se o percentual for “exorbitante”. Vaccarezza já afirmou que Lula vetará o índice de 7,7% porque a Previdência não teria condições de bancar este reajuste.
No Senado, a tendência é que o percentual aprovado na Câmara seja mantido. O líder do PMDB, Renan Calheiros (AL), maior bancada da Casa, já declarou que é “irrelevante” a diferença de R$ 600 milhões que o reajuste de 7,7% trará em relação ao percentual de 7% para os cofres públicos.