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Ética


O pai leva os dois filhos ao circo. Chega na bilheteria e pergunta:
- Quanto custa o ingresso? 
- Adulto 30, crianças a partir de 7 anos 20 reais. Quantos anos eles tem? O pai responde:
- O mais novo tem 3 e o mais velho 8. Sorrindo o bilheteiro diz:
- Se o senhor tivesse falado que o mais velho tinha 7 anos eu não perceberia, e você economizaria R$ 20,00. E o pai responde:
- É verdade, pode ser que você não percebesse, mas meus filhos saberiam que eu menti para obter uma vantagem e a lembrança desta tarde não seria especial, na verdade seria terrível para o caráter deles. Hoje deixo de economizar R$ 20,00, que não me pertenceriam por direito, mas ganho a esperança de que meus filhos saberão a importância de dizer a verdade.
O atendente permaneceu mudo.
Também ele teria uma tarde especial para se lembrar. Essa história ilustra uma cena em que os filhos presenciam uma atitude correta do pai.

- Educar é dar o exemplo.
A corrupção começa nos pequenos gestos e são passados às novas gerações como algo comum, que não tem problema. Pense nisso...
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Judiciário, o mais corrupto dos poderes. Corrompe a ideia, o ideal de Justiça

Twitter do dia

Aécio Neves falando em Ética
Sérgio Moro falando em Justiça
Michel Temer falando em honestidade
Rede Globo falando sobre democracia
Seremos o país mais hipócrita do mundo?
(Renan Araújo)


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O PT, o PSDB e a ética, por Aldo Fornazieri

Neste último sábado aconteceu-me uma dessas coincidências singulares que não pode deixar de ser comentada. Em conversa com o filósofo  e professor de Ética Renato Janine Ribeiro, que eu e alguns amigos tivemos, ele nos afirmou que o PT, no governo, foi mais ético do que os demais partidos que estão aí. Segundo Renato Janine, ao deixar de enfatizar o discurso de defesa da ética, o PT perde um bom argumento de defesa. No mesmo sábado, nos sites de notícia, e nos jornais de domingo, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, aparece com destaque acusando o ex-presidente Lula e o PT de falta de ética: “O Lula é PT, o Lula é o retrato do PT, partido envolvido em corrupção, sem compromisso com as questões de natureza ética, sem limites”, disse.
Antes de tudo convém anotar que o conceito de ética se presta a várias acepções de alta complexidade, que remetem a discussões especializadas. Em segundo lugar, é conveniente constatar que na atual guerra política e partidária brasileira ocorre um uso abusivo do conceito de ética e de forma quase sempre não legítima. Se tomarmos os três maiores partidos – PMDB, PT e PSDB – não é possível reconhecer legitimidade no festival de acusações mútuas que praticam entre si. O PSDB não pode arvorar-se menos corrupto do que o PT e assim por diante. A sociedade sabe disso e esta é a dificuldade que o PSDB encontra: apesar da crise do governo e do PT, os tucanos não conseguem expandir sua influência, pois o seu único ponto programático são as acusações moralistas e a destruição do PT.
Os três partidos não conseguem reconhecer a realidade estrutural da corrupção no Brasil e de estabelecer políticas e programas, até mesmo de forma comum e negociada, para enfrenta-la sem a recorrente hipocrisia. Por mais contraditório que possa parecer, foi sob os governos do PT que foram desenvolvidos os maiores esforços e os maiores avanços institucionais de combate à corrupção. Estão aí a autonomia da Polícia Federal, a lei que pune as empresas corruptas etc.
A Ética e a política

Qual a lição de Ética/Honestidade mais importante que você recebeu na vida?

Meu pai é médico militar e seus superiores pediam a ele que assinasse laudos falsos. Ele não assinava, era ameaçado, mas mantinha suas convicções. Essa foi a lição mais importante que aprendi na vida...
Luciana Tamburi - funcionária pública do Rio de Janeiro (Detran), que não acredita em deus de toga


Na CBN, bate-papo de Merval Pereira e Carlos Alberto Sardenberg

No ar, fazem uma aposta: Merval aposta que os mensaleiros serão presos até o final do ano; Sardenberg diz que só no ano que vem. A celebração é ampliada pelos ouvintes que prometem garrafas de vinho a quem ganhar, mas torcem por Merval.
Em tempos imemoriais, havia uma ética dos grandes guerreiros - para diferenciá-los daqueles que eram incumbidos de executar adversários moribundos no campo de batalha: o respeito ou, ao menos, o silêncio obsequioso em respeito ao adversário caído.
Com justiça, Merval tornou-se a referência jornalística para Celso de Mello e Luiz roberto Barroso.
por Luis Nassif

Um representante do povo tem que ter reputação ilibada

Ele tem que ser um exemplo de comportamento para o povo. 

Ele tem uma responsabilidade de agir com honestidade e ética. 

Agora se agarrar a letra da lei para se manter no poder não é uma atitude patriótica, independentemente do partido. 

Eu acho que Eduardo Azeredo deveria ter renunciado ao mandato logo que surgiram as denuncias contra ele. 

Para representar o povo não pode haver nem sombra de dúvida com relação a honestidade do parlamentar. 

Não precisava nem de julgamento. 

Basta ter vergonha na cara e hombridade, o que está faltando a nossos parlamentares do TODOS os partidos.

A manipulação da ética


Lula ganhou a eleição presidencial em 2002. Tinha uma aprovação pessoal grande e a avaliação do governo dele em nível elevado. A oposição não sabia como se opor àquele governo que não naufragou de imediato como ela esperava e torcia. Frustrou-se.
A pauta é outra. Saúde e segurança no topo das preocupações. Foto: Paulo Whitaker/Reuters
O governo fez o dever de casa. Foi comedido, comportado, conservador. Sacrificou o crescimento econômico pelo superávit primário. Embora tivesse base de apoio no Congresso capaz de permitir ousadias, conteve-se. O programa Bolsa Família, criado em 2003, é uma exceção que confirma a regra.
Em 2005, no entanto, explodiu a denúncia do “mensalão” e despertou na oposição o velho sentimento moralista da extinta UDN. Era a bandeira que faltava para guiar as insatisfações e retomar o poder para os tucanos. Delenda Lula.
Entrou em ação a “banda de música” udenista e com ela o uso político, ou manipulação, do tema corrupção, ampliado pelas trombetas da mídia. A ética foi escancaradamente banalizada e alcançou até mesmo a tradicional distribuição de cargos da máquina pública. Antes aceita, passou a ser condenada. Chegou-se à criminalização da política. Alguns índices de abstenção no primeiro turno das eleições municipais de 2012, ainda em curso, refletem isso.
Apesar disso, a propaganda do combate à corrupção não deu certo. Em 2006, Lula foi reeleito e, em 2010, elegeu Dilma. Um ás que tirou da manga.
O que falhou no golpe da oposição? Basicamente, faltou combinar com o eleitor. Chegou-se a achar que o povão, o eleitor pobre, não tinha ética. O povo, porém, como apregoa conhecido refrão, não é bobo. Tinha, na verdade, a informação essencial transmitida pelos benefícios de uma administração que resgatava milhões de marginalizados para incluí-los no processo econômico. A coisa não para por aí. Tem mais.
Recentemente, Márcia Cavallari, diretora-executiva do Ibope, concluiu um levantamento sobre mudança na agenda dos “principais problemas brasileiros”, segundo o eleitor. Os dados são tirados, essencialmente, das pesquisas daquele instituto. Em 21 anos, de 1989 a 2010, houve alterações significativas nessa agenda.
Tabela com os principais problemas dos brasileiros, segundo pesquisa Ibope
Observados os porcentuais do levantamento e, claro, principalmente os resultados das urnas nesse período, fica bem visível que o eleitor, embora condene, não vê a corrupção como principal adversário. No período pesquisado, o combate a esse crime baixou do quinto para o sexto lugar no elenco dos problemas a partir da queda de 5 pontos porcentuais na escala das indicações.
Curiosidade à margem do tema: caiu radicalmente a preocupação com a inflação, diminui significativamente a preocupação com a habitação e desapareceu a referência à dívida externa. Contrariamente, porém, surgiram as drogas com porcentual elevado na lista de apreensões dos brasileiros.
Essa preocupação secundária com o combate à corrupção mostra que os eleitores entregam o voto para candidatos preocupados com a inflação – FHC valeu-se disso para ganhar a eleição montado no Plano Real –, com a saúde, com a educação, a segurança pública e o desemprego. Por fim, porém não menos importante, a distribuição de renda.
O eleitor sabe do que precisa. O moralista que duvidar que atire nele a primeira pedra.
Mauricio Dias

A moralidade é uma virtude disputada


[...] Mesmo aqueles que dela conhecem apenas o nome gostam de falar sobre virtudes morais como se fossem íntimos de longa data.
Em época eleitoral, por exemplo, somos obrigados a acompanhar o espetáculo lamentável de moralistas de última hora, que parecem acreditar no pendor infinito da população ao esquecimento e à indignação seletiva.
Melhor seria que eles se abstivessem de falar de moral antes de meditar profundamente a respeito da passagem do Evangelho que exorta a primeiro tirar a trave no seu próprio olho antes de retirar o cisco no olho do próximo.
Por exemplo, o Brasil vive um momento importante com o corajoso julgamento do chamado mensalão. Espera-se, com justiça, que daí nasça uma nova jurisprudência para crimes de corrupção eleitoral. Espera-se também que ninguém saia impune desse caso vergonhoso.
No entanto é tentar resvalar a moralidade à condição de discurso da aparência e da esperteza ver políticos como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e seu candidato à Prefeitura de São Paulo tentarem utilizar a justa indignação popular em benefício eleitoral próprio.
Caso eles realmente amem os usos das virtudes morais em política, melhor seria se começassem por fazer uma profunda autocrítica sobre o papel de seu partido na criação do próprio mensalão, da acusação de compra de voto na emenda da reeleição, assim como fornecer uma resposta que não fira a inteligência quando membros de seu partido -como Marconi Perillo, Yeda Crusius e Cássio Cunha Lima- aparecem envolvidos até a medula em casos de corrupção.
Seria bom também que eles explicassem por que apoiam incondicionalmente um prefeito que chegou a ter seus bens apreendidos pela Justiça no ano passado devido ao caráter da contratação da empresa Controlar, e por que a Justiça suíça e a francesa investigam propinas que a empresa Alstom teria pago a políticos do governo paulista em troca de contratos com a Eletropaulo.
Por fim, seria uma boa demonstração de respeito aos eleitores que o candidato Serra se defendesse, de preferência sem impropérios, a respeito das acusações sobre o processo de privatização de empresas federais no período FHC.
Sem isso, toda essa pantomima lembrará uma velha piada francesa sobre um sujeito que dizia a todos em sua pequena cidade ser amigo de Charles de Gaulle. Eis que um dia, De Gaulle aparece na cidade. Para não ser desmascarado, o sujeito resolve chegar perto do presidente e, com um tom de cumplicidade, perguntar: "E aí, Charles, o que há de novo?". "De novo", respondeu De Gaulle,"só mesmo essa intimidade".
VLADIMIR SAFATLE

Quanto mais rico, mais trapaceiro


Pessoas de classe social alta, com mais recursos econômicos e educação, tendem a comportamentos menos éticos do que as com menos recursos.
A afirmação é do pesquisador Rodolfo Mendoza-Denton, professor do Departamento de Psicologia da Universidade da Califórnia, em Berkeley (EUA), que assina o trabalho com colegas da Universidade de Toronto (Canadá).
"Realizamos 7 estudos experimentais que nos levaram a conclusões surpreendentes, disse ele em entrevista à agência de notícias Efe. Normalmente se pensa que as pessoas com menos recursos têm mais motivação para se comportar de maneira imoral, antiética e violar a lei."
A equipe, liderada por Paul Piff, efetuou 2 testes em situações normais para avaliar as probabilidades de os motoristas fecharem o cruzamento de outros veículos em uma intersecção muito transitada de duas ruas, bem como de pedestres em uma esquina da mesma área de San Francisco.
O fator de referência foi a marca do veículo, a idade e aparência do motorista para apontar sua classe social.
Os autores descobriram que uma porcentagem mais alta dos motoristas de veículos caros ("um Porsche ou uma Ferrari", disse Mendoza-Denton) se antecipava ao cruzamento de outros veículos ou dos pedestres, comparado com os motoristas de veículos de menos luxo.
Outros cinco experimentos realizados em laboratório com estudantes e pela internet, com uma amostra de alcance nacional de adultos, revelaram que os participantes que se consideravam de "classe alta" tinham mais tendência a tomar decisões antiéticas do que os de "classe baixa".
Entre esses comportamentos está furtar objetos valiosos de outras pessoas, mentir em uma negociação ou aumentar as possibilidades de ganhar um prêmio e dar aval a uma conduta incorreta no trabalho.
"O importante não é apenas a conclusão de que as pessoas que estão mais acima tendem a se comportar menos eticamente, mas avaliar por que o fazem", declarou Mendoza-Denton.
"Descobrimos que as pessoas de classe baixa ou que se percebem como tal estão mais expostas a perigos, têm menos recursos e um trabalho que não é estável, o que torna suas vidas menos previsíveis", disse o pesquisador.
"Os cidadãos desse nível social trabalham mais para garantir que as relações humanas serão fortes e duradouras", acrescentou.
Por outro lado, os membros da classe alta, "como têm mais recursos, se sentem mais seguros, têm o luxo de ser mais independentes, tendem a focar os pensamentos e as emoções em si mesmos e pensam menos nas consequências que seu comportamento tem para outros", concluiu.
Pessoas de classes mais altas também demonstraram ser menos propensas a dizer a verdade em uma negociação hipotética de emprego, na qual atuaram como empregadores tentando contratar alguém para um trabalho que sabiam que seria encerrado em breve.
E, quando receberam um recipiente com doces, que os pesquisadores informaram ser para crianças que participavam de experiências em um laboratório vizinho, os mais ricos tiraram mais balas do que os demais, quando informados que poderiam pegar algumas.
Os mais ricos também parecem ser mais focados em suas metas, veem a ganância de forma mais positiva e têm sentimentos mais fortes de autoindulgência, revelou o estudo.
"A busca do interesse próprio é uma motivação mais fundamental na elite da sociedade e o desejo aumentado, associado a maior riqueza e status podem promover más atitudes", destacou o estudo, publicado na revista especializada "PNAS".

Perguntar não ofende


Aceitando apoio financeiro do PSDB para dificultar a reeleição do presidente Lula, o Senador Cristovam Buarque traiu quem? 
  • O PSDB, que acreditou que ele cumpriria sua palavra ao participar de um acordo que teria envolvido elevados reai$? 
  • O presidente Lula, que acreditou no seu leal apoio, por se tratar de um Senador que sempre pregou a ética na política? 
  • Ou as suas convicções pessoais que moldaram durante muito tempo o perfil de um homem sério?

Carlos Esteves 
Rio Branco - AC

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Infeliz daquele que prega uma moral que não pratica

Má procedência 1
O porteiro do prédio entrega, por engano, a um morador o jornal que pertence a outro morador e lá está o número do apartamento escrito à mão, na capa do exemplar, de forma bem nítida. E o condômino, que não é dono do jornal muito menos seu assinante, se faz de desentendido e o leva para casa. Pergunto: quem age dessa forma tem moral para criticar os políticos, ainda que seja Paulo Maluf ou Jader Barbalho?


Má procedência 2
No Brasil, as pessoas têm o hábito de exigir honestidade dos outros, todavia se recusam a praticá-la. O que se apossou do jornal do vizinho, nem sabe o que é isso.



Má procedência 3

Pelos pequenos gestos dá para aferir a educação doméstica e o caráter de alguém. Estacionar o carro ocupando duas vagas, impos- sibilitando que outro tenha onde parar. Ocupar espaços destinados a portadores de deficiência, é outra prática comum, bem como furar filas. Convoco todos a uma profunda reflexão a esse respeito. Vamos começar por nós mesmos.

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“Putsch”: se houver inferno...


Na “Divina Comédia”, Dante Alighieri (1265-1321) afirma em versos que Lúcifer, ao cair, abriu uma profunda depressão em forma de cone, bem debaixo de Jerusalém, tocando o centro da terra.


Segundo o poeta, a depressão infernal é formada por nove círculos concêntricos. As almas condenadas são distribuídas nesses círculos de acordo com a gravidade de seus pecados. Quanto mais profundo o círculo, maiores os castigos e danações.


Fosse real esse inferno dantesco, meu lugar no além-tumba situar-se-ia no terceiro círculo, local reservado aos glutões. Um cão de três cabeças – Cérbero - estaria a me espreitar, evitando a minha fuga do tortuoso flagelo: uma chuva pútrida. Nada de desesperador, desde que serviam por lá um delicioso pudim.


Mas não estarei só. Muito menos na pior situação.


Quase nas profundezas do inferno, encontra-se o penúltimo círculo, contendo dez fossos. Os condenados que se abrigam nessa oitava esfera satânica são duramente castigados. Seus pecados são considerados gravíssimos. Sofrimentos mais intensos somente são impingidos para três traidores que residem junto com Lúcifer, no último círculo do inferno: Judas, Brutus e Cassius.


Dois fossos desse oitavo círculo do inferno merecem atenção. No quinto fosso foram reunidos os vendilhões. No sexto, os hipócritas.


Acaso Dante fosse um poeta contemporâneo, brasileiro da gema, teria realizado “reformas” no inferno, a tal ponto de criar mais um anel. São tantos os vendilhões do patrimônio público pátrio e a mídia corporativa desfila tanta hipocrisia, que o fosso dos vendilhões e o fosso dos hipócritas deveriam ser apresilhados, formando um novo círculo, acolhendo em apartado essa classe de “perdidos”. Seria, digamos assim, o anel dos golpistas. Sim, porque vendilhões e hipócritas são golpistas por natureza. Democracia e lei, para eles, tratam-se apenas de detalhes sem maiores conseqüências, tranqueiras a serem solenemente ignoradas.


Se o poeta florentino não agisse assim, robustecendo o inferno, certamente veríamos estradas sendo obstruídas e agências bancárias “ocupadas” pelo Movimento dos Vendilhões do Brasil e Hipócritas da Mídia Corporativa Sem Teto no Inferno, o MVH.


Estivesse Dante comigo na madrugada de sábado (19JUN2010), acompanhando programa de notícias da mídia corporativa tupiniquim (Jornal da Globo), teria imediatamente reformulado a sua “Divina Comédia”, adotando as reformas acima sugeridas.


Pois noticiou a âncora do telejornal global (Christiane Pelajo) que a grande mídia estava solidária a Guillermo Zuloaga, presidente e acionista majoritário da Globovisión, “único canal independente” da Venezuela, que havia deixado o país para não ser preso. Segundo a Rede Globo, o Judiciário venezuelano decretou a prisão de Zuloaga pelo simples fato daquele Poder ter se transformado em capacho do Executivo, leia-se Hugo Chávez.


O tribunal emitiu o mandado de prisão para Zuloaga e seu filho, mencionando acusações de detenção ilegal de 24 novos veículos utilitários esportivos da Toyota. Os veículos foram apreendidos na casa de Zuloaga em maio de 2009, sendo que a ordem de prisão foi emitida...

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Dá-lhe Dilma Rousseff

Olha o "poste" aí gente!!!


Abaixo as principais declarações da candidata Dilma Rousseff:

A Educação: Ele [Lula] construiu um alicerce. Vamos ter que aumentar ainda mais os investimentos. Não vou dizer porcentual porque não sou doida, mas dá para aumentar progressivamente os investimentos. Não podemos esquecer que teremos recursos da exploração do pré-sal.

A Saúde: Não tivemos na saúde, nos últimos 30 anos, um momento tão propício, como agora. Demos um grande salto quando estruturamos o SUS, ninguém pode negar. [...] Uma pessoa ficava em filas e filas. Isso não foi resolvido por ninguém. Acho que o grande passo foi dado com as UPAs, as Unidades de Pronto Atendimento, que garantem atenção 24 horas por dia e impedem que a fila se dê no hospital, transfere o atendimento de urgência e emergência para essas unidades...

- A realidade da Saúde é outra, não? Acho que vamos mudar esta realidade. O pessoal tem toda a razão quando se queixa. Não tinha fila no INSS? Nós não falamos que íamos acabar? Acabamos. Vamos mudar a situação da saúde.

- Serra e a ética: Esse debate é muito bom para a gente. [...] Nunca se esqueça que foi a CGU quem descobriu a máfia dos sanguessugas. Tudo foi feito pela CGU, combinado com a PF. Se teve um governo que levantou o tapete, foi o governo Lula. Antes não apareciam denúncias, porque ficavam debaixo do tapete, ninguém apurava. [...] Levantamento da CGU mostra que as principais descobertas e investigações neste governo foram de casos que ocorreram em governos anteriores. A apuração das denúncias levantadas pela Operação Castelo de Areia é um caso [Esse inquérito envolve também obras do PAC, entre elas a Refinaria Abreu e Lima] Acabamos com a figura do engavetador-geral [referência ao ex-procurador-geral da República Geraldo Brindeiro, nomeado por FHC]. Onde está o engavetador? A União não engaveta mais nada. Nos sentimos muito à vontade em fazer essa discussão.

- A biografia do adversário: O Serra que me desculpe, mas ele não foi só ministro da Saúde. Foi ministro do Planejamento. Planejou o quê, hein? Ali, se gestou sabe o quê? O apagão. O apagão que eu falo é o racionamento. Porque o pessoal usa um pelo outro. Racionamento é ficar oito meses sem energia.

- Ciro Gomes: Tenho uma relação muito forte com Ciro. Por conta do fato de termos sido ministros no primeiro mandato do presidente Lula. Foi uma época muito difícil, havia muita tensão, muitas acusações. O Ciro foi um companheiro inestimável. Ele pensa semelhante a todo o projeto do governo. Agora, o que ele vai fazer só ele pode dizer...

- A abertura dos arquivos da ditadura: Não tem revanchismo em relação à memória. Fizemos todas as tratativas na Casa Civil, quando mandamos ofícios a todos os órgãos arquivistas existentes na República. Pedimos que entregassem os arquivos. Foi dito que tinham sido queimados. Então, que se apresentassem as provas. A Aeronáutica entregou a parte do arquivo. As demais Forças disseram que não existem arquivos. O que pudemos fazer, nós fizemos.

- Se eleita, vai abrir o arquivo da inteligência do Exército? O Brasil está bastante aberto. Depende do que vai ocorrer daqui para frente. O aperfeiçoamento da democracia não é uma coisa que se faz de uma vez por todas. Faz a cada dia. É um processo de consulta a pessoas.

- As Forças Armadas: O Plano de Defesa que fizemos foi uma das melhores coisas do governo Lula. Um país deste tamanho tem de aparelhar e valorizar as suas Forças Armadas, tem de ter uma estratégia de defesa. É preciso estar presente na nossa imensa costa, até porque temos a questão do pré-sal, e daí a importância dos submarinos.

APAGÃO É O DO PIG

Quem sofreu um apagão foi o PSDEMO.
Duas surras, igual a dois apagões.
E quem apagou o PSDEMO foi um nordestino. Um operário semianalfabeto.
Quem está sofrendo um apagão é o PIG.
O apagão da ética, da informação e da notícia isenta e imparcial.
O PIG não conseguirá apagar as conquistas do Brasil e dos brasileiros, as vitórias de um povo que hoje come melhor, que estuda mais, que vive mais e que é mais feliz.
O PIG não conseguirá manietar a verdade factual das coisas, nem confundir blecaute com apagão.



O PIG não conseguirá eleger os seus demotucanos.
Nem Serra nem Aécio.
O apagão existiu... E foi produzido pela incompetência da tucanada.
Os tucanos são chegados a um superlativo ao produzirem tragédias.
Fernando Henrique Cardoso entregou o País à estrondosa privataria.
Como quem gosta do verbo “dar”, ele deu um bi-apagão no fornecimento de energia elétrica aos brasileiros, nos anos de 2001 a 2002.
E ao Brasil foi imposto um racionamento de energia que durou oito meses.
E custou 340 milhões ao País.
As teles, foram dadas ao banqueiro-trambiqueiro e “lavador” Daniel Dantas.
E quase dá por alguns caraminguás a 3ª maior empresa do setor energético do mundo.
Serra produziu a maior cratera urbana que já existiu: a do metrô de São Paulo.
Os demotucanos de Sampa transformaram uma obra em sinônimo de desvio do dinheiro público: a do “roubo-anel”.
Sem que tenha havido, sequer, uma CPI.

O PIG se estrebucha para não sofrer a humilhação de ter que noticiar a vitória de Dilma Rousseff logo no Primeiro Turno da eleição presidencial, em 2010.
Não se sabe quem ela derrotará nas urnas.
Mas nas ruas, o maior derrotado, esse vai ser o PIG.
O PIG vai acabar de se apagar com mais uma lavagem dos DEMOTUCANOS.
Por isso o PIG quer fazer a agenda política do País. E a pauta do JN & Cia se transforma na pauta do Congresso...
Ele ainda consegue fazer a do Senado. Com o Agripino Maia fungando e falando com um pedaço de abóbora quente na boca.
O Arthur Virgílio é sócio do JN. O Brasil ainda o verá dando um piripaque diante das câmeras da Globo. O Virgílio é senador pela última vez na vida. Depois o povo manauara vai decidir se lhe dá uma cadeira. Na Câmara de Vereadores de Manaus.
O ostracismo e os tucunarés aguardam ansiosos por ele. Boas caldeiradas, e bons goles!
Tem ainda o Aleluia e o Caiado na Câmara dos Deputados... uma dupla da pesada na arte de reproduzir chavões.
O PIG adora botar palavra na boca do Governo. E dizer que ele disse o que não disse.
Para confundir o telespectador. Você. Nós. O povo.
Nesta quinta feira a Ministra Dilma falou.
Ela disse que o que houve foi um blecaute.
Apagão existiu no governo FHC.
E o PIG queria que ela disesse que não iria haver mais blecaute.
Mas a Ministra não disse.

Só que o PIG disse que ela disse.
Dilma falou que não poderia afirmar que não haveria mais blecaute.
Ela afirmou que o que não haverá é apagão. Porque apagão é barbeiragem.
O PIG barbera na escuridão moral que o apagão da sua ética produziu.

Pedro Simon - Duas éticas

RAHASYA

O Senador de duas "éticas" (Pedro Simon), uma em Brasília e outra no Rio Grande do Sul deveria ter vergonha na cara e ser realmente coerente com o teatro que faz no Congresso contra o seu partido PMDB.

Já que ele acha que o seu Partido é um antro de cafajestres, ele deveria sair. Por que ele não sai? Porque se sair vai perder as "boquinhas" nos Governos do Rio Grande do Sul, onde atualmente ele tem 3 Secretarias mais a Direção do Banrisul e outros "carguinhos".

Preciso notar que, o Sr. da "Ética do Noblat" é o Presidente Regional do PMDB no Rio Grande e sempre mamou naqueles Governos, ora sendo Governador, ora mandando no Governado (Rigotto), ou mamando como atualmente no desgoverno da "símbolo da ética e da moral" Sra. Yeda Crusius".

Finalizando Sr. Noblat, assim como você grita por coerência para o pessoal do PT, tá na hora de você clamar para que o Sr. Simon (do qual você é o maior porta-voz) tenha um mínimo de coerência e vergonha na cara e deixe o PMDB.

O Povo não é mais tão bobo, não acredita mais em vocês.

Ética não se aprende no colégio


O presidente nacional da OAB, criticou a decisão do STF de acabar com o diploma para o exercício da profissão de jornalista.

Para Cezar Britto, “foi um erro” da Suprema Corte que “não observou corretamente qual é o papel do jornalista e a sua função na defesa da liberdade de expressão”.

Que tem uma coisa a ver com a outra?

Ainda sustentou que a liberdade de expressão é um bem tão fundamental, tão essencial, que tem que ser praticada com independência e qualidade.

Para ele, “o diploma garante a qualidade técnica e o registro a qualidade ética”.

Canudo garante qualidade ética?

Então por que na advocacia tem tanta gente sem qualidade técnica e muito menos qualidade ética?

Derivativos: Economia e Política

Em sua coluna semanal na Rolha de SP, Cesar Maia(ex), faz um paralelo entre desvios do setor público e privado, nesse quadro de crise, onde há uma crise de valores preliminar à crise econômica. Leiam alguns trechos deste artigo, que concordo e muito:

       

1. Não haverá um mundo empresarial ético e um mundo político aético, ou vice-versa. Não há abuso de restrições legais e de ética de mercado se não houver cumplicidade entre empresários e políticos. Não há corrupto sem corruptor. Não há achacador sem a fragilidade do achacado. O que se vê hoje já se sabia. Os especuladores ganhavam e autoridades políticas se omitiam, com proveito pessoal.
       

2. Os derivativos financeiros representam operações cuja relação com os fatos reais (empréstimos, emissão de capital, produção) vai se tornando cada vez mais tênue, até que, no cume da pirâmide, elas fiquem soltas, sem lastro.
       

3. No mundo político, isso ocorre de forma parecida. A atividade política envolve as ações de governo e das oposições, a legislação, a mobilização de militantes e da opinião pública, a defesa pública de interesses, as articulações para a obtenção de massa crítica de opinião ou de voto e as eleições.  Para isso, os políticos contam com a sustentação partidária, os partidos, com o fundo partidário, acesso a rádio e TV e doadores formais. Os parlamentares e ministros contam com salários e gabinetes, incluindo assessores e benefícios que garantam mobilidade e comunicação. As distorções vêm do uso de derivativos políticos sobre elementos de sustentação, autorizados em lei.
       

4. Exemplos. Nomeações nas máquinas de governo como uma extensão de gabinetes, atos e votos trocados por favores empresariais e governamentais, uso dos direitos de gabinete para ganhos pessoais, sobras de campanha, doações cruzadas e por aí vai. A crise de valores e os vasos comunicantes garantem que parte das elites, política e empresarial, opere no mesmo mundo, descolando a atividade-fim, dos lastros legais e moral. Os derivativos políticos fazem parte da mesma crise de valores.