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Mostrando postagens com o rótulo Monopólio

Buscapé versus Google Shopping

Para série " A vida como ela é. As coisas como elas são".
O site Buscapé, líder brasileiro no seguimento de cotação de preços entrou na justiça contra o Google Shopping.
Traduzindo:
Querem garantir a "liderança" no tapetão.
E edwigesefinório!

Futebol

O monopólio na transmissão
Até que enfim! Já não era sem tempo...  O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), finalmente, intimou a Rede Globo e o Clube dos 13 a prestarem esclarecimentos sobre as negociações para a transmissão dos jogos do Campeonato Brasileiro de 2012 a 2015.
A intimação vem da suspeita (!) de que a poderosa TV e a parceria dos clubes estão descumprindo o termo de compromisso firmado em outubro de 2010. A determinação do CADE é clara: os times não estão proibidos de negociar individualmente com emissoras, mas, se a negociação for feita de forma coletiva, é uma forma de cartelização e obviamente, deve ser submetida ao Conselho.

O CADE deu 10 dias a Globo e ao Clube dos 13 para que enviem estas informações e, também, sobre em que estágio estão as negociações para a transmissão do Nacional. Se não chegarem neste período, a multa a partir daí é de R$ 5 mil por dia.

Globo faz de tudo para manter monopólio

É uma medida, como vocês podem ver, mais do que necessária…

Formadores de opinião?...

Estadão e O Globo investem contra Lula, o governo e o PT nos seus editoriais do dia. Um direito indiscutível a expressar e difundir suas opiniões, ainda mais que se trata de opiniões críticas e não louvadoras. A liberdade de imprensa é sempre em primeiro lugar o direito a expressar opiniões contrárias ao poder, qualquer seja este. Como o principio numero um da democracia é o direito a organização, expressão e manifestação das minorias. Esse direito que os jornais exercem, sem nenhum assomo de restrição, configura uma conquista essencial do povo brasileiro, obtida após 21 anos de regime militar. Ninguém questiona o papel da imprensa em apontar problemas, irregularidade ou desmandos. O que se questiona é a tentativa de utilizar essas denúncias, algumas aparentemente consistentes e outras não, para proceder a ilações visando objetivos eleitorais. Ninguém questiona o direito dos jornais a opinar livremente e manifestar sua oposição ao governo ou a sua política. O que se questiona é a manipul…

Contra os três grandes monopólios: do dinheiro, da terra, da palavra

por Emir Sader Três grandes monopólios articulam as estruturas de poder das minorias na nossa sociedade e tem que ser quebrados, para que possamos seguir avançando na construção de uma sociedade econômica, social, política e culturalmente democrática. O primeiro é o poder do dinheiro, monopolizado nas mãos de algumas instituições financeiras, nacionais e estrangeiras, que se apropriam dele para multiplicar seus lucros especulativos. As altas taxas de juros, o Banco Central independente de fato, contribuem para a manutenção e incremento desse monopólio, ao invés de colocar os recursos financeiros a serviço do desenvolvimento econômico e social de todo o país. O segundo grande monopólio é o da terra, nas mãos de elites minoritárias que a exploram, por exemplo, sob forma de agronegócios de exportação de soja, com transgênicos, concentrando ainda mais a terra em poucas mãos, deteriorando as condições de cultivo, enquanto outros simplesmente mantém latifúndios improdutivos e uma grande massa …

O menino tolo

Luiz Carlos Bresser-Pereira JOÃO É DONO de um jogo de armar. Dois meninos mais velhos e mais espertos, Gonçalo e Manuel, persuadem João a trocar o seu belo jogo por um pirulito.

Feita a troca, e comido o pirulito, João fica olhando Gonçalo e Manoel, primeiro, se divertirem com o jogo de armar, e, depois, montarem uma briga para ver quem fica o único dono. Alguma semelhança entre essa estoriazinha e a realidade?

Não é preciso muita imaginação para descobrir. João é o Brasil que abriu a telefonia fixa e a celular para estrangeiros. Gonçalo é a Espanha e sua Telefônica, Manuel é Portugal e a Portugal Telecom; os dois se engalfinham diante da oferta “irrecusável” da Telefônica para assumir o controle da Vivo, hoje partilhado por ela com os portugueses.
Mas por que eu estou chamando o Brasil de menino bobo? Porque só um tolo entrega a empresas estrangeiras serviços públicos, como são a telefonia fixa e a móvel, que garantem a seus proprietários uma renda permanente e segura.
No caso da telefoni…

Telebrás, Banda larga e as verdadeiras razões das teles

A Folha traz matéria hoje dizendo que as teles vão perder R$ 20 bi com a Telebrás. É a manchete. Só que abaixo afirma que, segundo o presidente da Telebrás, com a intra-gov do governo elas vão deixar de faturar entre R$ 600 milhões e R$ 700 milhões. É que a estatal vai passar a ser a rede de telecom das grandes redes de administração direta.

Vamos por partes. As teles não estão contra o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL). Estão contra a Telebrás porque ela será uma das peças de regulação do mercado. E elas não querem que o mercado de venda de capacidade de rede no atacado, para outros provedores de telecom, seja regulado. Se a Telebrás entra nele, hoje monopólio delas, vai mudar a política de preços. Já anunciou isso.

E tanto isso é verdade que entraram na Justiça contra regulamento da Anatel que trata do preço da venda de capacidade do backhaul, o trecho da rede que liga o backbone à entrada da cidade. Aí está o verdadeiro motivo de conflito. A perda do mercado dos serviços de gove…

Bom sinal. Teles detestaram decreto da banda larga

Como escreveu ontem Brizola Neto,  aqui , não foi muito clara a notícia que saiu ontem sobre o decreto que criará o Plano Nacional de Banda Larga. Mas os sinais são bons: as empresas telefônicas estão “bufando” contra o decreto e, mesmo aquelas que preferiram botar as barbas de molho reagiram com “cara de quem não gostou”. Isso é um indicador de que elas não vão ter o que queriam, isto é, o monopólio das telecomunicações de dados.
O que mais esperneou foi o presidente da Abrafix, associação das teles fixas. Disse que a reativação da Telebras é “loucura e desperdício”. E o que este senhor José Fernandes Pauletti, presidente da Abrafix propõe? Veja que “beleza”:
“Segundo o presidente da Abrafix, se o governo quer que todo brasileiro tenha acesso à internet, precisa distribuir uma quantia mensal e o cidadão escolheria a operadora onde quisesse gastar aqueles créditos para acessar a internet, seja pela rede das teles fixas, das operadoras de TV a cabo, das empresas de telefonia celular ou d…

Monopólio e neoliberalismo

Em respeito a postagem do Orlando sobre o BB em Santa Maria, peço que ele e demais leitores do blog prestem atenção no gráfico ao lado.


Vejam qual era a estratégia dos tucademos para entregar o patrimônio brasileiro.


Eles sucateavam as empresas, bancos e demais instituições do Estado para entregar de bandeja a iniciativa privada. Tinha mais, ainda financiavam e aceitavam "moedas podres".


Caro Orlando, você e todo cidadão brasileiro tem absoluta razão de reclamar, exigir e reinvidicar os melhores serviços possiveis sejam oferecidos pela iniciativa privada ou pelo poder público.


Mas, lembre-se que todos os bancos privados podem ter agência em Santa Maria, por que não tem?


Respondo: Porque a iniciativa privada visa só e exclusivamente o lucro $$$$.

O QUANTO É SAUDÁVEL UMA CONCORRÊNCIA

A lei de mercado determina que quanto mais concorrência houver para venda de um bem, melhor para o consumidor.
O consumidor não pode ficar à mercê, isto é, o consumidor não pode depender exclusivamente da vontade e dos caprichos de uma única empresa que detém, sozinha, o mercado de um produto ou serviço que ela comercializa.
Isso, na liguagem da economia, é chamado de monopólio.
Monopólio vem do grego: monos = um + polein = vender.
Monopólio é quando há só um vendedor no mercado.
A empresa que tem o monopólio de um produto ou de um serviço faz o que bem deseja dele e com ele.
Eleva seu preço, diminui prazos de pagamento e obtém a margem de lucro sempre a maior.
E jamais tem prejuízo. A não ser que seja exponencialmente incompetente e que a incompetência que tem supere a sua ganância.
Só há um perdedor nessa história de monopolização de produtos e serviços.
É o comprador.
O consumidor.
O cliente.
Ele é a maior e única vítima.
Se o consumidor não reclamar, ainda que esteja instisfeito com a situação…

E a mídia tradicional?

É um modelo elitista, excludente, monopolista - em uma única palavra, afrikaner.Ela trabalha hoje, acima de tudo, tentando tapar com os dedos os furos no dique de contenção. Trabalha pela manutenção de um monopólio privado sobre a disseminação de informação, o debate público e a formulação de políticas públicas. Na visão dos empresários, tudo deve se dar na esfera dos leitores dos grandes jornais, na esquina da Veja com a Globo que dá para os fundos do palácio.Os empresários trabalham para criminalizar as formas de comunicação que escapem de seu controle, dizendo que a internet dá câncer, que usar computador na lanhouse engravida ou que ouvir rádio comunitária causa gripe suína auricular.É por isso que, quando digo que o Octavio Frias é reacionário, não falo isso com ódio no coração. Não tenho nada de pessoal contra ele.É que a manutenção do status social do empresário Octavio Frias -- e, portanto, da robustez de sua conta bancária -- depende da reprodução de um modelo ultrapassado. A…

Globo com medo de perder o monopólio

Em material que ocupou duas páginas no fim de semana (no domingo, 21.06), publicado com títulos como "Sindicalistas montam rede de comunicação em SP" e "No ABC, jornal e revista aumentam influência", entre outros, o Globo se mostra alarmado com a existência do jornal ABCD Maior e da Revista do Brasil, com atuação e distribuição no ABCD paulista, bem como com o fato de o governo ter concedido canais geradores de TV e rádio a uma fundação ligada ao sindicato dos Metalúrgicos do ABC, entidade que já foi comandada pelo presidente Lula.

O Globo se mostra escandalizado não só com a autorização para o funcionamento do jornal e da revista, como com a concessão, pelo governo, de canais de rádio e TV à essa fundação do sindicato metalúrgico. Está bravo, principalmente, com o fato de esses veículos terem solicitado autorização para a montagem de canais repetidores em 23 cidades do Estado de São Paulo, ampliando o alcance dessa televisão para dois milhões de telespectadores.

Que…

A pergunta que não tem resposta

Por que as demais empresas petrolíferas não disputam o mercado brasileiro?
Pois é, os liberais de araque não respondem esta singela pergunta.
Fazer acrobacias, distorcem, contorcem as palavras e ideias (eles tem?rsss), mas não respondem.
Darei mais um tempinho para que eles possam raciocinar, pensar, estudar, pesquisar e responder.
Tô aguardando.

Petroleo, monopólio da Petrobras?

Anonimo Sr. Laguardia a Petrobras não tem mais o monopolio da extração nem do refino do petroleo no Brasil, por que então as outras empresas que exploram esta fonte de energia não disputam o mercado brasileiro com ela?
Depois que você responder isto, então me ocupo de discutir sobre privatização com você, liberal de araque.

Quebra do monopólio divide interesses empresariais e nacionalistas Até agosto de 1997 a Petrobras detinha o monopólio na área de petróleo no Brasil. Com a quebra do monopólio, o mercado brasileiro abriu suas portas para o capital estrangeiro e cerca de 35 empresas já se instalaram no país. A Petrobras ainda é a maior empresa de petróleo do Brasil, porém, expressões como internacionalização, expansão dos negócios para outros setores e parcerias com empresas estrangeiras passaram a definir seus novos rumos.As análises dos especialistas sobre as mudanças e os possíveis benefícios desse processo são bastante diversas e ora parecem focalizar interesses empresariais, compond…