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Garoto tem que jogar futebol para ser feliz

O povo dizendo que todo garoto tem que jogar futebol para ter infância. 
Cada um faz o que gosta. 
E quem falou que criança de antigamente era mais feliz? 
Falsos politicamente corretos. 
Meu filho ama vídeo Game, é de sua geração. 
Nossa geração passou, foi nossa e não deles e sou da geração antiga e nem por isso acho que as coisas de antigamente eram melhores. 
Cada um no seu quadrado. 
Meu filho não curte futebol, mas pratica outros esportes. 
Deixa eles com seus vídeos games, faz parte. 
O importante é saber dosar, não deixar os passeios, os amigos lá fora, os esportes e os estudos para ficar trancado com o vídeo Game, a culpa não é do Game, e sim da falta de regras. 
Aqui dá super certo.
da lavra de Mary Fontela

Nvdia mostrou gadget super diferente para gamers

O Olhar Digital está em Las Vegas para a cobertura da CES 2013, a maior feira de eletrônicos voltada para o público consumidor. Porém, antes mesmo do início oficial do evento, a Nvidia, conhecida por fabricar chips gráficos, surpreendeu ao lançar um dispositivo próprio voltado para games. Num evento reservado a jornalistas convidados, a empresa mostrou um aparelho surpreendente. Trata-se de um tipo de console portátil, batizado de Shield. Na aparência, o Shield lembra um controle do Playstation 3 com uma tela de cristal líquido acoplada. Segundo a fabricante, o console oferece entre 5 e 10 horas de atividade contínua.

Reprodução

Para completar a surpresa, o aparelho é controlado pelo Android e, como tal, tem acesso à loja de aplicativos do Google. Aliás, esse parece ser um dos pontos-chave da estratégia da Nvidia para entrar no mercado de consoles, o CEO mundial da empresa, Jen-Hsun Huang, estava empolgado durante a apresentação, e fez questão de bater na tecla algumas vezes: "o Shield é puro Android, trabalha com todos os padrões abertos". Leia mais>>>

Wii mini por 100 dólares



Wii Mini
Nintendo decidiu divulgar oficialmente a nova versão do Nintendo Wii, o Wii Mini, com lançamento previsto para 7 de dezembro. O anúncio foi feito pouco tempo depois de o antecessor do Wii U entrar em pré-venda na BestBuy canadense.

O novo modelo do console, no entanto, ainda é restrito ao Canadá e não há previsão de quando ele chegará a outros mercados. Contudo, o preço já está definido: US$ 100.

Como o nome já diz, o Wii mini, será uma versão de tamanho reduzido do console. Entretanto, algumas funcionalidades também ficaram de fora. O produto não aceitará nenhum tipo de conexão com a internet, o que desabilita algumas das funções do Wii. Desta forma, não será possível adquirir os games do acervo Wii Ware nem os jogos antigos disponíveis pelo Virtual Console.

A nova versão é quadrada, com as cores vermelho e preto, e já vem com umWii Mote e um Nunchuk.

Linchamento no ínfimo - stf - vira game


O processo da ação penal 470 serviu de inspiração para jovens de uma empresa de games do Rio de Janeiro. Eles colocaram no ar um jogo virtual em que o relator do caso no ínfimo - stf -, ministro Joaquim Torquemada Barbosa Caifas, é o personagem principal. O game já teve mais de 10 mil jogadores cadastrados no Facebook e a meta dos criadores é superar a marca de 200 mil acessos.
"A gente está sempre ouvindo que jovem não liga para o mensalão, para a política. Fizemos esse jogo para mostrar que jovem tem sua voz e não está satisfeito com que temos na política", disse Rubens Blajberj, um dos sócios da empresa PlayerUm.
O jogo, chamado de "A batalha do Mensalão" segue a lógica do clássico Space Invaders, game dos anos 1970 em que o jogador tinha de matar alienígenas invasores. Na versão, o jogador controla o relator atirando contra o ex-ministro José Dirceu, o ex-presidente do PT José Genoino, o ex-tesoureiro do partido Delúbio Soares e o empresário Marcos Valério. 

Games em HTML 5


jogar é um dos passatempos mais divertidos quando não se tem mais o que fazer em frente ao computador. Já para quem gosta mesmo do assunto, a internet é um prato cheio de opções de games gratuitos e bem elaborados. O “Olhar na Web” desta semana traz mais uma seleção de jogos; desta vez na onda do HTML 5 – a nova linguagem da web. Na caça dos mais divertidos, nossa equipe se deparou com dezenas! Ficou até um pouco difícil escolher o mais legal.

A primeira sugestão é o Torus – um game online altamente viciante. O objetivo é o mesmo do tradicional Tetris – enquanto as peças caem você deve ordená-las para formar linhas o mais rápido possível. A diferença é que aqui o jogo acontece em uma superfície cilíndrica em 3D; o que deixa o desafio ainda mais interessante. Isso sem contar no visual.

Outro jogo muito popular que ganhou uma nova versão graças ao HTML 5 foi o famoso PAC-MAN. Neste site, além de poder se divertir em inúmeras plataformas criadas por outros usuários, você ainda tem a opção de criar seu próprio labirinto. 

A ideia é sempre a mesma: comer todos os pontinhos e fugir dos fantasmas. Legal é que depois você ainda tem a opção de compartilhar sua criação e resultado com outros jogadores. Cuidado! O Pac-Man também vicia.

O HTML 5 realmente levou a internet para um novo patamar. 

Os joguinhos ficaram muito mais interessantes e leves também. Neste simpático game, você inverte a ação da gravidade para fazer os namorados se encontrarem. Neste outro, você deve controlar dois pequenos robôs simultaneamente para passar de fase; difícil é sincronizar as ações, mas nada que um pouco de treino não o deixe craque na brincadeira.
do Olhar Digital
Links da Matéria
Matt Palham  Hakim  Effect Games  Labs Brianstoner  Kesiev  Upsidedown Turtle  HTML5 Games  Ben Joffe  World Biggest Pacman  RAPTJS  Currant Cat  ShauninMan  Canvas Rider 

Wii U: a nova geração de games da Nintendo

Wii U chega no dia 18 de novembro nos Estados Unidos e vai inaugurar uma nova geração de jogos da Nintendo. O anúncio foi feito pelo presidente da Nintendo of America, Reggie Fils-Aime, em um evento realizado para revelar os últimos detalhes sobre o console.

O videogame será lançado em dois modelos. Um deles é o Basic Set, que terá um console branco, um GamePad, um sensor e cabo HDMI, 8GB de armazenamento interno e custará US$ 299. Já o outro, o Deluxe Set, que sairá por US$ 349, terá 32GB e acompanha suporte para o controle e o videogame, além do game Nintendoland e o console na cor preta.

Com o Wii U, a Nintendo entra pela primeira vez na era dos games em alta definição. Seus jogos mostram um poder gráfico comparável ao que Xbox 360 e PlayStation 3 fazem atualmente, com uma novidade que é o controle GamePad. Ele tem o formato de um tablet e conta com uma tela de 6 polegadas que pode ser usada tanto para jogar quanto para exibir informações extras sobre os games.

Os jogos também poderão ser controlados pelo Wii Remote. Apesar do console não acompanhar o controle do seu antecessor Wii, a Nintendo garante que ele é compatível com o que os gamers já tem em casa. Outra opção é o GamePad Pro, um controle tradicional que lembra o do Xbox 360.

do Olhar Digital

O game do prazer


Esta é uma brincadeira para casais em busca de um tempero na relação. Experimentem!

As regras são simples. 

Nos próximos itens estão os roteiros de seis aventuras sexuais que mexem com as fantasias dos casais. Mas vocês não decidirão qual seguir. A escolha ficará a cargo da sorte. Vocês deverão jogar um dado e cumprir o roteiro correspondente ao número que der. 
Leia mais Aqui 

Jogando combinados

Em 12 de Junho de 2009 escrevi o post Palitinhos falando sobre Lula ter pego a mão dos seus adversários - eleição -. O meu amigo Laguardia comentou que Dilma não passaria sequer para o 2º turno rssss.

Hoje o que vemos é que para oposição a coisa tá como a cantiga da perua de pió a pió. Não bastasse Lula para surrar esta oposiçãozinha caldo de bila, ele ainda joga combinado com a presidente.

É tuxrma dos 5%, Lula e o "poste" não matam. Mas, que maltratam...maltratam.

Cargo-Bot é o 1º game desenvolvido completamente no iPad


O estúdio Two Lives Left disponibilizou na App Store um game para iPad chamado Cargo-Bot. Em um primeiro momento ele parece ter pouca diferença em relação a outros jogos disponíveis para o tablet, mas a forma como foi desenvolvido torna o software único: ele foi o primeiro jogo desenvolvido inteiramente no iPad.

Antes de criar o Cargo-Bot, os desenvolvedores do estúdio criaram um aplicativo de códigos para o iPad, permitindo assim que o jogo fosse feito inteiramente já no tablet.

O primeiro app, que permite programar direto no iPad, também foi colocado na App Store. Ele se chama Codea e, por US$ 10, desenvolvedores podem criar seus próprios softwares direto no tablet.

O Cargo-Bot está disponível na App Store e é de graça. Veja o video abaixo para conhecer o game:

 

do Olhar Digital

Hipocrisia aritmética

por Rangel Cavalcante no Diário do Nordeste
Todo esse imenso tsunami de corrupção e sujeira com que o caso Carlinhos Cachoeira inunda o Brasil teria sido evitado se não fosse a teimosia de todos os governantes brasileiros - a cumplicidade de alguns - desde o marechal Dutra até hoje. Nada disso existiria se o ingênuo marechal não tivesse posto na ilegalidade o jogo-do-bicho, numa das mais gaiatas e nocivas decisões governamentais dos últimos tempos. Tornar o bicheiro contraventor fez surgir no País uma das maiores fontes de corrupção de todos os tempos. Não é preciso detalhar os efeitos disso. 

O jogo ilegal passou a ser a grande fonte de renda de governantes, políticos de todos os matizes, administradores e, principalmente, de policiais. Temos, hoje, um dos maiores índices de corrupção policial do planeta. Mas, vejamos a hipocrisia de tudo isso. Uma hipocrisia aritmética. O bicho foi proibido por ser jogo de azar. O mais gaiato é que jogo deixa de ser de azar se for autorizado pelo governo, como ocorre com as muitas loterias exploradas pela Caixa. Ora, todos os jogos do governo são mais de azar do que o do bicho. A prova disso está nos dados fornecidos pela própria Caixa Econômica. Quem faz uma fezinha no jogo-do-bicho tem uma chance em 10 mil de acertar na milhar. Parece muito, mas não é. Pois quem faz uma aposta na Mega-Sena tem apenas uma chance em mais 50 milhões (exatas 50.063.860) de acertar os seis números. Cinco mil vezes menos do que na loteria zoológica. Na Timemania, a chance é de uma em mais de 26 milhões. Na quina, o apostador tem uma oportunidade entre mais de 24 milhões. A coisa se repete na Lotomania que paga a um entre 11 milhões. O menos azarado de todos os jogos oficiais é a Loto-Fácil, pagando a um entre 3 milhões de apostadores, 300 vezes mais azarado do que o bicho. Ora, a hipocrisia do Estado nesse caso é aritmética. 

A corrupção na política e nas polícias existe simplesmente porque o jogo-do-bicho é proibido. E tem que pagar caro para existir. Hoje, o aparato político e policial corrompido é tão poderoso que impede a legalização desse jogo. Legalizar é fechar a torneira dos bilhões que sustentam a proteção à clandestinidade. Livre, o bicheiro não precisa pagar para não ser preso. Por que a própria Caixa não explora o "bicho", o menos azarento de todos os jogos de azar do País? Seria dar emprego digno a milhares de pessoas, arrecadar bilhões em impostos e cortar pela raiz um dos mais importantes focos de corrupção do Brasil.

O que você precisa saber sobre o PS Vita

O que é?

PS Vita - ou "PlayStation Vita" - é o nome oficial do projeto que a Sony apelidou anteriormente de "NGP". Oficialmente revelado em fevereiro de 2011, ele foi lançado em dezembro do mesmo ano para o mercado japonês. É o sucessor do PSP e vem sendo promovido pela Sony como um "quase PS3 de bolso".

Mas cabe mesmo no bolso?

Tecnicamente, sim, mas de forma desconfortável. Apesar de ser categorizado como console portátil, o Vita é um "meninão": pesa pouco mais de meio quilo, mas tem 7.2 polegadas de tamanho, sendo 5 só para a tela touchscreen. A grosso modo, é maior que um smartphone, mas menor que um tablet.

Sem falar que os botões analógicos dele podem atrapalhar a maior parte dos encaixes. Quer se garantir? Um bolso maiorzinho na mochila dá conta.

OK, e o que ele tem de tão bom?

Tudo depende de sua preferência como jogador, mas na questão de hardware, o Vita vem com dois painéis touchscreen - um sendo a tela frontal e o outro, uma fibra traseira similar aos touchpads do seu notebook. Além disso, ele conta com os botões analógicos padronizados da marca PlayStation (direcionais estilo "rosa-dos-ventos" mais botões de comando "Triângulo", "Círculo", "X", "Quadrado").

O Vita também pegou emprestado o layout das alavancas analógicas de seu antecessor. Finalmente, tal qual o controle DUALSHOCK 3 do PlayStation 3, o Vita possui giroscópio e acelerômetro para controles via sensor de movimento.

Dentro do design elegante, o Vita possui um processador ARM de 4 núcleos e memória de 512MB, além de conectividade nativa com redes sem fio (padrão IEEE 802.11 b/g/n) e bluetooth 2.0 integrado. Há também o modelo com tudo isso, mais suporte à conexão 3G, mas a Sony Brasil ainda não soube informar quando este modelo será disponibilizado no Brasil.

E a mídia? Ainda usaremos UMD em pleno ano de 2012?

O Vita usa um novo tipo de mídia para armazenamento, chamado "PlayStation Vita Memory Card", que vem disponível em modelos de 8 a 32GB. Os jogos virão gravados nesses cartões. Para quem já tinha jogos de PSP, uma boa e uma má notícia: haverá a tão desejada retrocompatibilidade com o portátil de geração anterior, mas apenas para títulos que foram comprados via distribuição digital - ou seja, baixados via PlayStation Network. O suporte aos títulos em UMD, segundo a Sony, não possuem demanda suficiente, então o Vita não dispõe dele.

Aos mais malandrinhos, já vale o recado: o PS Vita Memory Card é similar a um cartão SD, mas o portátil só vai ler os cartões de propriedade da Sony, então não adianta tentar trocar um pelo outro.

Quais são os jogos?

A biblioteca inicial de jogos do PlayStation Vita é, possivelmente, a maior de suas qualidades. A seleção é bem variada e conta com diversos games "Triple A" da Sony, como Uncharted: Golden Abyss, além de produções third party, como Marvel versus Capcom 3Lumines: Electronic Symphony, FIFA Soccer eMortal Kombat. Para lançamentos futuros, o cross over Street Fighter versus Tekken já foi confirmado para uma versão portátil com benefícios exclusivos e personagens ausentes nas versões para console de mesa. 

O preço!

Chegamos à parte mais desagradável para os gamers brasileiros. O preço sugerido do portátil da Sony por aqui é de R$ 1.599,00 - pouco mais que dois Xbox 360 somados.

Os jogos também não ficam muito atrás: um lançamento de base do Vita não sai por menos que R$ 149,90, apenas R$50,00 a menos que os jogos do irmão mais velho PlayStation 3.

Vale a ressalva: jogos do Vita, além do Vita em si, nos EUA, são vendidos por US$ 50 - US$ 60 e US$ 300, respectivamente.

Com informações dos blogs oficiais do PlayStation nos EUA e no Brasil

por Rafael Arbulu

O game da delicadeza

Leia: O meste de Go [delicadeza], Yasunary Kawabata

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Acima, um jogador do tradicional Go
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Kawabata, um dos principais nomes da moderna literatura japonesa
Você já deve ter jogado Go. Em um celular, enquanto esperava por alguém, ou na internet, entre duas ou três outras páginas abertas. O jogo japonês de baixa complexidade consiste em dois conjuntos de peças, brancas e pretas, dispostas em um tabuleiro. Seu objetivo é basicamente dispor as pedras de modo a encurralar o adversário, preenchendo a maior parte do tabuleiro com a sua cor correspondente.

Lembra, em uma perspectiva inversa, o Resta Um, que divertiu a infância de muitos. Se você jogou Go, com um amigo ou mesmo contra o computador, talvez deva ter levado alguns minutos, não mais do que uma hora. Talvez. Mas no verdadeiro Go, com mestres da estratégia que disputam nove dans (graus) e abrigam em suas casas discípulos que se dedicam por longos anos ao aprendizado da tradição milenar, uma hora chega a ser somente o tempo que um jogador leva para realizar um único movimento.

Em "O Mestre de Go", do premiado Yasunari Kawabata, o escritor transforma em livro as 64 reportagens escritas para o jornal Mainichi Shinbun, de Tókio, sobre os seis meses nos quais se decorreu o último jogo do "invencível" mestre Shusai, jogador profissional de Go, detentor da condecoração máxima do jogo. Em seis meses, três dos quais houve recesso por complicações na saúde de Shusai, ele e seu oponente Minoru Kitani (no livro, portando o nome Otake) executaram 237 movimentos, observados atentamente pelo escritor.

Nuances
É nesse momento que o leitor pensa, não sem um visível franzir de sobrancelhas, "então o que vou ler é a narração de um demorado e maçante jogo de estratégia?". Sim e não. A obra de Kawabata, premiado com o Nobel em 1968, não traz a descrição do jogo, que, aliás, sequer é explicado em detalhes no livro, mas os conflitos e a conduta de dois líderes, dois mestres da estratégia, entregando-se profundamente ao estudo das possibilidades de um tabuleiro. Ambos convidam a nós, leitores, ao exercício por vezes angustiante, mas certamente revigorante, da reflexão.

Não se trata apenas do estudo sobre como se deve mover uma peça, mas sobre como a atitude de se manter reflexivo diante de qualquer circunstância nos leva ao encontro de diversas possibilidades, ao conhecimento dos limites do corpo e da mente.

O mestre e o discípulo
Otake, o oponente, enfrenta aquele que já foi seu próprio mestre. Diferente dele, não é franzino e frágil, mas um homem robusto de 30 anos, com uma grande família. Shusai, do alto de seus mais de 60 anos, recebe medicações dosadas para uma criança de 13 anos, dada sua frágil compleição física. Ambos, no entanto, se igualam diante do tabuleiro. O pequeno mestre parece crescer à hora do jogo.

Kawabata, com a mesma tranquilidade e sutileza dos jogadores de Go, conduz o leitor a pensar sobre a família, o companheirismo, a solidão, o fracasso, a dedicação e a morte. Tema último, aliás, que lhe acompanhou duramente, já que Kawabata presenciou a perda sucessiva de todos os seus familiares.

Mais do que os lances da partida ou as regras do jogo, o escritor narra as conversas nos bastidores, a reverência e o respeito que todos tinham pelo mestre Shusai, e os detalhes mínimos de suas expressões enquanto refletiam. Kawabata como que punha lupas sobre os rostos dos jogadores, observando inclusive um fio longo da sobrancelha de Shusai, que se arqueava a cada lance.

Em tempos de correria (mesmo na sociedade nipônica de hoje), que se contrastam tanto com o ambiente de calmaria e intimismo retratada pelo autor japonês, "O Mestre de Go" nos conclama a parar as máquinas, puxar o freio. E o próprio invencível mestre Shusai compreende, com a astúcia de um homem merecedor de tal título, a importância de admitir o fim do jogo. Pouco mais de um ano depois da grande disputa, Shusai falece, o que motiva Kawabata a transformar suas reportagens em livro.

Durante seu discurso ao receber o Nobel de Literatura, Kawabata condenou o suicídio, rememorando muitos colegas escritores que haviam morrido daquela forma. Quatro anos depois de receber o prêmio, no entanto, também ele, desgastado por excesso de compromissos, doente e deprimido, suicidou-se.
do DN

Fifa ou PES?...

O dilema: Qual o melhor jogo de futebol?...
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Tudo começou em 1996. O Winning Eleven foi criado para o PlayStation One pela japonesa Konami. A partir do lançamento do PlayStation Two, em 2000, no Japão, o nome do jogo foi mudando para Pro Evolution Soccer. Já o FIFA foi criado pela americana EA Sports um pouco antes, em 1994, por conta da Copa do Mundo dos Estados Unidos.

No começo do duelo, o FIFA não era bem aceito pelas pessoas "fissuradas" em games, pois o jogo era lento e ainda tinha a questão da dificuldade de adaptação da tela do jogo, que não era de frente, e sim na diagonal.

Mas eis que nas últimas versões do FIFA e do PES, os gamers ficaram em dúvida sobre qual seria o melhor jogo. E começa a discussão.

Prefiro o PES
Renato Simões, de 17 anos, admite sua paixão pelos games de futebol e é direto na sua escolha: Pro Evolution Soccer. "Jogo vídeo-game desde seis anos de idade. Joguei Super Star Soccer e gostei, então eu preferir ficar jogando sempre os jogos da Konami. Quando lançaram o PS2, o primeiro jogo que eu comprei foi o Winning Eleven. Logo após, comprei o Pro Evolution Soccer. Fiquei viciado. Gosto do PES porque o gráfico é ótimo, os jogadores se parecem com os da realidade e acho a velocidade do jogo muito veloz", defende o rapaz.

Prefiro o FIFA
Já o estudante Yago Sousa, 16, optou pelo rival que, na sua opinião, traz maior domínio sobre os jogadores e gráficos melhores. "O FIFA é muito diferente do PES. Em termos de gráfico, o FIFA é melhor. Na jogabilidade, o FIFA possibilita mais dribles. No jogo online, o FIFA é melhor, pois podemos disputar com várias pessoas. No FIFA, sinto o jogador, eu consigo dominar o jogador, a marcação é mais pegada, mais serrada. Nos campeonatos online, podemos criar o nosso próprio perfil, através do virtual pro. Podemos também utilizar uma foto própria e colocar no jogador. As ligas online do FIFA são melhores do que o PES", afirma.

Competidores
Quem também defende o game da Konami é o presidente da Federação Cearense de Futebol Digital, Guttemberg (Berg). Ele explica o que há de melhor no game japonês: "O PES se preocupa muito com a visibilidade, exige uma análise tática. Já o FIFA se preocupa muito com o visual, acho um jogo para criança, fácil. O FIFA não tem uma organização que o Pro Evolution tem, não é a toa que nos campeonatos mundo afora o PES prevalece. No Brasil, os campeonatos são jogados com o PES, mundialmente também".

Blogueiros
Quem também não perde uma partida de futebol digital são os blogueiros do Zona Cyber (blogs.diariodonordeste.com.br/zonacyber) e do Time de Fora (blogs.diariodonordeste.com.br/timedefora). E o que eles preferem? Unanimidade: Pro Evolution Soccer.

"O FIFA é muito bom visualmente, mas não chega nem aos pés do PES", brinca o editor Marcelo Bloc.

"Jogo os dois. Mas só vou para o FIFA depois de cansar do PES. Põe uns cinco meses nisso aí...", comenta o repórter Levi de Freitas.

E você? Qual o seu jogo preferido: FIFA ou PES? Comente também!
do Zona Cyber

Viciada em vigiar

Quem é que não dá aquela checada no perfil do namorado, marido (e as vezes até do ex ou do futuro) nas redes sociais? Até aí tudo bem, mas será que o costume pode se tornar exagerado e virar um vício?
O psicólogo especialista em relacionamentos, Caio Cabral, explica que sim. Para ele hoje em dia isso é, até certo ponto, comum.

Ele explica acontece porque a compulsão pela rede social em si já é algo comum na sociedade atual. "A compulsão pela redes se caracteriza pelo tempo exagerado pensando a respeito disso. Se isso atrapalha seu trabalho, toma tempo demais, domina seus pensamentos, aí temos o exagero".
O vício pelas redes somado ao ciúme e o medo de ser traído faz com que se torne comum o vício de vasculhar a vida online do outro. Caio lembra que a compulsão não é algo difícil de acontecer com qualquer um de nós e já faz parte da vida das pessoas há muito tempo. "Sentimos medo, ansiedade e nos apegamos no que nos dá segurança".

O psicólogo diz que as redes podem mesmo ser motivo de grande preocupação. Estudos mostram que a internet ajuda no aumento da infidelidade, já que as pessoas ficam mais livres e desatentas de que as relações virtuais fazem sim parte do cotidiano. "As pessoas têm mais oportunidades de retomar relacionamentos antigos, falar com outras pessoas e muitas vezes a infidelidade vem das oportunidades". - isso justifica em parte o ciúme que sentimos das relações virtuais dos nossos parceiros.
"Ciúme é algo comum em um relacionamento, o problema é quando ele se torna excessivo, prevalente". Se esse é o seu caso a dica do profissional é fazer uma reflexão sobre o seu relacionamento. Mesma dica que vale para quem passa o tempo inteiro checando o facebook e o twitter do amado.
"Se a pessoa percebe que está passando dos limites já é um bom indício. E o que seria passar dos limites? Fica olhando no trabalho a ponto disso atrapalhar seus afazeres, por exemplo. Outro indicativo é omitir essa checagem do parceiro". E conversar sobre o parceiro é a segunda dica, Caio indica falar sobre as suspeitas, recados, etc. "Diálogo honesto e autocrítica são os melhores caminhos. Em casos mais extremos vale buscar ajuda da psicoterapia".
Por Larissa Alvarez


Game

[...] Lata Velha

do Caldeirão do Huck, que reconstrói aqueles carros caindo aos pedaços? Fizeram um game baseado nele. Você escolhe o carango e vai montado à medida que conquista pontos. Confira: http://bct.im/1qG

Games

[...] Yakuza 4

A famosa série de jogos da SEGA, “Yakuza”, voltou em 2011 com sua quarta versão. Exclusivo para PlayStation 3, “Yakuza 4” traz uma história completamente diferente de seus antecessores. Nele, o jogador tenta investigar a morte de pessoas influentes no território do grupo de líderes da Yakuza, o Tojo Clan.

Para isso, quatro personagens jogáveis são colocados no game: o agiota Shun Akyiama, o ex-detento Taiga Saejima, o policial Masayoshi Tanimura e o ex-yakuza Kazuma Kiryu. Com o passar do jogo, uma relação entre estes quatro personagens começará a ser formar. E assim, algumas explicações, como ligações entre máfias e tatuagens, são explicadas à medida em que o game vai avançando.

Na parte gráfica, mesmo com texturas pouco trabalhadas, o anti-cerrilhado ficou bem polido, até em uma TV em alta definição. O grande problema, no entanto, é a animação. Nem todos os movimentos ficaram tão reais. Simples ações, como a de mexer os lábios e piscar os olhos, ficaram bastante artificiais.

É importante lembrar que, mesmo assim, “Yakuza 4” possui um cenário muito bem detalhado, o que compensa essas pequenas falhas. E um grande brinde para quem ficou desanimado com isso também é a jogabilidade. Ela realmente te coloca na pele do personagem! Cada chute, soco e agarrão é fácil de ser executado. Bem parecido ao “Yakuza 3”.

Outro fator que também contribuiu bastante para a liberdade do jogo é a interatividade com objetos comuns, como cadeiras, bicicletas e cones. Quase tudo é possível. E quanto maiores e mais pesados os objetos são, mais danos causam ao adversário.

Mesmo assim, o jogo não se trata de um "sandbox" – aqueles jogos que te deixam livre dentro de uma cidade, no estilo GTA. Mas o cenário é imenso e muito divertido de percorrer. Desde que o personagem não desvie muito de sua rota, é possível interagir com as pessoas que estão na rua e ganhar pontos de experiência, que podem te ajudar nas próximas lutas, por exemplo.