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Lula, o Zeitgeist


O princípio Lula: Democracia e eleições


Falar de democracia no Brasil hoje significa, mais do que nunca, falar de um espectro.

Desde o final dos anos 80, com a chamada Abertura, vivemos dentro de uma espécie de bolha democrática que foi furada pelo Golpe. A partir de então, a fragilidade da redemocratização formal que vivíamos veio à tona e, como aquela energia elétrica que falta, a urgência e a importância de democracia apareceu mais radicalmente. Se de um lado ela é frágil e precária, de outro a democracia é uma forma aberta que requer reinvenção. Como cidadãos, seguimos nessa linha.


No momento presente, apostamos em eleições, mesmo depois dos 54 milhões de votos vencedores jogados na lata do lixo da história em 2016. Resistir é insistir. O desejo de democracia segue e a utopia de um mundo melhor permanece presente entre nós exigindo atitudes capazes de superar esse estado político, econômico e social injusto.

O caráter excepcional da eleição em tempos de Golpe

Luis Nassif é Dez em Economia e Zero em política

Já tinha lido muitas baboseiras do meu Cândido sobre o momento político atual e como a presidente se comporta. Mas, essa de hoje, ele vai ter trabalho para superar.

Vamos aos fatos, ao cerne da questão, o que Dilma está fazendo?

E o que os grandes ladrões do país estão querendo?

O que é?

Dilma está lutando (como sempre fez) para o Brasil ser um país democrático, republicano e menos desigual

Os que vivem ameaçando-a com impeachment querem continuar roubando e permanecerem impunes.

Esta é a verdade, nua e crua, curta e grossa.

Ela está absolutamente correta. É uma Estadista. Mais que zeitgeist, ela está além deste tempo. Dilma é o sinal, a semente dos tempos que virão.

Enquanto isso?...

A oposição procura outro Cunha para eleger presidente da Câmara.

Se Michel Temer fosse deputado federal, com certeza seria eleito com uma maioria nunca dantes vista. E se Luis Nassif também deputado federal votaria nele.

O texto acima é um comentário que fiz a Os que querem acreditar em Dilma artigo assinado por Luis Nassif