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Política

Impeachment na marra? Seu Zé Cardozo, isso pode?
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Do Estadão, com meus grifos:
O caminhoneiro Fábio Luís Roque, uma das lideranças do Comando Nacional do Transporte (CNT), reforçou nesta segunda-feira, 9, que o grupo não pretende estabelecer nenhum tipo de diálogo com o governo federal para levar reivindicações dos transportadores autônomos a Brasília. “Não queremos contato”, disse ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado.
O Comando Nacional do Transporte está organizando a paralisação iniciada nesta segunda-feira em várias regiões do Brasil. Diferente de mobilizações anteriores da categoria, desta vez o objetivo principal do movimento é provocar a saída da presidente Dilma Rousseff.
Não se trata, portanto, de um movimento reivindicatório, classista. Trata-se da ocupação e paralisação das principais estradas brasileiras, para impedir a circulação de pessoas e cargas com objetivos meramente golpistas.
E isso é um atentado à Constituição, às leis e aos direitos da sociedade.

Pesquisa CNT/MDA: mostra crescimento de Dilma pós-protestos

Dilma foi a única a crescer em relação ao último Datafolha, que colocou os pesquisadores nas ruas durante os dias de protesto. No atual cenário, ela continua sendo a grande favorita, vencendo todos os seus oponentes no 2º turno.
A pesquisa divulgada essa semana pela CNT/MDA consolida a percepção de que a presidenta Dilma foi a candidata mais afetada pelos protestos de junho, ou, mais especificamente, pela maneira como as corporações de mídia comunicaram os protestos. Por outro lado, Dilma foi a única a crescer em relação ao último Datafolha, que colocou os pesquisadores nas ruas durante os dias de protesto. Foi de 30 para 33,4, enquanto Marina caiu de 23 para 20,7, Aécio de 17 para 15,2 e Eduardo oscilou dentro da margem de erro de 7 para 7,4.

Esse movimento era esperado, tanto é que no dia 6/7 tuitei o seguinte palpite:
Dilma - 35
Marina - 20
Aécio - 15
Eduardo - 5

Mais uma vez esclareço que não tenho nenhuma vocação para a vidência. Ocorre que desde o início do ano, quando o Datafolha fez seu primeiro levantamento, insisto que os dois fiéis da balança de 2014 serão a Mídia e os Evangélicos, justamente a combinação explosiva que levou as eleições presidenciais de 2010 para o segundo turno. A partir da análise constante desses dois fatores foi possível prever as oscilações ora encontradas pelos institutos de pesquisa.

Momentos de ampla participação popular, sobretudo num país em que a mídia é monopolizada, tendem a prejudicar a avaliação dos mandatários que exercem cargos no poder Executivo; por isso os governadores do Rio e de São Paulo também perderam pontos.

Com relação ao governo federal, como a Economia segue dentro dos eixos, as taxas de emprego seguem elevadas e se amplia os canais de diálogo com os movimentos sociais organizados, a tendência era mesmo de recuperação gradual da presidenta que, a meu ver, ainda tem espaço para crescer. A imprensa tentou fazer barulho com o locaute dos empresários portuários, mas o governo reagiu rápido. Até o momento não se vislumbra um novo flanco para a oposição de direita, a não ser que a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), que promete trazer milhões de pessoas ao Rio de Janeiro, possa servir a este propósito - até porque são praticamente infinitas as possibilidades dentro de uma ilha de edição.

Marina Silva pode faturar com o evento, já que grupos evangélicos prometem manifestações. Além disso, ela é a candidata com perfil mais "messiânico", o que por si só pode agradar fiéis de qualquer religião. O momento é propício para que seus militantes saiam às ruas, tentando agregar as pautas de Marina ao leque de temas em debate na Jornada, o que pode reverberar nas próximas pesquisas. Quanto a Aécio e Eduardo, não creio que seus índices sofram alterações significativas em razão da JMJ.

O noticiário das corporações de mídia, essa semana, insistem no tema da inflação. A presidenta entra no debate e defende as medidas do governo para mantê-la dentro da meta. A pauta, em si, pode render alguns pontinhos ao candidato Aécio, que em seus espaços de comunicação com o povo vem batendo nesta tecla.

No atual cenário, Dilma continua sendo a grande favorita, vencendo todos os seus oponentes no segundo turno. Sua vantagem não é mais a mesma que a registrada antes dos protestos, quando tinha mais pontos que todos os adversários somados. Agora, a presidenta tem a mesma pontuação que os dois principais oponentes somados. Como ninguém sabe o que vai acontecer durante a JMJ e também não sabemos em que momento as próximas pesquisas serão realizadas, fica difícil fazer qualquer previsão. Mas, no geral, a tendência é a presidenta continuar crescendo. Marina pode subir alguns pontos, enquanto Aécio e Eduardo devem estabilizar. A conferir.

Sudeste será prioridade para Dilma na reta final da campanha

Depois de reunião com a executiva do PT José Eduardo Dutra, presidente do partido disse hoje que o sudeste é prioridades na reta final da campanha da Dilma.

Apesar da preferência pelo sudeste, a região nordeste, onde Dilma obteve larga vantagem no primeiro turno das eleições gerais, também deverá ser alvo de atos de campanha em busca de alargar ainda mais a distância entre a petista e seu adversário.

Pesquisa do Instituto Sensus encomendada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) e divulgada na última semana aponta que a vantagem de Dilma diante de José Serra só se confirma na região nordeste, onde tem 60,7% das intenções de voto contra 31,1% do tucano. Em setembro, a petista tinha 66,0% da preferência do eleitorado contra 24,5% do tucano entre os nordestinos. Na região sudeste, os dois presidenciáveis estão tecnicamente empatados na preferência dos eleitores, com Dilma controlando 43,3% das intenções de voto, enquanto 44,7% preferem Serra.
O mesmo levantamento aponta crescimento do candidato tucano em todas as regiões do Brasil. A maior vantagem é na região sul, onde ocupa a dianteira da preferência do eleitorado com quase 20 pontos de vantagem. Em setembro, o ex-governador de São Paulo tinha vantagem de 4,8 pontos percentuais entre os sulistas e ampliou a margem de 19,6 pontos.
"O sudeste é prioridade até porque é o grande colégio eleitoral, mas o nordeste não pode ser deixado de lado, temos vantagem lá e uma perspectiva de aumentar a vantagem", disse o presidente do PT nesta terça, informando ainda que o partido pretende realizar uma mobilização nacional no dia 27 de outubro, dia do aniversário do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e data em que se comemorou a vitória nas eleições de 2002.
Agenda negativa
Temas polêmicos envolvendo assuntos religiosos, uma suposta defesa da descriminalização do aborto e escândalos como o suposto tráfico de influência na Casa Civil, apontados como fatores que impediram a vitória dilmista no primeiro turno das eleições, devem perder aos poucos a importância na corrida pela presidência da República. A avaliação é do líder do PT na Câmara, Fernando Ferro (PE).

"Nós estancamos essa agenda negativa e ruim para a sociedade e estamos agora numa tendência de crescimento nessa reta final, agora é aumentar a militância. O sinal amarelo que tínhamos na semana passada foi bom para mobilizar, mas já estamos em retomada do crescimento", observou o parlamentar.
A despeito da diminuição do foco em temas polêmicos, o PT e o deputado Paulinho da Força Sindical (PDT-SP) recorreram nesta terça à procuradoria-geral da República para pedir apuração no caso conhecido como Paulo Preto. Ex-diretor de engenharia da estatal Dersa, ele é suspeito de desviar R$ 4 milhões da campanha de José Serra.


LARYSSA BORGES  - Redação  Terra
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Serra levou a fita original. A CNT ficou com a cópia...editada

A liberdade de imprensa, da imprensa e da empresa é total no Brasil. É tanto que o Pig extrapola e mistura tudo, liberdade com libertinagem. Isso claro, para usar o poder que tem e desinformar, manipular, difamar e caluniar adversários políticos [PIG é o partido da imprensa golpista], acusando de autoritários, ditadores etc e tal. Agora imaginem, Dilma, Lula ou qualquer filiado do PT exigir que um canal de TV lhe entregue a fita [original] gravada com algo que eles achassem ter algo constrangedor, embaraçoso...
O que diriam, o que fariam, quantos editoriais seriam escritos, quantas entrevistas seriam realizadas com "especialistas" para condenar esta agressão a Liberdade de Imprensa?...
E as notas de repudio que instituições tipo: OAB, ABI, CNJ etecetera, etecertera soltariam?...
Perderiamos a conta.
Mas, sendo o sr. José Serra, candidato da oposição, candidato do PSDB e [principalmente] candidato do PIG que fez isto, tem nada demais. É direito dele ficar com a fita original e o orgão de comunicação que gravou o fato que fique e divulgue a fita editada [como o Serra quis].
A corja é unida e conivente com os abusos do apadrinhado tucademo.
Mas, tudo bem. Deixa prá lá, prá frente é que as malas batem.
Vamos acabar com a reserva de mercado das familias Marinho, Civita, Frias, etc. Quando o congresso aprovar a liberação total do capital estrangeiro nestas empresas acaba com o oligopólio dos mafiosos da comunicação brasileira. 
Quem viver verá isso acontecer.

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Dilma na frente continua na frente

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A algumas horas do primeiro debate - hoje, a partir das 22h00 na Rede Bandeirantes de rádio e TV - uma pesquisa (mais uma!) CNT/SENSUS confirma o crescimento da candidatura Dilma Rousseff (governo-PT-partidos aliados) e a queda do candidato da oposição, José Serra (PSDB-DEM-PPS). 

A sondagem eleitoral divulgada pela CNT/Sensus nesta manhã mostra uma vantagem de 10 pontos para a candidata do PT a Presidência sobre o candidato do PSDB. 

Dilma está com 41,6% das intenções de voto e Serra com 31,6%. 

Na sondagem anterior CNT/SENSUS, de maio, ela estava com 35,7% e ele com 33,3%. No 2º turno, mantido o quadro de hoje, Dilma venceria com 48,3% e Serra ficaria 36,6% dos votos.

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Ricardo Guedes, atribui vantagem de Dilma a erro de Serra

ANDREA JUBÉ VIANNA – Agência Estado

O diretor do Instituto Sensus, Ricardo Guedes, atribui a vantagem de Dilma Rousseff (PT) na pesquisa CNT/Sensus divulgada hoje à mudança de estratégia na campanha de José Serra (PSDB), que nas últimas semanas desferiu uma série de ataques à adversária e ao PT. Ele considerou equivocada a estratégia de confrontar a candidata apoiada por um governo que segue com índice de avaliação de 77%, em decorrência da elevação da renda e do emprego. “O eleitor não entende como um candidato pode criminalizar aquele que está fazendo bem à população”, argumentou o pesquisador.
A CNT/Sensus mostra que a vantagem de Dilma subiu para dez pontos porcentuais em relação a Serra, seu principal adversário. Na pesquisa estimulada para o primeiro turno, ela aparece com 41,6% das intenções de voto e o tucano, com 31,6%. A mesma diferença de dez pontos aparece na sondagem espontânea: a petista tem 30,4% da preferência do eleitorado, enquanto o tucano ficou com 20,2%.
Serra abandonou a postura de candidato do “pós-Lula” – que incorporou, por exemplo, ao prometer dobrar o alcance do Bolsa Família – para uma atitude mais ofensiva. Há duas semanas, ele endossou as acusações de seu candidato a vice-presidente, Índio da Costa (DEM), que associou o PT às Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e ao narcotráfico. A vantagem de Dilma dobrou em comparação com o último resultado do instituto Ibope.
A pesquisa Ibope/TV Globo divulgada no último dia 30 de junho apontou uma diferença de cinco pontos porcentuais entre Dilma e Serra. Naquela sondagem, a petista apareceu com 39% das intenções de voto e o tucano, com 34%. Assim como a CNT/Sensus, a margem de erro também era de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.
Já a sondagem feita pelo Datafolha veiculada em 24 de julho apontou empate técnico entre os principais candidatos, com José Serra numericamente à frente de Dilma. Segundo esse levantamento, o tucano liderava a corrida presidencial com 37% das intenções de voto, e Dilma viria na sequência, com 36%.

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Estudo aponta necessidade de R$ 185 bilhões para rodovias


    A malha rodoviária brasileira foi sucateada ao longo de 25 anos. Os investimentos foram suspensos no início da década 1980 e só retornaram perto da virada do milênio nos trechos concedidos à iniciativa privada e pedagiados. Dinheiro público, de orçamento, as estradas só voltaram a receber no Governo Lula, com o Programa de Aceleração do Crescimento – PAC. E em volumes muito inferiores aos R$ 185,5 bilhões que o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) estima como necessários para atender a demanda do país.
    No estudo Rodovias Brasileiras: Gargalos, Investimentos, Concessões e Preocupações, divulgado ontem, a equipe do Ipea reconhece que a retomada dos investimentos, ainda que modesta, já se reflete numa melhora acentuada nas condições gerais das estradas entre os anos de 2005 e 2009, conforme constatou a pesquisa de campo da Confederação Nacional dos Transportes (CNT). Mas o ritmo de crescimento de uma economia altamente dependente do modal rodoviário – 70% de toda carga que circula pelo país viaja em caminhões – exige muito mais, como explicou o coordenador de Infraestrutura Econômica do Ipea, Carlos Campos.
    “O primeiro desafio é colocar a malha rodoviária já existente em condições de atender as demandas dos usuários. Isso implica na recuperação de piso e sinalização, adequação e duplicação de trechos, obras que demandarão recursos da ordem de R$ 144,18 bilhões. Para construção e pavimentação serão necessários outros R$ 38,5 bilhões. As pontes e viadutos que identificamos como necessários custarão R$ 830 milhões”, enumerou o economista.
    O PAC, de acordo com o estudo, cobre aproximadamente 13% das demandas identificadas, das quais 7% se referem a recuperação e duplicação de vias.
    “O programa é um grande avanço em relação ao que vinha sendo feito, que era praticamente nada. Mas ainda é insuficiente em relação à degradação que houve na malha rodoviária brasileira, em consequência de 25 anos sem investimentos”, avalia Campos.
    O estudo do Ipea também analisa os cenários prováveis com o fim dos contratos de concessão rodoviária, a partir de 2015. O instituto propõem mudanças nas regras para as futuras concessões e sugere que se adote um modelo mais simplificado e com prazos menores, mais compatíveis com as mudanças na economia.
    O Brasil tem 170.000 quilômetros de estradas pavimentadas, 9% das quais concedidas à iniciativa privada, o que é um percentual muito superior à média mundial de 2%.
LÚCIA LEÃO