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Pitaco da erudição




- Treta, bagulho, etecetera...Ô Netiflix, troca este estágiário. Tá pegando mal este vocabulário de marginal.

- Preocupar-me-ei com essa questão a partir de agora, Vossa Excelência.
@pedromalloy

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Irônicas


:

Netflix - Ainda nesta temporada de "O mecanismo", série de José Padilha, veremos:

  • Lula processando Paulo Francis por denunciar corrupção na Petrobras (1996)
  • Lula comprando votos para aprovar a emenda da reeleição (1997)
  • Lula recebendo propinas com da Alstom 
  • Lula organizando cartel para construção do Rodoanel
  • Lula construindo aeroporto em propriedade da família
  • Lula recebendo dinheiro da obra da Cidade administrativa de Minas Gerais
  • Lula viajando em helicóptero com 500 quilos de cocaína
  • Lula mandando um homem de confiança guardar malas de dinheiro num bunker em Salvador, e outro ir receber mais uma mala com 500 mil em São Paulo
  • Lula atirando em ônibus da caravana organizada por ele mesmo
Não perca um capítulo da série, é sensacional.
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da Netflix e Bolsonaro



Flávio Bolsonaro: 

- Se a esquerda está apavorada com a série "O mecanismo", imagina se eles soubessem que a Netflix poderia estar interessada em fazer uma série sobre Jair Bolsonaro.

Netflix respondendo a @FlavioBolsonaro

- Você esta louca querida.



Pérolas dos coxinhas


A imagem pode conter: 2 pessoas, pessoas sorrindo, texto

E naquela hora que ele embolsa quarenta e cinco mil reais do Psdb para iniciar o golpe...
Massa demais.

No próximo capítulo deve passar algo sobre o triplex de Paraty, né?

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Entrevista com José Padilha


Esta charge de Jota Carmelo vai para Galeria Gênio Total.
É maravilhosa!
Confira outros trabalhos do artista...Aqui>>>
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O mecanismo: próximo capítulo



Resumo:

  • Lula abri várias contas CC5 no Banestado
  • Dilma se envolve em maracutaias na APAE
  • Fernando Haddad negocia delação com Tacla Duran
  • Lula viaja no Helicoca para o Palácio do Planalto, recebe a visita de um corruptor, manda um assessor de sua confiança receber malas de dinheiro, ameaça de morte um primo e cria um fundo de combate a corrupção para comprar apartamentos do Minha Casa Minha Vida com um promotor evangélico
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O mecanismo de José Padilha para assassinar reputações, por Dilma Rousseff





O país continua vivo, apesar dos ilusionistas, dos vendedores de ódio e dos golpistas de plantão. Agora, a narrativa pró-Golpe de 2016 ganha novas cores, numa visão distorcida da história, com tons típicos do fascismo latente no país.
A propósito de contar a história da Lava-Jato, numa série “baseada em fatos reais”, o cineasta José Padilha incorre na distorção da realidade e na propagação de mentiras de toda sorte para atacar a mim e ao presidente Lula.
A série “O Mecanismo”, na Netflix, é mentirosa e dissimulada. O diretor inventa fatos. Não reproduz “fake news”. Ele próprio tornou-se um criador de notícias falsas.
O cineasta trata o escândalo do Banestado, cujo doleiro-delator era Alberto Yousseff, numa linha de tempo alternativa. Ora, se a série é “baseada em fatos reais”, no mínimo é preciso se ater ao tempo em que os fatos ocorreram. O caso Banestado não começou em 2003, como está na série, mas em 1996, em pleno governo FHC.
Sobre mim, o diretor de cinema usa as mesmas tintas de parte da imprensa brasileira para praticar assassinato de reputações, vertendo mentiras na série de TV, algumas que nem mesmo parte da grande mídia nacional teve coragem de insinuar.
Youssef jamais teve participação na minha campanha de reeleição, nem esteve na sede do comitê, como destaca a série, logo em seu primeiro capítulo. A verdade é que o doleiro nunca teve contato com qualquer integrante da minha campanha.
A má fé do cineasta é gritante, ao ponto de cometer outra fantasia: a de que eu seria próxima de Paulo Roberto da Costa. Isso não é verdade. Eu nunca tive qualquer tipo de amizade com Paulo Roberto, exonerado da Petrobras no meu governo.
Na série de TV, o cineasta ainda tem o desplante de usar as célebres palavras do senador Romero Jucá (PMDB-RR) sobre “estancar a sangria”, na época do impeachment fraudulento, num esforço para evitar que as investigações chegassem até aos golpistas. Juca confessava ali o desejo de “um grande acordo nacional”. O estarrecedor é que o cineasta atribui tais declarações ao personagem que encarna o presidente Lula.
Reparem. Na vida real, Lula jamais deu tais declarações. O senador Romero Jucá, líder do golpe, afirmou isso numa conversa com o delator  Sérgio Machado, que o gravou e a quem esclarecia sobre o caráter estratégico do meu impeachment.
Na ocasião, Jucá e Machado debatiam como paralisar as investigações da Lava Jato contra membros do PMDB e do governo Temer, o que seria obtido pela chegada dos golpistas ao poder, a partir do meu afastamento da Presidência da República, em 2016.
Outra mentira é a declaração do personagem baseado em Youssef de que, em 2003, o então ministro da Justiça era seu advogado. Uma farsa. A pasta era ocupada naquela época por Márcio Thomas Bastos. Padilha faz o ataque à honra do criminalista à sorrelfa. O advogado sequer está vivo hoje para se defender.
O cineasta não usa a liberdade artística para recriar um episódio da história nacional. Ele mente, distorce e falseia. Isso é mais do que desonestidade intelectual. É próprio de um pusilânime a serviço de uma versão que teme a verdade.
É como se recriassem no cinema os últimos momentos da tragédia de John Kennedy, colocando o assassino, Lee Harvey Oswald, acusando a vítima. Ou Winston Churchill acertando com Adolf Hitler uma aliança para atacar os Estados Unidos. Ou Getúlio Vargas muito amigo de Carlos Lacerda, apoiando o golpe em 1954.
O cineasta faz ficção ao tratar da história do país, mas sem avisar a opinião pública. Declara basear-se em fatos reais e com isso tenta dissimula o que está  fazendo, ao inventar passagens e distorcer os fatos reais da história para emoldurar a realidade à sua maneira e ao seu bel prazer.
Reitero meu respeito à liberdade de expressão e à manifestação artística. Há quem queira fazer ficção e tem todo o direito de fazê-lo. Mas é forçoso reconhecer que se trata de ficção. Caso contrário, o que se está fazendo não está baseado em fatos reais, mas em distorções reais, em “fake news” inventadas.
DILMA ROUSSEFF
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Briguilinas: quanto o cineasta e diretor José Padilha recebeu para mentir descaradamente desta forma? Pouca coisa não foi.
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Rede Globo prega uma moral que não pratica


O sucesso da Netflix está incomodando muita gente no Brasil, a começar pela "liberal" e poderosa Rede Globo de Televisão que lidera um poderosíssimo lobby com propostas para inviabilizar os negócios da concorrente. 

Em parceria com empresas de tv por assinatura os hipócritas capitalistas da mídia nacional pretender criar obstáculos para o concorrente aprovando leis e normas que dificultem a expansão do adversário. Querem criar dificuldades e aproveitar as facilidades que desde a ditadura tem acesso no Congresso brasileiro.

É bom o consumidor e cidadão ficar de olhos bem abertos, para impedir mais essa maracutaia dos Marinhos e cúmplices nesta empreitada.

Pior é no Brasil ainda ter idiotas que acreditam nos "capitalistas" de araque que cresceram as custas do erário público e de leis aprovadas no Congresso garantindo privilégios imorais aos negócios destas famílias mafiosas.


No meu tempo não tinha televisão!

facebook-skype Essa frase me perseguiu durante toda a minha infância. O meu pai dizia isso toda vez que percebia uma novidade no ar ou via uma pontinha de progresso entrando pela porta da sala da nossa casa.

Durante décadas e décadas, ouvimos que quando ele era menino, o sucesso era um rádio GE que ficava no saguão do hotel do seu pai, meu avô. Era dali que saiam as notícias da guerra, a sonoplastia bizarra das radionovelas, a voz de Aracy de Almeida cantando Palpite Infeliz e os gritos de gol de Oduvaldo Cozzi.

O meu pai parecia se orgulhar de ter vivido num mundo sem televisão. Quando os seus filhos se reuniam para ir ver Os Jetsons na casa da vizinha, ele achava que o mundo estava acabando, que aquela invenção era a maldição do século, século passado.

Quando começávamos a comentar os programas como Bola Murcha, Agarre o que puder, quando começávamos a imitar os personagens da Rua do Ri Ri Ri ou Times Square, ele sempre voltava com aquela história de que no seu tempo não tinha televisão, não tinha essas bobagens.

Outro dia fui fazer uma palestra no interior do Paraná e as pessoas arregalaram os olhos quando comecei a listar as coisas que não existiam no meu mundo juvenil.




Vivíamos sem micro ondas, por exemplo. A comida era esquentada uma a uma no fogão. No meu tempo não tinha protetor solar. A lembrança que tenho dos nossos verões na Cidade Maravilhosa é de bolhas no corpo inteiro e muito Caladryl.

Fui revelando pra eles que não havia celular, apenas um telefone preto e fixo que ficava geralmente na sala. Não havia supermercado, as compras eram feitas em mercadinhos e se você quisesse um quilo de feijão, tinha que pedir ao vendedor.

- Um quilo de feijão, por favor!

Contei que no meu tempo não tinha controle remoto e nós ficávamos esperando alguém levantar para pedir.

- Aproveita que está de pé e muda o canal!

Não havia leite longa vida. Comprávamos leite todo dia e colocávamos pra ferver logo, porque senão azedava rapidinho. Imagine que não havia cerveja em lata, só em garrafas de vidro e das grandes. Acredita que vivíamos sem código de barra?

Não havia cartão de crédito, nem caixa eletrônica. Se precisasse de algum dinheiro, era preciso ir ao banco, enfrentar uma fila enorme, entregar o cheque pro caixa, esperar ele ir lá dentro conferir o saldo e a assinatura numa ficha de cartolina.




No meu tempo não havia selfie. Lembro do meu pai reunindo toda a família, colocando a Rolleiflex dele num tripé, apertando o botãozinho e correndo pra poder sair bem na foto.

Não havia compra pela Internet. Em Belo Horizonte, a minha mãe ligava pra Drogaria Araújo e o cara vinha de fusquinha trazer o Benzetacil. Aquilo era o progresso, o começo de tudo.

Numa outra palestra no interior de Minas Gerais, quanto mais eu ia enumerando coisas que não havia no meu tempo de jovem, mais velho ia me sentindo. Quando eu fui explicando que vivíamos sem Instagram, sem Easy Taxi, sem e-mail, sem Google, sem Facebook, sem tudo isso, uma jovem levantou o dedo e perguntou:

- Não tinha Netflix?
por Alberto Villas

Chromecast agrada com tamanho, preço e funcionalidade

O produto surpreendeu a todos quando foi anunciado, por se tratar de um pequeno aparelhinho, que mais se assemelhava a um pendrive. O dispositivo, que se conecta ao seu televisor por HDMI para realizar streaming de vídeos, inicialmente oferecia suporte apenas a vídeos de YouTube, Google Play e Netflix. Hoje, o alcance é muito maior, com vários aplicativos.

O aparelhinho custa R$ 200 (mais que o dobro dos EUA, onde ele custa o equivalente a R$ 80) e chegou com a promessa de “revolucionar o modo como vemos TV”. Mas será que ele é tudo isso, mesmo? O Olhar Digital conseguiu testar um destes dispositivos e conta suas impressões a seguir.

Um pequeno problema são os cabos. Por mais que ele seja bastante prático, depende de um cabo de alimentação, já que ele não recebe energia do cabo HDMI. Se o seu televisor tiver uma entrada USB, isso pode solucionar o problema; senão, é necessário mantê-lo ligado na tomada, e aí você terá mais um cabo saindo do seu televisor. Não é algo que incomoda de fato, mas mas poderia ser mais elegante. Talvez uma bateria interna já ajudasse.
Reprodução
A configuração do aparelho é realmente muito simples, um ponto positivo muito grande para o Chromecast. Tendo um sinal de internet bom, você pode prepará-lo para o uso em menos de 10 minutos, sem nenhuma complicação. O sistema é praticamente todo automatizado e qualquer um poderia configurá-lo sem problemas. Isso, inclusive, é um dos fatores dos quais o Google mais se vangloria sobre o produto e a empresa merece os méritos por isso.

A utilização de seus recursos é bem simples. Depois de configurar o Chromecast, basta executar o aplicativo do YouTube, Netflix ou outro que suporte a plataforma, em um celular (ou tablet) conectado na mesma rede. Eles terão um botão bem claro, indicando que você pode executar o vídeo em outra tela. Basta selecioná-lo para que as imagens passem a ser exibidas na sua televisão, processadas diretamente Chromecast, sem necessidade de interação com o celular.

Outra alternativa, para quem não tem um smartphone ou tablet com Android ou iOS (Windows Phone não tem suporte), ou simplesmente prefere usar o computador para comandar o Chromecast, também é possível. Para isso, é preciso baixar um plugin, que funciona de forma bastante semelhante ao celular. Pelo PC, também é possível transmitir o que está rolando na tela do computador para a TV, embora possa haver um bom delay, dependendo da velocidade da sua conexão.

Mas vamos ao que importa: o uso. Pelo preço de R$ 200, ele realmente oferece um serviço muito bom. Quando foi lançado, ele se limitava a Netflix, YouTube e Google Play. Ou seja: nada que uma set-top box comum, Apple TV, ou um console como o PS3 ou Xbox 360, não fizesse. Hoje, porém, com um ecossistema mais robusto e aberto, com a possibilidade de chegada de novos recursos, o aparelho fica mais interessante, enquanto o valor não se altera.

Há alguns pontos positivos em relação aos outros aparelhos neste mercado. Um deles é o fato de o Chromecast ser extremamente pequeno e leve, e, portanto, muito portátil. Por isso, você pode levá-lo para qualquer lugar, que pode ser outro cômodo da casa, ou para o trabalho, casa de um amigo, ou até para uma viagem. A possibilidade de usar o celular como uma espécie de controle remoto também simplifica bastante as coisas.
Reprodução
Controlar a execução dos vídeos pelo celular e computador é bem fácil, para não dizer que os controles são básicos. Basta usar os botões da própria interface dos aplicativos ou dos serviços na web para que eles sejam reproduzidos na TV. Aumentar ou reduzir o volume funciona exatamente como no YouTube, por exemplo. Basta mover a barrinha e o Chromecast irá entender o comando. Trocar de vídeo também é tão simples como escolher um novo filme na Netflix. É praticamente impossível ficar perdido.

Um ponto interessante é que o aparelho vem com um extensor HDMI que funciona também como um amplificador de sinal Wi-Fi, para as casas onde a televisão fica longe demais do roteador. Estas soluções nunca funcionam perfeitamente, mas uma melhorada leve já é uma ajuda quando a situação é ruim. Visualmente, porém, fica um pouco estranho.

Resumindo: mesmo tão pequeno em tamanho, o Chromecast já é grande em números (o Google fala em milhões de unidades vendidas) e só vai crescer mais, com a chegada de novos recursos. Ele também não é nada revolucionário para quem já tem algum TV conectada à internet, mas ainda assim tem seus atrativos. Mesmo assim, ele ainda pode ser de grande utilidade para quem procura um jeito simples e razoavelmente barato de assistir aos conteúdos da web no televisor.

CES 2013: A Panasonic anunciou lançamentos

Durante coletiva de imprensa nesta segunda-feira, 7, a companhia mostrou modelos de Blu-ray e grandes televisores de LCD.

A linha de Blu-ray ganhou quatro novos aparelhos, sendo que dois deles são 3D. Todos possuem Wi-Fi e Miracast, ferramenta da fabricante que permite que dispositivos Android enviem vídeos, fotos e músicas para a TV.

Os modelos 3D ainda trazem o serviços de streaming de mídia, assim como conversores de imagens 2D para 3D, e um navegador de internet. Já as versões mais básicas do Blu-ray possuem Netflix, Hulu Plus, Amazon Instant, Vudu, CinemaNow e YouTube instalados. 

De acordo com a companhia, os novos aparelhos devem chegar às lojas em fevereiro deste ano. As versões de 2012 ainda serão comercializadas. 

Televisores LCD
A companhia ainda anunciou sua maior linha de televisores LCD, com sete séries diferentes. Os destaque vão para a série WT60 que virá em dois tamanhos, 47 e 55 polegadas, a DT60, a EM60 e a série ET60, que terá modelos de 42, 50, 58 e 65 polegadas. 

As versões ET60, E60 e WT60 possuem recursos de NFC que permitem compartilhar conteúdos de smartphones na TV e comandos de voz. A novidade é chamada de Swipe & Share. Já os modelos da EM60 inclui um recurso de "media player" com duas conexões HDMI e uma porta USB.

Os novos modelos de televisores devem chegar aos EUA a partir de março.

Olhar Digital

Google Fiber: serviço de banda larga e tv

do Olhar Digital

Google Fiber Divulgação
Google apresentou oficialmente,hoje, quinta-feira (26/07), em Kansas City, o Google Fiber, seu serviço de banda larga e televisão nos Estados Unidos.

A empresa promete uma internet 100 vezes mais rápida do que as principais norte-americanas e garante que a velocidade de download será de 1 Gigabyte por segundo para downloads e uploads.

O Fiber também vem com serviço de TV com canais locais e integrado ao Netflix e YouTube, possibilitando assistir conteúdo ao vivo ou por demanda, quando o usuário quiser. Além disso, é possível gravar até oito programas simultâneos e armazená-los na nuvem (com 1 Terabyte disponível no Google Drive).

Os equipamentos que funcionam como central de todo o conteúdo foram batizados de Network Box. Eles contam com 2 Gigabytes de espaço para armazenamento em seu disco rígido, transmitirão vídeo em até 1080p, terão quatro entradas Ethernet e funcionam como pontos de Wi-Fi.